– Cavalheiro, por que motivo olha com ar concupiscente para a minha esposa? – Perdão, caro senhor, ignorava que esta senhora fosse sua esposa. – Em boa verdade mal conheço esta senhora que me acompanha. Mas apercebi-me de que olhava fixamente para a minha carteira. E nela encontra-se a fotografia da minha esposa.
– E qual é a tua?
– A que actua melhor!
– Cavalheiro, por que motivo olha com ar concupiscente para a minha esposa?
– Perdão, caro senhor, ignorava que esta senhora fosse sua esposa.
– Em boa verdade mal conheço esta senhora que me acompanha. Mas apercebi-me de que olhava fixamente para a minha carteira. E nela encontra-se a fotografia da minha esposa.
(… e lá me saiu outro micro-conto, Ana)
Pois foi. Andas a fazer-me concorrência.
Ah, o que eu gosto da palavra “concupiscente”.
Eheh. Acho que foi uma estreia. Nunca a tinha escrito antes.
Qual é, atua, ó meu …
Há uma música assim, não há?
À (o agá manda dizer que está de folga).