Mas é precisamente esse, cara ministra, o pomo da discórdia. Porque à mulher de César não basta ser séria. Será que a ministra não percebe o alcance do ditado? Ou pretende tomar-nos por estúpidos?
Atenção, no caso desse César, não é só a mulher que tem de “provar que é séria”: é a mulher, mas também são o filho, a nora, o irmão e um primo (isto em 2019, que em 2022 podem já ser mais, mas não está ninguém a contar).
Esta senhora não é ministra da Agricultura.
No resto tem você toda a razão.
Tem razão. Na agricultura é outra tonta. Está corrigido, obrigado.
De nada.
E tem outra vez razão: é outra tonta.
Cada povo tem o César que merece.
Mas é precisamente esse, cara ministra, o pomo da discórdia. Porque à mulher de César não basta ser séria.
Será que a ministra não percebe o alcance do ditado? Ou pretende tomar-nos por estúpidos?
Considerando quem é e de onde vem, inclino-me para a segunda hipótese.
O pior é que resulta, infelizmente.
A falta de pudor do governo e partido do Copperfield do largo do rato, o rei da predistigitação, não tem limites.
Eu nem sabia que a mulher di César era a Ana.

A pergunta a fazer é se o marido da Ana parece sério.
Atenção, no caso desse César, não é só a mulher que tem de “provar que é séria”: é a mulher, mas também são o filho, a nora, o irmão e um primo (isto em 2019, que em 2022 podem já ser mais, mas não está ninguém a contar).
Na mouche
Deixe os César, o romano e o das ilhas, em paz. Aqui, pelo que vem na “imprensa”, é mais a mulher de Cláudio. Se não é, que não lhe vistam a pele.