Estão a tentar a todo o custo reabrir a estação antes das eleições. Mesmo que os acabamentos estejam ainda longe de ficarem concluídos. E que as obras de requalificação à superfície ainda vão demorar. Garantida é apenas a valente derrapagem orçamental e o saque aos contribuintes de todo o país para custear o funcionamento do metro da capital.
Devem usar o método que usaram no Palácio da Ajuda e no jardim da Praça de Espanha. “Inaugurar” primeiro e concluir as obras mais tarde, quando Deus quiser.
Para quem quiser sonhar para lá do pesadelo actual: https://st3.idealista.pt/news/arquivos/styles/news_detail/public/2016-01/pracadochile.jpg?sv=9YcUkHAA&itok=Ghjavsju
Se você conhecesse Lisboa saberia que o Zé droguinha e compinchas do chamon e da farinha circulam ao ar livre e sem máscara entre Arroios e o Intendente, à vista de todos. Em qualquer beco, rua ou avenida.
O que está na fotografia já é muito mau. Cinco anos disto. A Praça do Chile – que devia ser zona nobre de Lisboa -degradada como nunca. Mas como não é “zona turística”, tanto faz.
O que não faltam são Medinas e Lisboas, por essa província fora. Certas coisas só chegam à imprensa regional, a CS nacional nem quer saber, fossem passadas em Lisboa era escândalo nacional.
Tiraram a Curraleira lá de cima, mas aquela zona até à PdC não melhorou muito… Já não se vê os agarrados todos ou então quando passo lá (quando passava, antes da pandemia) ainda estão a dormir.
Tirando os ciganos no Terreiro do Paço, não tenho reparado. Pensei que estava melhor. E as drogas duras passaram um pouco de moda, tanto quanto tenho podido ler aqui e ali portanto aquela coisa imensa que havia nos 80 e 90 acho que já não acontece da mesma forma…
Lembremos que ainda nos anos 90 o vale de Chelas que vem lá de cima da Belavista, passa por trás das Olaias, depois encostado àquelas azinhagas das Picheleira e vai até Xabregas era um vale completamente coberto de barracas, droga, um autêntico terror. Não sei quem fez esse trabalhinho de limpar aquilo mas apesar de continuar a ser um sítio feio está mil vezes melhor.
E eu que pensava que a Administração do Metropolitano de Lisboa tinha autonomia administrativa e financeira. For Gid Sake, faça artigos com maior rigor intelectual.
Como é sabido o PS controla tanto o Metro como a Carris e outras empresas do género. São coitos imundos dessa gente paga acima das nossas possibilidades.
Dois coitos de boys, alguns dos quais vêm cá picar o ponto.
Bom. Qual é razão do atraso das obras. Como o Metropolitano de Lisboa é uma EPE, agora com dependência orgânica do Ministério do Ambiente, imagine-se o simplório sr. engenheiro dos bons empregos e copiador de placards vencer as eleições em Lisboa, resolve o problema? Mas ele é o engenheiro do empreiteiro? Esta faz lembrar aquelas constantes greves dos maquinistas e o Eanes ia resolver o problema e alguns questionavam: mas ele é maquinista?
Medina quis reverter as privatizações dos transportes públicos de Lisboa e “municipalizá-los”. Não descansou enquanto não pôs isso em prática. Agora, via alguns dos seus ‘boys’ que também vieram picar o ponto nesta caixa de comentários, tenta sacudir água do capote. Mas nós não nascemos ontem. Azarinho…
Azarinho…. é a obra ficar pronta antes das eleições. É um azar do caraças, o mesmo já aconteceu da outra vez com as ciclovias e novas valências para as avenidas novas. Era uma chatice para o comércio, depois foi-se a ver e…tudo assim ’tá bem. Boys do Medina, picar o ponto? Continua com as virtudes de zandinga ou como o outro comigo ou contra mim. Esta é caixa de comentários do “Delito de Opinião”.
Se andasses de metro não vinhas aqui gozar com quem há cinco anos está sem possibilidade de usar esta estação enquanto à superfície contempla o “belo panorama” que a foto ilustra. Proponho que a Praça do Chile passe a chamar-se Praça Medina.
Na Alameda vai à bênção da IURD, a quem outro executivo camarário deu de bandeja o antigo cinema Império. Pobre Lisboa, tão maltratada tem sido.
E o cinema da Praça de Londres foi para os chinocas a Pastelaria Capri em frente virou um banco, pastelaria Roma um Mac ,discoparada Roma virou Banco, hoje uma pastelaria salvo erro. Enfim o melhor mesmo é ir a Arroios ver como estão as obras.
Não precisas de esperar muito. Tenho muitos cromos para trazer aqui sobre a Lisboa do Medina.
E a Lisboa do Moedas ?
Dói, não dói?
Va lá votar no tio careca esse pelo menos vai dar queijo aos lisboetas…
Socialista a suspirar pela direita dura. Cá está de novo. Não falha um dia.
Ver esta Lisboa e o futuro Primeiro ser reeleito? Deve doer sim…
Zandinguices.
Praça Medina podia ser aquela rotunda ao fundo da Picheleira onde os carros têm de voltar para trás, quando começa o muro do cemitério.
novas valências para as avenidas novas
Eu moro nas avenidas novas e não vejo novas valência nenhumas. Uma pista para ciclistas em cima do passeio não é nada de que alguém com 3 palmos de testa se possa orgulhar. Aliás, desde que fecharam A Nobreza nunca houve mais nada de jeito naquela zona.
Lisboa em breve será dos brazucas e daqueles gnomos esquisitos que vêm lá das Ásias. Não sei por que é que se dão ao trabalho de arranjar o que quer que seja, uma vez que é para arrancar tudo e pôr chapas de zinco.
Estão a tentar a todo o custo reabrir a estação antes das eleições. Mesmo que os acabamentos estejam ainda longe de ficarem concluídos. E que as obras de requalificação à superfície ainda vão demorar. Garantida é apenas a valente derrapagem orçamental e o saque aos contribuintes de todo o país para custear o funcionamento do metro da capital.
Devem usar o método que usaram no Palácio da Ajuda e no jardim da Praça de Espanha. “Inaugurar” primeiro e concluir as obras mais tarde, quando Deus quiser.
Para quem quiser sonhar para lá do pesadelo actual: tyles/news_detail/public/2016-01/pracado chile.jpg?sv=9YcUkHAA&itok=Ghjavsju
https://st3.idealista.pt/news/arquivos/s
Outros tempos. Que diferença brutal.
Prefiro ver o metro assim em obras do que ver o Zé droguinha a vir de metro até ao Chile.
Se você conhecesse Lisboa saberia que o Zé droguinha e compinchas do chamon e da farinha circulam ao ar livre e sem máscara entre Arroios e o Intendente, à vista de todos. Em qualquer beco, rua ou avenida.
Por obséquio sabe-me dizer a quanto é que tá a farinha?
Vem bater a porta errada. Não uso disso.
Felizes aqueles que não vivem no inferno do Medina, porque será deles o Reino dos Céus.
O pior, que não se vê na fotografia, é a insalubridade das zonas de travessia de peões.
O que está na fotografia já é muito mau. Cinco anos disto. A Praça do Chile – que devia ser zona nobre de Lisboa -degradada como nunca. Mas como não é “zona turística”, tanto faz.
O que não faltam são Medinas e Lisboas, por essa província fora.
Certas coisas só chegam à imprensa regional, a CS nacional nem quer saber, fossem passadas em Lisboa era escândalo nacional.
http://lisboasos.blogspot.com/?m=1
Descontinuado, mas alguns artigos devem estar actualizados.
Pena esse blogue ter parado.
Tiraram a Curraleira lá de cima, mas aquela zona até à PdC não melhorou muito… Já não se vê os agarrados todos ou então quando passo lá (quando passava, antes da pandemia) ainda estão a dormir.
Várias zonas de Lisboa são hoje uma vasta curraleira.
Só não vê quem não quer.
Tirando os ciganos no Terreiro do Paço, não tenho reparado. Pensei que estava melhor. E as drogas duras passaram um pouco de moda, tanto quanto tenho podido ler aqui e ali portanto aquela coisa imensa que havia nos 80 e 90 acho que já não acontece da mesma forma…
Lembremos que ainda nos anos 90 o vale de Chelas que vem lá de cima da Belavista, passa por trás das Olaias, depois encostado àquelas azinhagas das Picheleira e vai até Xabregas era um vale completamente coberto de barracas, droga, um autêntico terror. Não sei quem fez esse trabalhinho de limpar aquilo mas apesar de continuar a ser um sítio feio está mil vezes melhor.
E eu que pensava que a Administração do Metropolitano de Lisboa tinha autonomia administrativa e financeira. For Gid Sake, faça artigos com maior rigor intelectual.
Pensa mal, pá. Informa-te melhor. Não substituas os neurónios pelo cartão do partido.
Não substituas os neurónios pelo cartão do partido.
Pela lógica: se tivesse neurónios não estava naquele partido. Só tem… apetites. A base da escala.
Então não é a empresa Metropolitano de Lisboa, EPE, a responsável administrativa/financeira da sua actividade empresarial?
Os munícipes votaram em Medina, não votaram na administração do metro.
Vão pedir responsabilidades a alguém que não vai a votos?
Essa técnica de fugir das responsabilidades tem dois mil anos. Um tal Pilatos registou a patente.
Como é sabido o PS controla tanto o Metro como a Carris e outras empresas do género. São coitos imundos dessa gente paga acima das nossas possibilidades.
Dois coitos de boys, alguns dos quais vêm cá picar o ponto.
Bom. Qual é razão do atraso das obras.
Como o Metropolitano de Lisboa é uma EPE, agora com dependência orgânica do Ministério do Ambiente, imagine-se o simplório sr. engenheiro dos bons empregos e copiador de placards vencer as eleições em Lisboa, resolve o problema? Mas ele é o engenheiro do empreiteiro?
Esta faz lembrar aquelas constantes greves dos maquinistas e o Eanes ia resolver o problema e alguns questionavam: mas ele é maquinista?
Medina quis reverter as privatizações dos transportes públicos de Lisboa e “municipalizá-los”. Não descansou enquanto não pôs isso em prática.
Agora, via alguns dos seus ‘boys’ que também vieram picar o ponto nesta caixa de comentários, tenta sacudir água do capote.
Mas nós não nascemos ontem. Azarinho…
Azarinho…. é a obra ficar pronta antes das eleições.
É um azar do caraças, o mesmo já aconteceu da outra vez com as ciclovias e novas valências para as avenidas novas. Era uma chatice para o comércio, depois foi-se a ver e…tudo assim ’tá bem.
Boys do Medina, picar o ponto? Continua com as virtudes de zandinga ou como o outro comigo ou contra mim.
Esta é caixa de comentários do “Delito de Opinião”.
Se andasses de metro não vinhas aqui gozar com quem há cinco anos está sem possibilidade de usar esta estação enquanto à superfície contempla o “belo panorama” que a foto ilustra.
Proponho que a Praça do Chile passe a chamar-se Praça Medina.
Da Praça do Chile a Alameda são 5 minutos a pé.
Na Alameda vai à bênção da IURD, a quem outro executivo camarário deu de bandeja o antigo cinema Império.
Pobre Lisboa, tão maltratada tem sido.
E o cinema da Praça de Londres foi para os chinocas a Pastelaria Capri em frente virou um banco, pastelaria Roma um Mac ,discoparada Roma virou Banco, hoje uma pastelaria salvo erro. Enfim o melhor mesmo é ir a Arroios ver como estão as obras.
Não precisas de esperar muito. Tenho muitos cromos para trazer aqui sobre a Lisboa do Medina.
E a Lisboa do Moedas ?
Dói, não dói?
Va lá votar no tio careca esse pelo menos vai dar queijo aos lisboetas…
Socialista a suspirar pela direita dura. Cá está de novo. Não falha um dia.
Ver esta Lisboa e o futuro Primeiro ser reeleito? Deve doer sim…
Zandinguices.
Praça Medina podia ser aquela rotunda ao fundo da Picheleira onde os carros têm de voltar para trás, quando começa o muro do cemitério.
novas valências para as avenidas novas
Eu moro nas avenidas novas e não vejo novas valência nenhumas. Uma pista para ciclistas em cima do passeio não é nada de que alguém com 3 palmos de testa se possa orgulhar. Aliás, desde que fecharam A Nobreza nunca houve mais nada de jeito naquela zona.
Deve ser para fazer concorrência ás “obras de S. Engrácia” Paciência…
Há mais, esta não é a única.
Lisboa em breve será dos brazucas e daqueles gnomos esquisitos que vêm lá das Ásias. Não sei por que é que se dão ao trabalho de arranjar o que quer que seja, uma vez que é para arrancar tudo e pôr chapas de zinco.