Há três meses, um funcionário da MEO meteu-me debaixo da porta de casa um folheto de propaganda desta empresa, agora tão em voga, oferecendo telefone + internet + dezenas de canais de televisão a preços tentadores e estonteantes.
Deixou também um contacto de telemóvel.
Vi aquilo e decidi adquirir o pacote que me propunham.
Daí a uns dias, estava lá em casa um técnico que passou uma manhã inteira a montar a tecnologia necessária – dizia ele – à indispensável activação do sinal.
Finda a montagem, demoradíssima, chegou a altura de fazer o teste. Aliás, múltiplos testes. Deu em nada.
– Azar. O nosso sinal não chega aqui.
Isto deixou-me intrigado:
– Como é que não chega aqui? Estamos no centro de Lisboa, numa das principais avenidas da cidade. Como é que não chega aqui o sinal de uma coisa que vocês andam a propagandear tanto?
– É. Mas, sabe, ainda estamos no início…
E ficámos assim. Felizmente não cheguei a denunciar o contrato com a TV Cabo, contrariando o conselho que me fora dado pelos zelosos funcionários da MEO.
Nas semanas seguintes, comecei a ser bombardeado por telefonemas da empresa. As meninas da MEO tratavam-me por Senhor Pedro, falando como se imitassem uma gravação telefónica, e insistiam em registar os números do meu bilhete de identidade e do meu cartão de contribuinte.
– Para que querem saber isso?
– Para podermos voltar a mandar um técnico aí.
– Já cá veio. Disse que não havia sinal. Inútil insistir.
– Problema técnico em vias de solução. Estamos prontos a enviar outra pessoa ao seu domicílio.
Recusei. A minha breve história com a MEO tinha chegado ao fim. Pelos motivos mais simples. Não me apetecia inaugurar um segundo capítulo nem perder outra manhã.
– Não estou interessado no vosso produto. Ponto final.
– Mas, Senhor Pedro…
– E deixe de me chamar assim. O Senhor Pedro é o homem do lugar da hortaliça. Aprendam a falar correctamente com os clientes.
Desliguei. Depois disso já voltei a receber três outras chamadas da MEO. Queriam saber os números do meu bilhetes de identidade e do meu cartão de contribuinte.

Infelizmente é mesmo assim, Pedro. Já com a TVCabo Zon , com a Vodafone ou com qualquer outra empresa é a mesma coisa. O mal é geral. Mas quando os chefes não sabem será sempre difícil os subordinados perceberem porquê. Não lhes ensinaram e eles também não tiveram engenho para aprenderem por si.
Pois não, Sérgio. E também não admira. Hoje em dia há cada “chefe” mais incompetente por aí…
Não há pachorra. Cada vez têm mais clientes e cada vez têm mais queixas. Comigo é sempre «Senhor João». Devem achar que sou o Senhor Joáo electricista…
Falta pouco para o Presidente ser o “Senhor Aníbal” e o PM ser o “senhor José”. Não há apelidos, só nomes próprios no país das diogos bernardos e das cátias vanessas.
Esta faz-me rir! Comigo também se passou algo idêntico, mas mais hilariante:
Uma srª/menina telefona-me a oferecer, para além do Meo, um “pacotão” de gentilezas! Eu perguntei-lhe: Fui cliente da PT durante muitos anos; esta empresa OBRIGOU-ME a manda-los passear, depois algumas atitudes prepotentes e, além disso, de falta de compromisso com o acordado, oibrigando-me a mudar para outra “coisa” pior: uma tal Tele-2 de má memória!
Acrescentei: porque é que a pt, enquanto mamava (foi o termo) aquela vergonhosa taxa, de “aluguer de linha”, nunca se importou com os cliemntes? Resposta da menina/srª.-“Algum dia a PT tinha de reconhecer o erro”…
Minha resposta: Minha srª. das PT, nem de borla, Obrigado! e “cést fini”1!
Isso do “Senhor isto” ou “senhor aquilo” não me faz diferença, é o mesmo que se me começassem a chamar “senhor M’Tchamba”, ia dar ao mesmo.
O que me incomoda são os telefonemas contínuos. Em tempos resolvei o problema de forma simples mas desagradável: insulto e tom de voz agressivo associado de ameaças de queixa por assédio, mesmo que tudo muito simulado (menos a ameaça de queixa). Os telefonemas extinguiram-se de imediato.
Os telefonemas contínuos para mim são irrelevantes pois tenho quase sempre o telemóvel em silêncio. Mas acho um meio totalmente irracional de angariar clientes. Como se quisessem seduzi-los pela exaustão. Quanto mais ligam mais me põem à distância. Quanto ao tratamento, não é irrelevante tratarem-nos pelo nome próprio ou pelo apelido. É um atestado de falta de nível e de falta de educação.
Dá-me ideia que todos nós, Pedro, já tivemos uma história igual ou parecida à que aqui nos deixou. Sem estar já a falar do ridículo da ‘oferta’ que lhe foi apresentada, uma das coisa que mais me irrita, tal como refere, é que me tratem por “Sr. Luís”, sem me conhecerem de lado nenhum. Fico possesso como é que os supervisores desta malta (se é que existe alguma supervisão) não conseguem fazer-lhes perceber que o tratamento de alguém simplesmente pelo nome próprio, está reservado às pessoas que têm alguma intimidade ou afinidade connosco e não a estranhos que, ainda por cima, nos abordam para nos vender qualquer coisa. É uma falta completa do mais elementar bom senso e só demonstra bem a degradação a que se chegou nesta matéria. Para gozar um pouco com a situação, já de há alguns anos a esta parte que, profissionalmente, me identifico como R. Figueira. Nem se imagina a quantidade de vezes que já me baptizaram como ‘Rui’,’Ricardo’, ‘Raúl’, ‘Roberto’ e quejandos,
tentando, em vão, adivinhar o nome próprio que estará por detrás daquele enigmático ponto. Quando – à James Bond – lhes desfaço o enigma e lhes digo que o meu nome é Figueira, Reis Figueira, ficam tristes e desorientados sem perceberem bem porque não tenho um nome próprio como toda a gente. Mas, com a ligeireza e simplificação que lhes são peculiares, depressa se recompõem e encontram o caminho mais curto: – “Muito bem, Sr. Reis, então…”
Somos um país de gente ‘muito simples’, não haja dúvida. É o ‘simplex’ a funcionar em pleno, está visto.
Um abraço.
O “simplex” da educação e bons costumes. Porque, claro, o nome próprio «está reservado às pessoas que têm alguma intimidade ou afinidade connosco» e que, por isso, estão dispensadas de dizer ‘Senhor’.
Pior ainda é “Senhora Manuela” ou “Senhora Graça”, que também já começou a alastrar…
“Senhora Manuela, qual é a sua graça?”
Do mal o menos. Pior é “Senhora Graça, qual é a sua manuela?”
LOL. Mas seria, pelo menos, muito politicamente correcta a pergunta…
É um abuso. Até já ouvi chamar Manela à dótora Ferreira Leite.
A dótora Manela?
Até já ouvi chamar-lhe Dótora Nelita, vê lá tu a falta de respeito.
Comigo foi simples. Aderi num balcão do centro comercial das Amoreiras. Disseram que vinham cá montar tudo no máximo em cinco dias; ao fim de dois, tinha a televisão por cabo e a Internet a funcionar perfeitamente – e isto num prédio já velhinho da Ajuda.
Nem se chatearam quando me esqueci de pagar a factura de Novembro.
Mas lembro-me de há uns anos, durante uma das minhas mudanças, ter tido problemas do género, mas com a Clix. Resultou em quatro meses sem Internet.
Sorte a sua, Senhor João, sorte a sua…
Céus, Pedro! E gastaram tanto em publicidade? Não percebo…
Gastam em publicidade, em telefonemas, em deslocações de técnicos, em tempo… para nada.
Agora é que não entendi..escapa-me qualquer coisa, qual o problema de ser ” senhor “?
Mas pela comparação com o senhor do lugar da hortaliça e mais abaixo o electricista, percebo que sobrou para estes dois profissionais, que infelizmente não podem ser comparados com os senhores escribas.
Fiquei chocada com este preconceito e a comparação não me parece justa.
Pode ser que tenha interpretado mal… ficaria triste de pensar que os escribas do ” Delito ” se julgam assim tão importantes que para eles o ” senhor ” não chega…
Eu sei que vivo num país de enorme vaidade e preconceito e de imensos doutores…basta pôr o pé fora o país para ver quem são os verdadeiros doutores, aqueles que têm realmente um trabalho importante, mas mesmo assim são tratados apenas e tão só pelo nome.
Senhores Pedro Correia e João Carvalho desculpem lá, mas parece-me que desta vez tiveram mesmo mal.
Nao percebestes mesmo, prontos… A proposito, como te chamas, Meu?
(agora fiquei na dúvida: Meu ou Meo?)
não é ” MEU ” é ” MINHA “´.
e pelo que julgo entender “meu ” ainda faz alguma diferença do ” senhor ” ou não?
“O Senhor Pedro é o homem do lugar da hortaliça”aahahaha!!brilhante resposta
Ehehehe.
Eu sou a senhora Ana, e estou cada vez mais passada com aquilo. Felizmente é o último mês. Nunca mais!
Felizmente o meu primeiro mes nunca chegou, Senhora Ana.
Nisso não me queixo, é sempre “Sr. António Canaveira”, só às vezes sai Canaveiro, mas quando têm de escrever é que é mais complicado. Quanto aos serviços aí as queixas são muitas, e já andei por quase todas e voltei à netcabo porque mesmo assim ainda é das menos piores.
Mas há uns tempos (atrás 🙂 tive um episódio engraçado. Ligou para cá um rapazito de outra operadora, que queria falar com a SRA tal, a minha mulher, nome no qual o serviço está registado. Disse que não estava, perguntou-me o nome, disse o que queria e eu disse que não estava interessado. Resposta pronta do rapaz (pelo que não é tão certo que não possam “mudar uma virgula à cassete”), “Mas o Sr, pode tomar decisões em nome da Sra. tal?” Resposta minha. “E quem é o senhor para me dizer o que posso ou não fazer na minha casa? Desliguei quase de imediato após pedir licença e desejar boa tarde. Ficou a gaguejar.
Eles não têm culpa, ganham uma miséria, mas às vezes não há paciência.
Às vezes não há mesmo, Tó Zé. A história que aqui nos trouxe é um bom exemplo disso. Enfim, a gente depois até acaba por se rir mas na altura não se acha muita graça.
Então eu ainda estou a di(gerir) as minhas desventuras!
Seguem-se apontamentos úteis para quem esteja no mesmo barco:
No dia 30 de Novembro telefonei para o 16200 para aderir à MEO Fibra. Informaram-me que devia ir a um balcão PT para entregar um requerimento a desactivar uma tal de pré selecção à TMN do meu número PT. Esta foi a primeira revelação: eu tinha uma pré-selecção que desconhecia em absoluto. No mesmo dia vou à loja, fazem-me um print do requerimento, leio e assino. Passaram uma, duas semanas e nada. Vou ligando e dizem-me que é mesmo assim, demora muito a fazer a desactivação à TMN. E sem ela nada de MEO, claro.
Eu pasmo: – como podem demorar tanto tempo a desactivar um sistema conectado a uma sub espécie da PT?
No dia 18 de Dezembro mostram serviço, finalmente: cortam-me o telefone, radicalmente.
Como tinha as contas em dia, julgo tratar-se de uma avaria. E faço participações sucessivas.
Ao enésimo telefonema para o 16200 (pelo meu telemóvel…), à vigésima repetição da minha história e para aí ao quinquagésimo interlocutor, alguém se lembra de ser mais zeloso e verificar que se calhar o meu pedido de cancelamento da pré-selecção fora mal interpretado e lido como m pedido de cancelamento da linha telefónica. (sic) E bingo. Fora isso mesmo.
De reclamação em reclamação, sempre sem telefone, consigo ser contactada por um responsáve da PT! Sim, meus amigos, exultem, porque há responsáveis na PT… O Engº Hélder Rodrigues (anotem o nome) desdobra-se em desculpas formais em nome da operadora, põe-se ao dispor, jura remédio imediato (chego a ter pena dele por perceber a impotência da máquina). E nada…
Em Janeiro repõem-me a linha telefónica e apressam-se a montar-me o serviço MEO Fibra. Cinco horas em casa. Cinco longas horas roubadas ao meu trabalho, mas ainda bem, senão tinham-me decorado as paredes de improvisos em forma de fios eléctricos.
No dia seguinte, ainda tive de exigir a entrega da pen com 100 mega mensais para usar fora de casa. Era oferta do pacote e ninguém ma entregara.
Lá veio passado uma semana e afinal não era gratuita. Só os 100 mega é que são de graça… Resultado: 19.90 euros para lá e pen sapo para cá.
Agora: não tenho os 100 canais do pacote (isso é o menos) nem posso gravar filmes. Porquê? Porque a MEO fibra não precisa de box e só me instalaram o modem. Eu é que tinha de ter pedido expressamente para me instalarem a box. Nem mais: pedir expressamente para me montarem um device qualquer, porém indispensável a usufruir das condições do pacote!
De momento, estou ‘em litígio’ para que ma instalem de imediato e sem custos adicionais. Um papelinho… não é?
Não fora eu ter razões de queixa da ZON ( a minha anterior operadora) e saber muito bem quanto a Cabovisão é o pior dos piores que por aí anda, tinha desistido da MEO ao primeiro sinal.
O destino português é este: vai-se mudando até percebermos que é inevitável aguentar…
Bolas, Chloé… é preciso ter muita fibra!
😉
eheh, isso mesmo, deve ser esse o sub-texto da adesão ao MEO Fibra 🙂
É assim que o Sr. Zeinal gosta de ser tratado.
O Senhor Zein al também vende hortaliça?
Vende, pois. Fibras e frescuras é com ele.
Especiarias.
A mim também me aconteceu um episódio inaceitável. O MEO está no prédio ao lado do meu e, contudo, não me fazem a ligação.
No entanto, a CLIX fibra sem todo o investimento fedorento em publicidade da MEO já me contactou para ser seu cliente.
Assim é que é sennor Correia
.
Que démodé, Senhor Daniel!
Aquele abraço senhor Correia.
é o choque técnologico senhores
Este choque não é nada chique, Senhor João.
Quando me tratam por senhora maria fico a um passou muito pequeno de um ataque de fúria, Pedro, é uma autentica praga que se generalizou. Não é só nos call centers, mal pagos, é por todo o lado, nas lojas desconhecem o tratamento de senhora/senhor, passou a ser você, o que me eriça de uma maneira indescritível. Uma desgraça.
Sintonia total, Ariel. O “Sr. José” ou a “Sra Maria”, a propósito de tudo e de nada, o “você” importado directamente das telenovelas brasileiras, a falta da mais elementar capacidade de comunicar com os outros em profissões que têm obrigação disso mesmo. Há quem ouça e cale, à boa maneira portuguesa. Comigo não. Levam logo o troco apropriado.
Meu caro Pedro: pensava eu que o péssimo serviço do Meo só me tinha calhado a mim. Fiquei mais aliviado ao saber que a incompetência quando nasce toca a todos. (Triste alívio, mas enfim.)
Ao fim de mais de um ano de assédio cedi aos apelos do Meo. No acto de dizer sim ao pacote de não sei quantos canais, parecia que nos meus ouvidos, a voz que vinha do outro lado a linha soava como som de violino. Eram só facilidades. Quase que me senti mal com tanta vantagem, com tanta competência (virtual). Claro que o sonho durou pouco.
A espera pela visita de um técnico, que viria trazer a minha casa uma imensa fábrica de sonhos, deveria acontecer ao fim de uma semana. Disseram-me.
MENTIRAM-ME.
O que recebi foi uma boxe pelo correio, para autoinstalação (quê?), com ligação a antena parabólica. (Vivo no Alentejo quase profundo e só assim podia ser).
Como mal sei ligar um interruptor, protestei e disse que não foi aquilo que tinha contratado. Exigi um técnico a fazer a ligação, e rápido, porque prometeram que seria ao fim de uma semana e já se tinham passado três. Do lado contrário de linha deram-me razão (o telefonema fora gravado – foram ouvir – e outra coisa não poderiam ter dito) e que no dia seguinte seria contactado por um técnico para – enfim! – ver o contrato cumprido.
TANGA!
Desesperei mais um mês e meio, até que num final de uma manhã decidi colocar de lado a voz calma e educada com que sempre utilizei nos contactos de protestos e falei duro.
NÃO VOS QUERO VER NEM PINTADOS, NEM TÃO POUCO SABER QUE EXISTEM. PARA ONDE DEVOLVO A CAIXA QUE ME MANDARAM PELO CORREIO? Foi remédio santo. Em 20 minutos (vinte minutos mesmo, sem exagero) tinha uma carrinha com dois funcionários a tocar ao portão para fazer a instalação da boxe. O trabalho ficou impecável e demorou 30 minutos a executar.
Mau serviço. Pior, provavelmente, talvez na Grécia, onde (em Atenas) demoraram três meses e meio a ligar o gás na casa de um conhecido meu. Mas acho que com calma ainda vamos bater os gregos…
Abraços
Meu caro amigo,
Só agora li o teu testemunho, que bem se habilitaria a Comentário da Semana se o tivesse visto mais cedo. É, de facto, totalmente inaceitável o procedimento dessa empresa. O teu relato ainda é mais de arrepiar do que aquele que eu aqui trouxe. Isto só confirma o extremo amadorismo com que se trabalha naquela empresa.
Espero que agora já possas ter os canais todos em condições. Um grande abraço para o Alentejo profundo. Quando cá vieres, apita.
Nem me fales esses tipos, Pedro! quase me destruíam a casa para fazer a instalação. Corri-os e depois passei pelas mesmas cenas que tu.
É inacreditável, Carlos. Não se limitam a chatear-nos uma vez: chateiam-nos o maior número de vezes possível.
Há horas de sorte, dizia o ceguinho !! Fui cliente PT,de telefone,TV era TVCabo.No problem.Depois experimentei os diversos”low-cost” da altura, para o telefone fixo(Jazztel,Novis,Tele2) no problem.Entretanto passei a completar o meu serviço de TV e net da Cabovisão com telefone. Tudo bem.E assim fiquei um batatoon de anos. Aí pelo Verão passado fiz uma passagem meteórica pela Clix e depois de falhas de serviço ao fim de dois dias de instalação,informei a simpática e eficiente supervisora da vantagem de me desampararem a barraca do equipamento,para eu não o ir despejar ao agente mais próximo…em menos de oito dias tinha a casa “limpa” e só me mantive na Cabovisão o tempo suficiente para aderir à Zon, para TV,Net e Telefone, o que acontece desde Setembro passado.E até agora…”paz primero y después gloria”. Se alguém quiser casar comigo,tudo bem.
Sorte mesmo, a sua. Por vezes há histórias que acabam bem.
sempre iguais, boçais e grosseirões, pagos para incomodar o cliente com tanta insistência. Só não tratam por você, se não calhar. Recebem por objectivos, por isso se perderem um cliente que não está interessado num serviço pestilento e desnecessário, ainda têm de pagar uma indemnização à MEO…
De facto, para o tratamento boçalóide por você falta muito pouco.