Parecendo que não


Rui Rocha,

Ramalho Eanes sempre foi um político avançado para o seu tempo. Já na década de 70 do século XX dizia “igualdade de génere” para evitar certas merdas.

0 comentários em “Parecendo que não”

    1. Alguns poderão não ter ouvido a notícia e, não perceber a profundidade do seu poste 😉
      “Grupo parlamentar do BE, considera que a designação atual de Cartão de Cidadão “não respeita a identidade de género” e sugere que passe a ser Cartão da Cidadania.
      Agora, imagine se, em vez de De fosse do… e, francamente, passar a Da? Os homens têm que fazer uma greve de fome, para também poderem reclamar o seu direito à existência 😉

  1. Não gosto de Cartão de Cidadania. Acaba em a que denota, subrepticiamente, feminino. Por que não acabar com o a e o o no alfabeto?
    Ainda pensei na designação Cartão de Cidadoa mas acaba em a. O melhor é mesmo Cartão de Cidadã@.

    1. Mas a intensão é mesmo essa, parecer feminino, ainda não perceberam que o feminismo, teve a sua importância mas, agora, nem sequer faz sentido porque, perante a lei já somos todos iguais e, só queremos Igualitarismo.(Aqui, nesta denominação, só poderia ser uma prova de algum problema se, por exemplo, em vez de Portugal, fossemos a Arábia Saudita)
      Presentemente, não sei se será com boas ou más intensões, o feminismo está, quase, a virar uma religião. Só falta obrigarem os Paulos a serem Paulinas e os Ruis a Ruinas lol

      E, para tirar dúvidas, basta relembrar o significado dos termos:
      «Machismo – ideologia segundo a qual o homem domina socialmente a mulher; subalternização da mulher.»
      «Feminismo – sistema que preconiza a igualdade de direitos entre a mulher e o homem.»
      «Igualitarismo – sistema dos que proclamam e defendem a igualdade social.»

    2. Até a APRE (que é uma associação respeitável de reformados) quando se dirige aos seus associados usa a forma “car@ associad@”.
      O politicamente correcto tornou-se uma praga que nem o bem escrever respeita. Há que combater estas tolices. Talvez a arma do ridículo seja a mais adequada.

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