0 comentários em “Afinal estes riem de quê?”

  1. Ó Pedro:
    Francamente, com o panorama que temos pela frente resultante da desgraça do ontem, em que o único vencedor foi o Syriza anti-Syriza, o Pedro passa a vida a desenterrar este defunto.
    Já cheira mal (o defunto e o assunto).
    Passemos à frente essa página triste do livro da nossa história governativa.
    Discutamos o futuro (embora conservemos na memória, sempre, o passado).
    O +papel da blogosfera, se quiser ser mais do que um fait-divers, é falar do que realmente interessa: o nosso futuro, próximo (negro) e mais longínquo (da cor que colectivamente formos capazes de o pintar).

    1. Eu sei que no PS a pessoa em causa se tornou inominável. E criou-se um tabu, promovido pelo ainda secretário-geral, em redor dessa pessoa.
      Já vi que você alinha com tais teses.
      Mas é extraordinário vê-lo aparecer aqui no blogue com entrada a pés juntos (como se diz no futebol) dizendo que eu é que insisto em desenterrar a criatura. Como se esta foto não tivesse sido publicada há duas ou três semanas em todos os jornais, como se não tivesse sido difundida em todos os canais televisivos e como se quase todos os comensais que surgem naquela mesa onde se diria que ninguém bebeu vinho (mas junto a Paulo Campos há uma rolha) não tivessem aparecido nas pantalhas gargalhando e debitando frases para quem os quisesse ouvir…

      1. Pedro:
        Mas se quiser ser igual aos que publicaram a foto nos jornais, faça favor.
        Por mim, suporto bem essa opção.
        Acho que quem quer ser diferente deve ser (fazer) diferente.
        Só isto.
        Senão daqui a 10 anos ainda andamos a discutir a cavalgadura (perdão, criatura).

    2. Como já escrevi anteriormente:
      Há uma maioria de esquerda!
      Mas esta maioria de esquerda é uma mistura de azeite, leite e vinho!

      O azeite não se mistura com nenhuma das outras, e a mistura de leite e vinho deve resultar mais intragavel que o syriza do Varoufakis!

      Resultado o PS está entalado!

      Se vira à esquerda está condenado a curto prazo, se deita a coligação a baixo o resultado será igual às situações idênticas anteriores, só lhe resta fazer o papel de oposição responsável.

      1. O PS para já vai:
        – Viabilizar o Governo minoritário PSD/CDS demarcando-se da extrema-esquerda;
        – Tentar descalçar a bota em que se enfiou com a errática “estratégia” das presidenciais;
        – Virar-se para dentro, num longo processo de sucessão do actual secretário-geral que pode começar já por estes dias.

      2. Não há maioria de Esquerda.

        1. A Esquerda não existe, não é um partido, não é materializável
        2. A Esquerda não concorreu coligada. Usurpar o poder agora é um golpe anti-democrático porque não foi esse o resultado das eleições: não é essa a vontade expressa dos Portugueses. Diz na Constituição que deve governar o partido mais votado.
        3. O PS não é de esquerda

    1. Quem está a enganar o Zé Povinho são outros, que estão no poder, mas o povo gosta.
      A insistência em falar até á exaustão de Sócrates, mesmo que este não faça parte de nada, deve ter uma explicação em psicologia. Eu acho que quem fala dele não quer admitir, mas adora-o.
      Também pode ser colaborador do CM que paga a um presidiário para escrever quantas vezes outro presidiário lavava os dentes.
      Engano-me ou estamos perante excelente jornalismo????

  2. Estes comentários estão a tornar-se engraçados e cheios de nada e de toda a maledicência. O Pedro está eufórico com os resultados e ainda não parou para pensar que toda a esquerda tem mais votos que a direita. Isto quer dizer alguma coisa, se bem analisado ou para si é igual? Também ainda não reparou que o BE teve uma vitória estonteante quando o davam como morto. Também ainda não parou para pensar que o governo eleito, não pode fazer mais mal aos portugueses, “já fez de sobra” se os outros votarem contra. Não venha dizer que os outros partidos vão criar instabilidade porque essa não cola porque os senhores que ganharam, têm de saber governar com todos, se não são capazes saiam. O Passos até dizia que não lhe interessavam as eleições, ora se não lhe interessam dê lugar àqueles que trabalham a política para bem dos cidadãos que foi o que não fez.

    1. Não quero ser repetitivo mas a esquerda de que fala é azeite, leite e vinho.
      O azeite não liga com nenhum dos outros dois. O leite e o vinho misturam-se na perfeição mas deve resultar numa zurrapa intragável que o syriza do Varoufakis!

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