Que incapacidade de argumentação, Carlos. Como se nesses casos estivessem em causa palavras homógrafas. E o que é que o Camões tem a ver com isto? Rara tara, ó cara.
ao almoço, almoço. eu, esse jogo, jogo. por causa desta seca, a terra está seca. se erro, cometo um erro. há que apagar o fogo antes que a torre torre. ouvir alguém a pregar é o mesmo que ouvir alguém a pregar.
“Para para pensar”? Pois… Há quem bloqueie quando se trata de pensar ou mesmo quem se recuse a fazê-lo, o que dá uma espécie de “gaguez mental”. Juntando-a à cegueira, o resultado fica à vista. Deve ser obsessão pela produtividade e competitividade (o Álvaro ensinou-me que tudo vai dar aí): um dois em um, mas que, à boa maneira portuguesa, não dá em nada. Não admira que também não gostem dos traços de união… 🙁
ora aí está!
vamos mas é começar a colocar acentos em “rara”, “tara”, “cara”, “mala” e por aí “fora”.
e já agora, porque não em “camões”?
Que incapacidade de argumentação, Carlos. Como se nesses casos estivessem em causa palavras homógrafas. E o que é que o Camões tem a ver com isto? Rara tara, ó cara.
ok, é como diz o outro: “estou no governo, governo.”
e também o outro, que está cheio “de sede, na sede”.
Confirma-se: o AO não é um problema de Língua; é um problema de QI.
ao almoço, almoço.
eu, esse jogo, jogo.
por causa desta seca, a terra está seca.
se erro, cometo um erro.
há que apagar o fogo antes que a torre torre.
ouvir alguém a pregar é o mesmo que ouvir alguém a pregar.
Para mim, é uma das alterações mais inexplicáveis deste AO (“para para pensar, paramédico”: rídículo!)
Muito bem, Ana.
Mas o problema é esse mesmo, Ana: ninguém parou para pensar, e deu neste disparate.
“Para para pensar”?
Pois… Há quem bloqueie quando se trata de pensar ou mesmo quem se recuse a fazê-lo, o que dá uma espécie de “gaguez mental”. Juntando-a à cegueira, o resultado fica à vista. Deve ser obsessão pela produtividade e competitividade (o Álvaro ensinou-me que tudo vai dar aí): um dois em um, mas que, à boa maneira portuguesa, não dá em nada. Não admira que também não gostem dos traços de união… 🙁
Ainda não se cansaram de andar a discutir a mesma coisa há quase 22 anos?