Ainda bem que temos uma “companhia de bandeira” que já custou 3 mil milhões


Pedro Correia,

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24 comentários em “Ainda bem que temos uma “companhia de bandeira” que já custou 3 mil milhões”

  1. Terceiro Mundo : caciquismo novo-rico, corrupção , exibicionismo…e uma sobranceria imensa quanto ao povoléu.

    JSP

  2. Bom dia Pedro Correia
    E não deve ser esquecido que há mais do que um Falcon.
    Há sempre terras com água do mar quentinha, mesmo aqui ao pé da porta, onde ir dar um saltinho para um retemperador mergulho depois de uns comentários “sempre interessantes”.
    Boa semana. Saúde.
    António Cabral

    1. Ora viva, meu caro.
      Eis um exemplo supremo de redundância. O Estado, que já paga os prejuízos da TAP, gasta dinheiro em deslocações oficiais… de Falcon.
      Deve ser para isto que temos a tal “companhia de bandeira”.
      Saúde!

  3. E não esquecer a hipocrisia adicional de a classe política que cativa o Falcon, pago com os meus impostos, para ir ver a bola ser a mesma que me quer impedir de andar em Lisboa com o meu minúsculo Daewoo Matiz por causa da poluição e das alterações climáticas e etc.

    1. Uma boa sugestão para os “jornalistas ambientais” que agora pululam por aí. Medir a “pegada ambiental” feita pelo poluidor Falcon em quatro deslocações, ida e volta, de 12 mil km transportando em separado os senhores Presidente da República, presidente da Assembleia da República, ministra da Presidência e primeiro-ministro entre Lisboa e o Catar.
      12 mil vezes quatro.
      É fazer as contas, como dizia o outro.

  4. Estes pequenos Falcon é que são a verdadeira companhia de “bandeira” do “Portugal dos Pequeninos”
    En passant toda a gene fala das banhocas dos senhor em Cabo Verde e ninguém questiona a condecoração da Ordem da Liberdade a Amílcar Cabral?
    A seguir vai fazer o mesmo a Samora Machel e Agostinho Neto para ver qual das águas é a mais quente?

    1. Questiono-me quando é que o Presidente da República fará a sua primeira viagem oficial à Guinté Equatorial, agora nosso “país irmão” na CPLP.
      Aproveitava e condecorava o ditador Obiang com a Ordem da Liberdade.
      Não lhe aconselho banhos de mar por lá. Consta que está infestado de tubarões.

  5. Entre Marcelo a condecorar Amílcar Cabral e António Costa a pedir desculpa por Wiryamu, fica-me a consolação de nunca me ter enganado a respeito deles.

    1. Espero que Marcelo condecore Obiang, o carismático ditador da Guiné Equatorial.
      “Nuestro hermano” da lusofonia, leitor de Camões e recitador de Pessoa. E um democrata de gema.

  6. E valeu muito a pena, tendo em vista o brilhantismo dos resultados obtidos e a alegria do povo, que já basta ter que viver envergonhado na cauda da Europa.
    E sejamos honestos, teria a equipa atingido tão magníficos resultados se lhe tivesse faltado o apoio dos ilustres governantes …???

    1. O país da União Europeia que enviou mais vultos do Estado e do Governo ao Catar:
      – Presidente da República
      – Presidente da Assembleia da República
      – Primeiro-ministro
      – Ministra da Presidência

      Esta romaria de “dignitários” ao emirado tem algo de profundamente pacóvio. Podem viajar no Falcon, mas nem por isso conseguem iludir tal característica.

    1. Garantidas são as previsões da União Europeia: a Roménia vai ultrapassar Portugal no PIB ‘per capita’ já a partir de 2024.
      Eles podem viajar imenso no Falcon, mas o país continua a voar baixinho.

      1. Era exactamente aí que eu queria chegar !
        Mas como disse o Srº Ministro das Finanças, a Roménia tem uns objectivos nós temos outros e só gostaria de saber quais.
        Já agora aquilo (de viajar de Falcon) dá descontos em milhas para passageiros frequentes ?

        1. Se a selecção das quinas não tivesse caído nos quartos-de-final, lá continuaria o Falcon a voar para lá e para cá, 12 km ida e volta, sem que nenhuma das donzelas e dos pajens ambientalistas rasgue as vestes contra o rasto poluidor destas inutilíssimas viagens.

  7. Este fartar vilanagem é tal que já dei por mim a apalpar o bolso e a verificar a carteira quando, no noticiário, apareceu Sua Exa. o Sr. Primeiro-Ministro. Mas já repeti o gesto quando apareceu o das Finanças e, esse-mesmo, o da TAP (o das ameaças: “até lhe tremiam as perninhas”).
    É tal o desassossego que comecei a esconder a carteira.
    E a andarem assim de Falcon, para trás e prá frente, sem freio, um dia destes, com a necessidade, apontam-nos uma arma para nos esportularem mais um tanto. Bolas…

        1. E tem também uma enorme falta de respeito por quem anda a penar para conseguir pagar os impostos a tempo. . .

        1. Os mesmos que gritam pela necessidade de Portugal ter uma companhia aérea de “bandeira”, transformando isto numa questão de soberania nacional, vão de Falcon nas suas constantes deslocações ao estrangeiro.
          Não faz o menor sentido, obviamente.

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