«Jardim ameaça Vítor Gaspar com bancarrota», segundo a imprensa. E Vítor Gaspar não ameaça Jardim com corte das reformas e dos vencimentos?
Afinal, quando é que na Madeira acabam com a acumulação das reformas e subvenções dele e dos seus apaniguados, que continuam a acumulá-los (por inteiro) com os vencimentos (por inteiro) de cargos oficiais e outros que tais?
Em suma: quando é que a Madeira deixa de poder acumular e passa a ter de optar, como o resto do País? Alguém me diz? Trata-se apenas de pôr cobro a uma situação excepcional de privilégio totalmente injustificável. Mais a mais numa parcela do território nacional onde impera a gestão danosa e ainda se cultivam ameaças contra o resto do País e se faz gáudio da falta de solidariedade.
O défice democrático na Madeira já está identificado há muito. O que não era tão conhecido é o défice madeirense de cidadania.

Que poder tem aquele homem sobre os governantes do contenente “? Que podres ele conhece desta gente, para fazer deles gato sapato ?
É melhor nem tentarmos saber…
O défice de cidadania é bem português.
É. Sobretudo, madeirense, que é o que vem ao caso.
Madeira %$#! Portugal
Portugal %$#! Alemanha
Madeira=Portugal
Tradução aqui:http://delitodeopiniao.blogs.sapo.p t/3967632.html
Pois, pois.
Grassa por aí tanto abaixo assinado, a toda a hora e momento… que dou por mim a pensar porque será que a nossa ‘energia peticionária’ tem passado ao lado destas discrepâncias, obra do dedo autocrático de AJJ.
Ninguém reage, para além da má língua de sofá que todos praticamos.
– É porque a Madeira não nos toca por aí além?
Mau sinal.
Mau sinal, realmente, porque a verdade é que a Madeira nos toca. E toca-nos actualmente no ponto muito sensível que é a carteira.