O primeiro álbum foi uma surpresa e uma desbunda que não possibilitava nem merecia questões mesquinhas. O segundo forçou-as. O terceiro trouxe respostas contraditórias: a várias letras letras mais confessionais, de alguém que procura sentido para o fim de uma relação amorosa (sim, em grande medida trata-se de outro break up album), contrapõe-se uma sonoridade grandiosa, de música pronta para encher estádios. Mas talvez Florence esteja certa. Talvez esta esquizofrenia devesse estar presente em qualquer final de relação: o lamento submergido não apenas por uma fúria regeneradora mas por uma imensa e quase deslocada crença nas próprias capacidades. Aguardemos pelo quarto.
Alguns álbuns de 2015: “How Big, How Blue, How Beautiful”, de Florence and the Machine
escafandro,
