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VIVER E DEIXAR MORRER (1954)
Autor: Ian Fleming
Realizador: Guy Hamilton (1973)
Provavelmente o melhor livro de aventuras escrito por Ian Fleming. Acção trepidante, bem transposta para o cinema, marcando a estreia de Roger Moore no papel do agente 007. Prefiro o filme, até por ter uma das mais belas Bond girls de sempre: a actriz britânica Jane Seymour.

É verdade. Quero dizer, concordo consigo Pedro. Também penso que este é o melhor James Bond que li e um dos melhores da série Roger Moore, que, no meu ver de leiga espectadora, preenche totalmente o meu imaginário de leitora, no que toca à personagem.
Lamento discordar dos Seanconneryólogos, dos Piercebrosnanólogos e dos Danielcraigólogos ( que afinal são os únicos que contam minimamente).
Como crente no Voodoo, pois duvidar da sua existência seria duvidar de mim, que me deparo diariamente com Zombies que desconhecem que o são ( coisa arrepiante muito ao estilo 6o sentido) , muito me apraz poder rever e sorrir e pensar que não há título que se aplique melhor às gentes de hoje, live and let die.
Ora pois, Dulce. Fleming era um visionário: cada vez mais me convenço disso.
(Prepare-se para ter o PAN à perna por se afirmar crente no vodu.)
O Peter ? … ah pois, os galos pretos !!! E os antitabagistas por causa do Cohibas, e os abstémios por causa do rum e… e…
Será que os do PAN nunca provaram uma boa cabidela ? (que é coisa que não deviam ter por cá, na minha humilde opinião)
Que heresia, Dulce, falar em cabidela ao PAN. Só se for cabidela de rúcula ou agrião.
Roger Moore teve as melhores histórias mas não era grande actor e alguns filmes estão verdadeiramente mal feitos. Acho que o melhor de todos é Craig — mais próximo de Sean Connery na pinta e na maneira de estar — ajudado por técnicas mais avançadas de fazer filmes.
Podia não ser um excelente actor, mas o Sean Connery era um agente muito bimbo com algum arcaboiço , desculpe lâ , V. Aquilo que se chama a diamond in the rough, que se rornou uma bela gema, um tawny brega que virou um Porto Vintage, sei lá. Mas não era o Bond dos livros.
O Craig é muito trombudo e pouco fleumático. Um dark Bond, a léguas da criação de Fleming, e como actor, ainda não deu provas por aí além.
Faltou a Moore a bendita tecnologia, porque a imaginação estava foram lá.
Embora considere Roger Moore o melhor Bond penso que o melhor filme da saga 007 é o “Da Rússia com amor”.
Esse filme é de facto muito bom. E também considero Moore o melhor Bond – e aquele que está mais adequado ao modelo original.