Calculo que sei ao que ela se está a referir. Aquela coisa miserável a que um fulano tão presunçoso quanto egocêntrico deu o nome de livro para poder trair a confiança que terceiros lhe depositaram pensando que estavam a falar com uma pessoa de bem. Se, agora, aquilo que a Fernanda conta for o que estou a pensar, há magistrados que deviam estar a tratar do batatal. Uma filha da putice será sempre uma filha da putice, qualquer que seja o destinatário e por muito que eu possa não gostar dele, e não se confunde com a liberdade de expressão. Era só o que faltava.
A Fernanda está cheia de razão
Sérgio de Almeida Correia,

o que leio na impresa dos EUA e inglesa , se publicada aqui, presumo que até fazia com que os guardiões dos bons costumes, controlados e submissos, se lenvantasem das campas; os guardiões vivos iriam defender os pobres leitores de aleivosidades perigosas a que eles cidadãos não sabem discernir sozinhos. deus e os seus acolitos nos defemdam