A Lisboa de Medina (4)


Pedro Correia,

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Lisboa, Praça do Chile

(obras do metro Arroios, encerrado desde 2017)

42 comentários em “A Lisboa de Medina (4)”

  1. Estão a tentar a todo o custo reabrir a estação antes das eleições. Mesmo que os acabamentos estejam ainda longe de ficarem concluídos. E que as obras de requalificação à superfície ainda vão demorar. Garantida é apenas a valente derrapagem orçamental e o saque aos contribuintes de todo o país para custear o funcionamento do metro da capital.

    1. Se você conhecesse Lisboa saberia que o Zé droguinha e compinchas do chamon e da farinha circulam ao ar livre e sem máscara entre Arroios e o Intendente, à vista de todos. Em qualquer beco, rua ou avenida.

    1. O que está na fotografia já é muito mau. Cinco anos disto. A Praça do Chile – que devia ser zona nobre de Lisboa -degradada como nunca. Mas como não é “zona turística”, tanto faz.

  2. O que não faltam são Medinas e Lisboas, por essa província fora.
    Certas coisas só chegam à imprensa regional, a CS nacional nem quer saber, fossem passadas em Lisboa era escândalo nacional.

    http://lisboasos.blogspot.com/?m=1

    Descontinuado, mas alguns artigos devem estar actualizados.

  3. Tiraram a Curraleira lá de cima, mas aquela zona até à PdC não melhorou muito… Já não se vê os agarrados todos ou então quando passo lá (quando passava, antes da pandemia) ainda estão a dormir.

      1. Tirando os ciganos no Terreiro do Paço, não tenho reparado. Pensei que estava melhor. E as drogas duras passaram um pouco de moda, tanto quanto tenho podido ler aqui e ali portanto aquela coisa imensa que havia nos 80 e 90 acho que já não acontece da mesma forma…

        Lembremos que ainda nos anos 90 o vale de Chelas que vem lá de cima da Belavista, passa por trás das Olaias, depois encostado àquelas azinhagas das Picheleira e vai até Xabregas era um vale completamente coberto de barracas, droga, um autêntico terror. Não sei quem fez esse trabalhinho de limpar aquilo mas apesar de continuar a ser um sítio feio está mil vezes melhor.

  4. E eu que pensava que a Administração do Metropolitano de Lisboa tinha autonomia administrativa e financeira. For Gid Sake, faça artigos com maior rigor intelectual.

      1. Não substituas os neurónios pelo cartão do partido.

        Pela lógica: se tivesse neurónios não estava naquele partido. Só tem… apetites. A base da escala.

      2. Então não é a empresa Metropolitano de Lisboa, EPE, a responsável administrativa/financeira da sua actividade empresarial?

        1. Os munícipes votaram em Medina, não votaram na administração do metro.
          Vão pedir responsabilidades a alguém que não vai a votos?

          Essa técnica de fugir das responsabilidades tem dois mil anos. Um tal Pilatos registou a patente.

        2. Como é sabido o PS controla tanto o Metro como a Carris e outras empresas do género. São coitos imundos dessa gente paga acima das nossas possibilidades.

  5. Bom. Qual é razão do atraso das obras.
    Como o Metropolitano de Lisboa é uma EPE, agora com dependência orgânica do Ministério do Ambiente, imagine-se o simplório sr. engenheiro dos bons empregos e copiador de placards vencer as eleições em Lisboa, resolve o problema? Mas ele é o engenheiro do empreiteiro?
    Esta faz lembrar aquelas constantes greves dos maquinistas e o Eanes ia resolver o problema e alguns questionavam: mas ele é maquinista?

    1. Medina quis reverter as privatizações dos transportes públicos de Lisboa e “municipalizá-los”. Não descansou enquanto não pôs isso em prática.
      Agora, via alguns dos seus ‘boys’ que também vieram picar o ponto nesta caixa de comentários, tenta sacudir água do capote.
      Mas nós não nascemos ontem. Azarinho…

      1. Azarinho…. é a obra ficar pronta antes das eleições.
        É um azar do caraças, o mesmo já aconteceu da outra vez com as ciclovias e novas valências para as avenidas novas. Era uma chatice para o comércio, depois foi-se a ver e…tudo assim ’tá bem.
        Boys do Medina, picar o ponto? Continua com as virtudes de zandinga ou como o outro comigo ou contra mim.
        Esta é caixa de comentários do “Delito de Opinião”.

        1. Se andasses de metro não vinhas aqui gozar com quem há cinco anos está sem possibilidade de usar esta estação enquanto à superfície contempla o “belo panorama” que a foto ilustra.
          Proponho que a Praça do Chile passe a chamar-se Praça Medina.

          1. Na Alameda vai à bênção da IURD, a quem outro executivo camarário deu de bandeja o antigo cinema Império.
            Pobre Lisboa, tão maltratada tem sido.

          2. E o cinema da Praça de Londres foi para os chinocas a Pastelaria Capri em frente virou um banco, pastelaria Roma um Mac ,discoparada Roma virou Banco, hoje uma pastelaria salvo erro. Enfim o melhor mesmo é ir a Arroios ver como estão as obras.

          3. Va lá votar no tio careca esse pelo menos vai dar queijo aos lisboetas…

          4. Praça Medina podia ser aquela rotunda ao fundo da Picheleira onde os carros têm de voltar para trás, quando começa o muro do cemitério.

        2. novas valências para as avenidas novas

          Eu moro nas avenidas novas e não vejo novas valência nenhumas. Uma pista para ciclistas em cima do passeio não é nada de que alguém com 3 palmos de testa se possa orgulhar. Aliás, desde que fecharam A Nobreza nunca houve mais nada de jeito naquela zona.

  6. Lisboa em breve será dos brazucas e daqueles gnomos esquisitos que vêm lá das Ásias. Não sei por que é que se dão ao trabalho de arranjar o que quer que seja, uma vez que é para arrancar tudo e pôr chapas de zinco.

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