


Lisboa, terminal rodoviário de Sete Rios
(depois das obras, não há passeio; passageiros recém-chegados são forçados a circular na ciclovia)



Lisboa, terminal rodoviário de Sete Rios
(depois das obras, não há passeio; passageiros recém-chegados são forçados a circular na ciclovia)
Bom dia Pedro Correia
Respeitosamente, esqueceu-se que os “pilares”, a ciclovia e o cidadão que circula na “trotinete” eléctrica que depois abandona deitada no chão em qualquer sítio, esses é que são importantes. (?!?!?!?!?!?!?)
Boa semana, saúde.
António Cabral
Típica “intervenção urbana”, caro António Cabral. Segundo o ar do tempo: prioridade ao secundário, esquecimento total do prioritário.
Valorizar o peão não é moderninho…
Saúde!
passageiros recém-chegados são forçados a circular na ciclovia
E qual é o mal???
Passageiros com malas com rodinhas circularão sempre na ciclovia, por motivos óbvios: as rodinhas rodam muito melhor num terreno liso.
Eu quando estive na Suíça, todos os dias utilizava um passeio que era também ciclovia (ou ciclovia que era também passeio): lá (um país rico!), é normal andarem peões e ciclistas pelo mesmo caminho.
Não faz mal nenhum que os passageiros circulem pela ciclovia. É só questão de os ciclistas (se os houver) circularem com o devido cuidado.
Esta é uma das portas de entrada de Lisboa. Os passageiros, desembarcados com malas, têm a opção de circular na rua ou na ciclovia. Arriscando embater num táxi ou numa das bicicletas/trotinetas que ali circulam.
Obras à Medina: há espaço para veículos de quatro e duas rodas, só se esqueceram de prever passeios para os peões.
Tanta benevolência também é demais. Em Amesterdão tive o descuido de meter os pés numa ciclovia, no minuto seguinte já tinha um holandês a buzinar-me para sair da pista.
Não há passeio?
O passeio está ao lado…que tal uns óculos de ver ao perto?
Não há passeio nenhum, imbecil. Há a estrada, onde circulam os táxis, e a ciclovia.
Esse terminal está bem localizado porque dá acesso ao Zoo… a última vez que o usei foi nessa situação.
Nunca percebi o porquê do Terminal não estar agregado à Gare do Oriente. Tem ligação com ferrovia, metro, e torna desnecessário as camionetas entrarem no centro da cidade. Até porque o trânsito nessa zona de manhã e ao fim da tarde não é coisa pouca.
As obras, é mais do mesmo. Martelar umas ciclovias, meter uns pilaretes, a vida continua.
Sim, o terminal está numa localização péssima, ali entalado. Embora tenha acesso imediato ao metro de Sete Rios.
A ligação ao zoo já não deve ser útil durante muito tempo pois o PAN anda a fazer um barulho enorme para fecharem o jardim zoológico, que oprime e deprime os animaizinhos. O doutor Costa, se precisar do voto animalista para viabilizar o Orçamento do Estado, faz-lhes essa vontade sem problema algum. E dá ordem para libertar os bichos na Serra da Malcata.
o terminal está numa localização péssima, ali entalado
É verdade que está entalado. Mas é falso que a localização seja péssima: está no local onde o Eixo Norte-Sul se cruza com a linha do metropolitano, no centro da cidade, e onde portanto é menor o tempo despendido, tanto para as camionetas lá chegarem, como para os passageiros lá chegarem.
Eu já vi centrais de camionetas na Avenida Casal Ribeiro, no Campo de Santana, e no Campo das Cebolas. Em todos esses casos as camionetas tinham que circular por avenidas pejadas de tráfego no meio da cidade, e os passageiros não tinham metropolitano. Agora, não: as camionetas saem do Eixo Norte-Sul praticamente diretas para o terminal, e os passageiros saem do metropolitano diretos para o terminal.
Nunca percebi o porquê do Terminal não estar agregado à Gare do Oriente.
Porque a Gare do Oriente fica praticamente na extremidade da cidade, enquanto que Sete Rios fica quase no centro.
Experimente ir para a Gare do Oriente de transportes públicos. E experimente ir para Sete Rios de transportes públicos. O tempo despendido depende, claro, do ponto de Lisboa de onde partir; mas, em média, demora muito mais tempo ir para a Gare do Oriente do que para Sete Rios.
torna desnecessário as camionetas entrarem no centro da cidade
As camionetas vêem pelo Eixo Norte-Sul, não perdem muito tempo a chegar a Sete Rios. A não ser que venham da Auto-Estrada do Norte ou da ponte Vasco da Gama,
as camionetas demoram mais tempo a chegar à Gare do Oriente do que a Sete Rios.
Já houve terminais de autocarros na Cazal-Ribeiro, ao Saldanha, e na Duque de Ávila. Sempre com a alegação de que ficavam no centro da cidade.
Foram removidos ao fim de vários anos, por anteriores executivos camarários, e muito bem. A expansão da linha do metro permite hoje chegar rapidamente a muitos pontos de Lisboa a partir da Gare do Oriente.
A expansão da linha do metro permite hoje chegar rapidamente a muitos pontos de Lisboa a partir da Gare do Oriente.
É verdade que permite, mas gastando imenso tempo. Não permite “rapidamente”. E por uma razão muito simples – basta olhar para um mapa -: porque a Gare do Oriente fica num canto da cidade. Literalmente: no canto nordeste da cidade.
Sete Rios também permite que lá se chegue de metro, mas gastando muito menos tempo.
Arco do Cego, as da avic saíam do Campo Pequeno. Centro da cidade, acesso por metro.
Já experimentei, obrigado. Para mim transportes públicos, dentro de Lisboa, e a entrar vindo de Norte, não são curiosidades de campanha eleitoral, nem viagens lúdicas.
O terminal rodoviário tem como prioridade servir as camionetas que entram e saem de Lisboa. Quanto menos tiverem de lidar com o trânsito local, melhor.
Que chatice o fiscal da Câmara não ter multado e obrigado o empreiteiro a limpar o passeio para os peões, embora se duvide que com aquelas malas utilizassem o passeio. Em qualquer Câmara do Continente e Regiões Autônomas isto não acontece.
Ainda bem que temos um provedor, qual Fernando Pessa com o seu ‘e esta,hein?’, que vai levantando estas questões sem qualquer populismo eleitoral.
Faz cá muita falta um Provedor de Lisboa, como era o grande Fernando Pessa na RTP.
Sugiro que sigas pela Prof. Lima Basto até à Praça de Espanha. Ciclovia pronta a passar em frente ao portão do IPO, passeios entupidos do lado do hospital e com calçada em falta do outro lado (só a estão a reparar agora, ao fim de meses, e esta péssima). Enfim, obras à Medina.
Neste momento, ou melhor durante este mês, em todo o País há obras em curso. A chatice vai ser nos locais em que houve cheias do temporal. Calhando a culpa ou é do presidente local ou, mais prático, é do Cabrita que não lê o Borba d’Água.
A propósito: já se sabe a que velocidade “voava” a viatura ministerial que a 18 de Junho atropelou fatalmente um trabalhador na auto-estrada?