
Este é O Dia Mundial do Habitat
O Dia Mundial do Habitat é assinalado anualmente na primeira segunda-feira de Outubro, com base na ideia de que qualquer pessoa tem direito a viver condignamente. Este ano decorre sob o mote «Acelerar a acção urbana para um mundo sem carbono».
Esta data visa reivindicar medidas sustentáveis para o ambiente e contribuir para a qualidade de vida nas cidades. O Dia Mundial do Habitat pela ONU em 1985.”
A qualidade que conseguimos proporcionar no ambiente envolvente do dia a dia é directamente proporcional à qualidade de vida que queremos atingir em termos de habitat saudável. Não basta idealizar, agir é fundamental, começando pela nossa casa e pela nossa comunidade.

A 3 de Outubro assinala-se O Dia Mundial do Dentista
“Este dia é destinado à valorização dos profissionais que se dedicam aos cuidados e a saúde da boca humana. Além disso, aproveita-se a oportunidade para conscientizar a sociedade da importância de manter uma boa higiene bucal.
A comemoração surgiu devido à criação do primeiro curso de formação para odontólogos nesta data em 1840, a Baltimore College of Dental Surgery, em Baltimore, nos EUA.
A arte dentária, como já foi chamada, existe desde a Pré-História. O registo mais antigo da profissão é relatado na Mesopotâmia cerca de 3500 a.C., confirmando como os cuidados com os dentes já vêm de longe.”
É fundamental para o nosso bem-estar, para a digestão e consequentemente para a saúde ter uma boca tratada. Pessoalmente, não gostaria de ter que pôr um dia placas ou pivôs, mas…

No dia 3 de Outubro destaca-se O Dia Mundial da Arquitectura
Muito curiosa e interessante a referência aos assobios de barro.
(Imagens Google)

cavernas, palhotas, barracas e ó-téis de 5 estrelas.
já dormi no campo e fui campista de tenda às costas ( já licenciado um conhecido fugiu a pensar que lhe ia pedir dinheiro e não pagava).
com a pandemia receei estragar as próteses
ontem devia ter sido o dia dos inventores de sondagens e de políticos.
‘partir sempre do pior para o melhor’
Nem sei se não foi a própria pandemia a criar as suas próprias próteses, entulho
Por segundos, li “Este é o Dia Mundial do Hobbit”.
Esse sim seria um dia interessante
É bem capaz de haver um, V, se não existir, eu sou apoiante incondicional da sua criação.
As jovens arquitetas levam as leis muito a peito.
E também podem levar o peito à lei, boa? E depois Arquitectas tem o tal ” c” roubado e sempre terá. Assim se evitam muitas confusões e trocadilhos.
Sendo o dia mundial do dentista, é obrigatório que eu mencione este naco de cinema: Is it safe? 🙂
De culto, João. Fui ver com o meu pai ao Monumental.
Deixem-me adivinhar. É a cena da broca do The Marathon Man?
Só o barulho dói, caramba!
Claro!
Gostei dos apitos de barro e da sua função. Só não sei se os moleiros não endoideceram por via deles; espero eu que os vendavais tenham sido poucos e de curta duração.
Bem precisamos de tornar as nossas cidades mais bonitas, a maioria é uma miscelânea de ruas e prédios sem jeito nem hábitos verdes. Não sei bem o que andavam os arquitectos a fazer, ou a pensar que faziam. Nem sequer sei se eles tiveram voz e palavra no que existe. Mas é, em geral, uma lástima.
Ainda temos o Monsanto, o pulmão da cidade, que tem vindo a ser valorizado, o que é coisa de valor. O resto virá com o tempo, o problema é o espaço, ou neste caso, a falta dele, Bea.
Parece-me que o problema é que nunca se guarda espaço para a natureza, ela devia alternar com a construção a fim de tornar o ambiente mais vivível. Concentrá-la num único lugar, por maior que seja, não retira a aridez que, em geral veste as nossas cidades.
Nós nunca fomos muito dados a jardinagens. O antigo jardim do ultramar, actual Jardim Botânico Tropical, uma pequena pérola de jade, esteve praticamente ao abandono. Conheci-o toda a minha vida e era tão triste ver ao que chegou. Na Calçada da Ajuda, o Jardim Botânico da Ajuda, outra joia verde, andou pelo mesmo caminho, até abrirem um espaço para para eventos. O Palácio da Ajuda abriu recentemente a exposição das Jóias da Coroa Portuguesa , mas o “espaço verde” que o circunda é de bradar aos céus… e por aí fora, Bea. Maquilhar, maquilhamos, mas praticamente só fogo de vista.
«Acelerar a acção urbana para um mundo sem carbono»
Este é o mote mais absurdo que já li. Sem carbono não haveria vida no mundo…
Curiosamente pensei o mesmo, Susana. Depois dei o benefício da dúvida e quero crer que se referem à pegada de carbono impressa pelas actividades quotidianas mundiais e que ou era para ” bom entendedor” ou se explicaram mal. Boa semana.
Os assobios de barro colocados nas velas dos moinhos de vento, que em alguns locais são búzios/buzinas, são aplicações antias que se utilizavam nas velas dos navios para o mesmo efeito dos moinhos de vento.
São muito típicos da Ericeira, que apesar de agora ser um feudo de surfistas, sempre foi uma terra de pescadores.