Margarida Martins, que escrevia esta frase reagindo a isto, acertou. Já não será presidente da junta. Essa avaliação foi feita no local certo, em nome da liberdade e da democracia.
Margarida Martins, que escrevia esta frase reagindo a isto, acertou. Já não será presidente da junta. Essa avaliação foi feita no local certo, em nome da liberdade e da democracia.
Agora falta concluir o acerto de contas em todo o país.
terça-feira, abril 03, 2007
A “Guida Gorda”
Quem me conhece, ou convive mais comigo no meu dia-a-dia, sabe que ando frequentemente com as leituras atrasadas. Acabamos de entrar no 2.º trimestre de 2007 e seguramente que ainda tenho jornais do início de 2006 para ler. Porque é que não os deito fora? Porque depois me podem escapar pérolas como a que vinha na Sábado, curiosamente da semana passada, a propósito dos 25 anos do Frágil. Entre 1984 e 1991, Margarida Martins foi porteira da discoteca e era conhecida como a “Guida Gorda”. Em 1984, na inauguração de uma exposição no teatro Éden, Margarida Martins foi apresentada a Mário Soares que lhe disse que já a conhecia e até já a tinha visto nua. Porquê? Porque a “modelo” na altura posou seminua, em cima de um cadeirão, para o convite para uma das festas de aniversário do Frágil. Ao invés de tentar apagar esta história dos anais, Margarida Martins ainda revela que fizeram os convites com ela de frente e de trás e que foi ela própria que decidiu a quem mandava o convite com a imagem da parte da frente e quem ficava com o rabo… a pergunta evidente: o que será que calhou ao então Presidente da República?
Publicada por Sara à(s) 11:25 da manhã
Por aqui o Dinomachado foi finalmente extinto (embora possa regressar, nunca se sabe como a ciência evolui), e decidiu ir pastar para outro lado, em vez de ficar e assumir as obras que deixou a meio.
O Sem Gravata prometera celeridade na resolução do processo da nova maternidade, veremos se palavra dada é palavra honrada. Há porém um pormenor, o Sem Gravata não tem funções governativas, é apenas um dirigente partidário, não percebo como ele pode fazer promessas que apenas ao Governo compete. Ainda se tivesse sido o PM a prometer, teria que ser moralmente obrigado a cumprir, assim sendo…
O terceiro mandato consecutivo do Estagnador-Mor de Coimbra abortou por falta da maternidade prometida em 2016 e descaradamente reprometida em 2021.
Agora vai voar para onde se não existe o “aeroporto internacional” que ele também havia prometido? Nem um aeromoscas inaugurou.
Manuel Rotundas é o típico autarca dos anos 80. Faz umas obras (ou tenta, vai), tem a cidade “arranjadinha”. Rotundas de vários formatos com umas estátuas no meio, uns jardins, umas praças requalificadas, agora ciclovias, semáforos de controlo de velocidade e pilaretes. Quem por cá passa, fica com aquela sensação de que o edil tem a cidade um brinquinho, assim é que é, tira umas fotos, faz uns postais, almoça bem e segue caminho. Junta a isso os famosos indicadores, qualidade de vida, saúde e educação.
O problema é viver por cá, a realidade diária choca com a realidade efémera do turista.
E a falta de vergonha na cara é enorme. O problema não é a falta de vergonha da senhora, mas também de quem a rodeia. Ainda hoje lá estava triunfante, no mercado 31 de janeiro, a tomar de borla o seu pequeno almoço. O problema começa pela quantidade de lambe-botas e outros nomes dos quais agora não me recordo, que perpetuam este estado de coisas. O favor, o pedinchar, o comprar lugar no mercado, o mendigar de favores e atenções, que são o espelho cultural e social do nosso País. E pessoas como esta senhora, são do pior que existe. Como é possível ainda ter quem ache o que faz normal? Quando oiço falar em corrupção, em sacos azuis, amarelos, vermelhos, olho para o mercado e vejo a sociedade no seu geral: o mercador que por falta de carater e coragem, se submete ao compadrio.
Que pena. Que tristeza.
Maria L.
Falta de vergonha também de quem lhe transmitiu e reiterou confiança política. Contra todas as evidências. Contra toda a “ética republicana” que tanto apregoam.
Margarida Martins é uma comendadora da ordem do mérito
O que não falta neste país são comendadores do mérito e comentadores com mérito.
É tempo de criar a Ordem do Demérito.
Cuidado com essas observações por poderem aleijar umas tiás que andam sempre na pendura e até acham piroso andar com dinheiro na carteira.
O andar na pendura é bom exemplo os tiós não pagar impostos por darem emprego a desgraçados e as tiás não pagar às empregadas lá de casa por lhes darem umas camisolas ainda em muito bom estado.
Esta frágil gorda armou-se em tiá e nem se quer teve noção disso, do ridículo e da trafulhice.
Ou aleijar quem sustenta as tias? Porque quem as alimenta, tem tantas culpas como elas. Quando as pessoas não têm ética, há sempre uma desculpa por parte de quem as protege. Até que um dia algo estoira e aí vemos a corrida à coroa de virgem ofendida e cega.
O problema é que a corrupta vendedeira está sujeita a ficar sem banca caso não pague o dízimo à sra. dra. Presidenta. É que há sempre alguém que o faz…
Criticar a Margarida Martins por ir a chinchada na praça, queria o quê que ela pulasse os quintais para apanhar fruta.
Fernando Luís
Quem estará mais contente será a vendedeira de fruta que graças a Deus perdeu a freguesa.
Como assim? Não parece. Se estava hoje a continuar a comer de graça…A bajulice também devia acabar. Em certos sítios,vamos tomar um café e só se ouve “diga sr. doutor ou sr. engenheiro” menos…
Por estas e por outras considero um acto de coragem a ausência de João Rendeiro do país, alegando legítima defesa exactamente para isso: defender-se.
Todavia, a dita senhora foi pelos arroios desaguar ao Tejo.
Não me parece que tenha ido, como diz, desaguar ao Tejo. Se assim tivesse sido, teria havido um tsunami algures.
Foi a Senhora de Fátima que nos livrou de tal fenómeno da natureza. Espero que a comunicação dita social e os partidos perdedores, como o ps, não usem João Rendeiro para encapotar o tsunami a que foram sujeitos.
A incompreendida da Gorda de Arroios só roubava aos ricos para dar aos pobres, daí a arrogância com os capitalistas da fruta da cidade
Tenho uma dúvida.
O metro de Arroios esteve fechado 4 anos para não gamarem os figos à Guida, ou o metro de Arroios abriu agora para dar vazão aos figos que a Guida vai deixar de comer?
Tiraram o S. Jorge para agradar aos árabes — cobardes de merda esta esquerdalhada. Será que volta?
Vidas à borla. Sabe bem pagar tão pouco. Menos uma madura orca.