Que Deus ilumine o Padre Manuel Morujão nesta difícil tarefa de que depende parte da produtividade do país. E que Deus nos dê paciencia!
Que Deus ilumine o Padre Manuel Morujão nesta difícil tarefa de que depende parte da produtividade do país. E que Deus nos dê paciencia!
É que se ele não conseguir arranjar um pouco de tempo para resolver o assunto, que será de nós, Meu Deus.
Muita luz para este senhor, seja ela chinesa ou não.
O Vaticano ainda está a meditar se permite que o Estado português seu súbdito elimine alguns feriados católicos.
Se o Vaticano não permitir, só restará ao Estado português comer e calar (e, talvez, eliminar outros feriados não-católicos).
http://www.largodascalhandrices.com/2012/0 2/sem-tempo-para-decidir.html
Caro Largo
Não conhecia, mas dizemos o mesmo. O que prova o comum bom senso e o natural sentido do humor…
É como refere… haja paciência
Estes, sabem-na toda…
Quem não os conhecer que os compre.
Como Católico, não compreendo esta indecisão da Igreja em designar os dois feriados religiosos que vão deixar de o ser. Da caterva deles, ponha-se à votação dos desposáveis os dois feriados considerados menos importantes (se assim se pode dizer) para os Católicos, e pronto. Será assim tão difícil?
Pois é também como católica que não percebo esta “indecisão”…
Não me parece uma tarefa – mesmo que se tenha que consultar a cúria do Vaticano – que cause assim tanta indefinição. Aliás, suponho que nem todos os países católicos têm feriados santos comuns.
É engraçado que seja um estado estrangeiro (Santa Sé) a decidir quantos e quais os feriados que o estado português, supostamente soberano, deve eliminar do seu calendário oficial.
É ainda mais engraçado que esse mesmo estado estrangeiro mande dizer que “a gente vai pensar na coisa e depois avisa, mas não tenham pressas”.
Será mesmo engraçado se eles disseram “estivemos a pensar e não vai dar para eliminar nenhum, é melhor eliminarem mais dois civis”