Já li o livro e vi o filme (51)


Pedro Correia,

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A PORTA NO CHÃO (1998)

Autor: John Irving 

Realizador: Tod Williams (2004)

Um filme simpático, mas redutor. Preenche apenas um terço do complexo romance de John Irving, memorável a vários títulos.

0 comentários em “Já li o livro e vi o filme (51)”

  1. Confesso que, para mim, ver um filme com a Kim Basinger continua a ter o mesmo efeito que olhar o sol de frente: fica complicado seguir os outros personagens e o próprio fio da narrativa…

    Sobre a adaptação, pode valer a pena ler a opinião do próprio autor do livro:
    http://www.theguardian.com/film/2005/jan/28/fiction.johnirving

    1. Grato pela hiperligação. Irving é benevolente em excesso, o que não deixa de ser louvável. O filme merece nota positiva – a tal ponto que levou-me a ler o livro. Mas o romance é francamente superior – embora peque pela ausência da incomparável Kim Basinger, que torna irrelevante qualquer adjectivo.

    2. Kim Basinger enche o ecrã, mas há por aí uns galãs que me derretem, não obstante o meu ” Outono ” de vida.

  2. Manifesto também o meu desconforto pela opção editorial da ASA patente na capa reproduzida e que, julgo, levou à alteração do título da própria obra, à conta de se querer cavalgar a onda do filme.
    Seria bem mais aceitável (e, sem dúvida, mais correcto) um design como este:
    http://bookfans.net/wp-content/uploads/images/ISBN_0345469011.jpg

  3. Pois… apesar da glamorosa Kim Basinger e do Jeff Bridges (aposto que nem repararam nele eheheh), eu não gostei deste filme.
    Vi-o em dvd e acabei por oferecê-lo à Biblioteca juntamente com outros filmes e livros.
    Nunca tive oportunidade de ler o livro.
    🙂 Antonieta

      1. Eu também via sempre os filmes no cinema e quando vim para a Beira ia muitas vezes a Lisboa só para ver filmes.
        Depois passei a fazer 320kms para ir a Coimbra, ver 2 filmes e regressar no mesmo dia.
        Entretanto fiquei velha e cansada, o carro também, o dinheiro encolheu, resignei-me e rendi-me ao vídeo e ao DVD.
        Como dizia o outro: é a vida!
        Mas também não aturo roedores de pipocas, nem telemóveis, nem palradores durante os filmes.
        🙂 Antonieta

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