Usar a pandemia como trunfo eleitoral. Anunciar a «libertação da sociedade» a 24 horas do encerramento da campanha. Retardar medidas que há muito se impunham só para cair bem junto dos eleitores três dias antes de irem às urnas.
Qual é o nome mais indicado para isto?

Anunciar a «libertação da sociedade» […] para cair bem junto dos eleitores
Eu estou em crer que os eleitores não são parvos. Os eleitores recordam perfeitamente que o governo que anuncia a “libertação da sociedade” é o governo que prendeu a sociedade em primeiro lugar. Ademais, os eleitores vêem perfeitamente que não há libertação da sociedade nenhuma quando os alunos continuam a ter que estar de máscara nas aulas e quando qualquer pessoa se arrisca a ficar em prisão domiciliária por duas semanas só por ter o azar de um teste qualquer dar positivo.
Enquanto as máscaras não forem abolidas (ou seja, as pessoas nunca serem obrigadas a usar máscara) e enquanto as quarentenas não forem abolidas (ou seja, as pessoas nunca serem obrigadas a fazer quarentena), não haverá libertação da sociedade.
E isto tanto é verdade no Portugal de António Costa como no Reino Unido de Boris Johnson.
Subscrevo.
17.000 mortos soube-lhe a pouco, não foi?
Qual é o nome mais indicado para isto?
Governação séria e competente.
Dr. Costa, depois da recuperação económica e de estancar a emigração forçada, consegue outro milagre, apesar dos esforços contrários da Direita e restantes liberais. Dr. Costa, mais uma vez Brilhante.
Derrotado este vírus burguês, está na hora de dar uma lição na Galp e de usar a bazuca como apenas um Chuck Norris socialista saberia. Domingo é dia de recompensar o Dr. Costa por ter colocado os seus méritos ao serviço da Pátria.
Já sabem, quem quer munições, tem de votar bem. Quem vota mal não tem acesso ao paiol.
O grande milagre de Costa foi ter resgatado o próprio cadáver politico prestes a descer às profundezas, e rastejante continuar a manter-se em pé apoiado nas muletas que tanto tinha condenado e que acabou por arrebanhar.
Designa-se tecnicamente por “Total e Completa Falta de Vergonha”.

Será isso. E usando de eufemismos, pois apetece escrever muito pior. Mas não esqueçamos que só é assim porque o Soberano, o povo, gosta assim. Quer assim e tudo indica que continuará a querer assim. O que se nada tem de abonatório para os governantes, nada o tem também para o povo.
Um dia isto é capaz de mudar. Como já mudou no passado ainda recente: quando tocar o alarme de que daí a um mês já não há mais. Nem para o que verdadeiramente interessa: os salários da função pública.
Se mudar, claro. E, mudando, virão fatalmente tempos terríveis. Mas mude ou não, uns tempos depois volta tudo ao mesmo. O infinito culpado terá então outro nome (que não Passos Coelho) e sob essa muito conveniente culpa o ciclo repetir-se-á.
Isso. A marca d’água socialista. À descarada.
Aquilo e que eles chamam “libertação da sociedade” são duas ou três medidas que não afetam a não ser uma minoria de pessoas numa minoria de situações.
(1) Abrirem as discotecas – mas a maior parte das pessoas ou nunca vai a uma discoteca, ou só lá vai uma vez por semana.
(2) Os restaurantes poderem ter festas com muitas pessoas – idem aspas. A maior parte das pessoas ou nunca vai a uma festa num restaurante, ou só vai uma vez por semana.
A única medida de libertação verdadeira da sociedade que agora tomaram foi as pessoas passarem a não ter que usar máscara quando vão a uma pequena loja qualquer.
Chama-se António Costa e é primeiro ministro de Portugal.
Num novo acordo ortográfico qualquer, “Costa” vai ser uma palavrão que concentra todos os palavrões existentes com sinónimo de aldrabão, vigarista, vendedor de banha da cobra, desavergonhado, nepostista, e mais alguns.
“Tu és um Costa” vai ser o máximo do insultio.
Já tivemos um “Rua”, ou diziam os estrangeiros ‘sá carneiro muito importante, ter seu nome meni street Sá Carneiro Rua’.
Esperteza saloia.
Porém, não subestimemos a “esperteza saloia”, não, não.
Por mais que isso choque a inteligência dos pensantes, ela é um recurso sempre em alta e muito eficaz, como, uma vez mais, está à beira de ser comprovado.
E vai rolar a festa, pá!
«Qual é o nome mais indicado para isto?»
Um que não se pode escrever…
Mas é parte do kit estratégico de ofensa ao cidadão comum de onde estas (tristes) figuras que nos (des)governam têm vindo a tirar a arrogância, a boçalidade, a indiferença, a insensibilidade, o desrespeito ostensivo… para nomear só o que o decoro permite.
Com ou sem gravata, eis a questão.
estratégia eleitoral , de modo a ganhar eleições e sentar o rabinho no trono de reizinho e distribuir prebendas pela corte .
Que chatice, e falta de vergonha nem tanto: agora é que vamos ver quem, verdadeiramente, de cara à mostra diz ganhamos.
Governo falhou, ok! Agora o que fariam 《vocezes》? Melhor? Fácil é criticar!( Arthur Schopenhauer, dixit)
Costa anuncia à sociedade a libertação dos cemitérios para enterrar os mortos. A taxa de mortalidade sobe em proporção aos infectados. Se existisse libertação da sociedade ele manteria tudo aberto, mas com telescola e teletrabalho obrigatórios nas áreas metropolitanas do Porto e Lisboa e com as discotecas encerradas.
O Outono dir-nos-á que são tudo balelas e tolices.
Pensemos num nome o mais asqueroso possível que ainda é pior do que isso.
Vamos ver a restauração… passei por vários em que as esplanadas estavam lotadas, e com gente à espera, e o interior vazio. Com o fim do Verão, duvido que se continue a comer ao livre… será que todos os que se negaram a comer no interior mantêm a postura?
O nome verdadeiro é populismo — o nome comum é filhadaputice
E como designar uma CNE que, com voz grossa, proíbe os autarcas recandidatos de publicitar a obra feita, mas depois vê Costa ir às autarquias prometer bazucadas de dinheiro aos seus candidatos e limita-se a fazer beicinho, balbuciando umas queixinhas?
Desgraçadamente, das instituições às influências e passividade de toda a natureza, passando pela manobrada comunicação, não passamos de um batalhão de rendidos
Ora porra!… Não temos sorte nenhuma! Não é que, se as eleições tivessem sido há dois anos, teríamos escapado à pandemia?…
Ou se não tivesse havido a pandemia, como seria?