Robert Fisk é correspondente estrangeiro no Médio Oriente desde 1976. Cobriu todos os conflitos na região, conheceu todos os protagonistas. Para quem se enjoa de confundir estes assuntos com um derby entre os diabos vermelhos e os super dragões, ou de ler os sobredotados da blogosfera portuguesa, são 1200 páginas obrigatórias.

![GrandeGuerraCivilizacao[1]](http://vidabreve.files.wordpress.com/2010/06/grandeguerracivilizacao1.jpg)
Boa sugestão. Uma ajuda pela (re)descoberta da sensatez perdida algures nos meandros da parcialidade e do oportunismo é de enaltecer.
Parcialidade e oportunismo, de facto: eu não diria melhor.
Civilização é tudo o que não acontece no Médio Oriente.
Ali a luta não é pelo Deus A ou B, é sim pelo money, pelo carcanhol, seus líricos…
Não seja tontinho, frederiken.
eh eh eh eh
Frederiken é um MUST!
:)))
Fica sempre assim quando se esquece de tomar os comprimidos.
E dinheiro arranjado não interessa por que meio. 9_un_world_drug_report.html
– http://boston.com/bigpicture/2009/10/200
Boa malha, Luís.
Li-o o ano passado, trouxe-o da biblioteca, é um bom livro muito bem estruturado, que nos relembra a invasão da Rússia no Afeganistão até à guerra de hoje.
Segundo alguns autores sofre de algumas inverdades.
Deixemo-los.
http://ipsilon.publico.pt/livros/texto.a spx?id=218369
Quanto às “inverdades”, são certamente bem menos graves do que as que aparecem nas resenhas dolorosamente previsíveis dos periódicos eternamente alinhados não importa por quem. Quem quer que tivesse passado por aqueles riscos físicos, lido o que ele leu, e experimentado o que experimentou merece-me o maior respeito.