Tábuas em vez de livros


Pedro Correia,

20200409_200930-2.jpg

 

Uns preferem rodear-se de livros: parece bem e confere um toque acrescido de autoridade intelectual, verdadeira ou postiça.

Mas há quem opte, também nisto, por vias fracturantes. É o caso desta deputada do Bloco de Esquerda, que mandou os livros às malvas e se fez filmar no interior de uma choupana, sem adereços burgueses nem elementos decorativos indignos da “verdadeira esquerda” – a que tresanda a realismo socialista vintage, o último grito da moda dos loucos anos 30 do século passado.

Assenta-lhe bem este visual: em vez de lombadas, tábuas carcomidas pelo caruncho. Sinal inequívoco de que a revolução está para chegar.

38 comentários em “Tábuas em vez de livros”

  1. Bom dia Pedro Correia
    Respeitosamente, não está ser injusto com a rapariga? ….eh….eh…
    Saúde
    António Cabral

  2. Choupana?! Que disparate…
    Eu o que vejo é um revestimento de madeira, que é um belo isolante térmico e uma forma distinta e selecta de revestir as paredes da casa.

  3. Esta “senhora” fez parte do triunvirato espúrio e venenoso que em 2015, os nazistas do BE e PCP, formaram com os socialistas do 44, uma tríade vermelha que reverteu tudo que tinha sido obtido com o esforço dos portugueses de lei. Não merece nada!

    A.Vieira

  4. Seguem todos a mesma cartilha. Não dão ponto sem nó.

    Aqui em Espanha, Pablo Iglesias saca do fundo do bau os fatos do avô para parecer pobre nas conferencias de imprensa:

    https://www.ultimahora.es/noticias/nacional/2020/04/01/1153801/coronavirus-espana-iglesias-avisa-gobierno-puede-pedir-sacrificios-particulares.html

  5. Passei por aqui na expetativa de encontrar uma palavrinha que fosse a propósito do idiota que contabiliza os óbitos como doentes recuperados, do traste que exige que o seu nome conste dos documentos que dão liquidez aos mais afetados pela crise do coronavírus, ou sobre as valas comuns de Hart Island…Mas nada, como não aconteceu na Venezuela, em Cuba ou na Nicarágua, não interessa, vale mais entreter o pagode com lombadas aristocráticas e tábuas marxistas.

    1. Passaste por aqui, escreveste tantas palavras e esqueceste de assinar com o teu nome.
      Se fosse na Venezuela, compreendia-se: tinhas pavor do Sebin, a sinistra polícia política lá do sítio. Mas em Portugal não dá mesmo para entender.

      1. Já cá faltava o delito de omissão, pelos vistos não é só a SEBIN que faz questão de saber quem é quem.

    2. Mais imbecil do que tudo o resto é esse ódio rançoso à América, é daquelas burrices que se aprendem na escola do estado e quando se está rodeado pelas pessoas erradas.

        1. Há muitas coisas tristes em todo o lado, a verdade é essa. Os americanos são mais open-hearted e há de tudo, imagino eu. Os canadianos que conheci não me pareçam substancialmente diferentes dos americanos, talvez mais recatados mas como vivem num país deslumbrante e muito bem organizado são secretamente mais presunçosos, como os nórdicos. Por mim prefiro o coração nas mãos dos tipos que não sabem apontar os outros países num mapa.

          E eu nem acredito em psicologias colectivas 😉

  6. A pensar eu que era mais uma entrada na rúbrica “belles toujours”, e afinal é um ataque à Joana. Ou será à Mariana?
    Não interessa, gosto das duas.

  7. Eu também vivo numa “choupana”, diferindo o tabuado de vertical para horizontal.

    Recomendo vivamente como indutor do conforto ambiental, nomeadamente higrométricas, térmicas e sonoras.
    Para alem de serem potenciadoras de um ambiente mais natural e catalisadoras de uma boa gestão energética.

    Para compor, no entanto, não deixo de me rodear dos meus livros, o ultimo refugio dos dias que passam., com um toque de decoração retro chic .

    Quanto à revolução, provavelmente ficou adiada “sine die”.

      1. Meu caro, sem querer parecer pretensioso, a verdadeira revolução provavelmente terá tido agora um impulso. e essa radica em coisas simples, como a família, a amizade e o sentido de comunidade.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *