Não sei porquê, mas diria que Pedro pode ser nome mais adequado do que Zé para tal desastrado. Insisto, no entanto, e continuo a pensar que talvez pudesse responder aos nomes Miguel Fernando. Mas o Pedro, que escreveu o coiso, é que sabe, claro.
Zéquinha? Não será Zézito? Serão coisas da intimidade cancioneira? Se sim, como chega alguém ao conhecimento da dita? Isto porque, na verdade, os Zés são como os chapéus: há muitos ‘em Portugal’ mas já serão muitos menos os ‘de Portugal’. Perdoe-me a insistência mas faço sempre questão de verificar bem o enquadramento antes de decidir que alguém possa estar em risco de ficar mal num qualquer retracto. É que existe uma pequena mas absolutamente fundamental diferença entre o subentendido e o mal-entendido, pelo que é fundamental o seu uso cauteloso para evitar quaisquer possíveis ambiguidades – como, cuido, me fará o obséquio de concordar?
De facto, como diz, os Zés são como os chapéus: há muitos. Concordo. Sem obséquio.
Fez disparate e não sabe sequer tirar fotografias? Serão seus nomes, por mero acaso, Miguel Fernando?
É seguramente de Portugal. E talvez até se chame Zé.
Não sei porquê, mas diria que Pedro pode ser nome mais adequado do que Zé para tal desastrado.
Insisto, no entanto, e continuo a pensar que talvez pudesse responder aos nomes Miguel Fernando.
Mas o Pedro, que escreveu o coiso, é que sabe, claro.
Olhe que não. Garantem-me que é de Portugal e chama-se Zé. Mais conhecido como Zequinha na intimidade.
Zéquinha? Não será Zézito? Serão coisas da intimidade cancioneira? Se sim, como chega alguém ao conhecimento da dita?
Isto porque, na verdade, os Zés são como os chapéus: há muitos ‘em Portugal’ mas já serão muitos menos os ‘de Portugal’.
Perdoe-me a insistência mas faço sempre questão de verificar bem o enquadramento antes de decidir que alguém possa estar em risco de ficar mal num qualquer retracto.
É que existe uma pequena mas absolutamente fundamental diferença entre o subentendido e o mal-entendido, pelo que é fundamental o seu uso cauteloso para evitar quaisquer possíveis ambiguidades – como, cuido, me fará o obséquio de concordar?
De facto, como diz, os Zés são como os chapéus: há muitos. Concordo. Sem obséquio.