WTF???


Cristina Torrão,

O líder do PSD admitiu conversações com o Chega com vista a entendimentos eleitorais.

O Chega também só aceitará conversar com um PSD que aceite ser oposição à séria e não a dama de honor do governo socialista.

Além de admitir conversações, Rui Rio dá tamanho protagonismo a esse liderzeco de partidozeco, machista e racista de pacotilha? Dá-lhe espaço para impor condições?

Pedro Correia, fala, ali mais em baixo, na honra perdida do PSD. À honra, eu acrescento uma votante. Porque, no dia em que houver entendimentos destes, eu deixo de votar PSD! Podem dizer-me que o meu voto de nada vale. Mas, para mim, é uma questão de honra e declaro-o neste blogue, no qual não me faltam testemunhas: deixarei de votar no único partido em que, até agora, votei!

44 comentários em “WTF???”

  1. Muito impressionante!
    Acontece que o líder do Chega foi PSD e não tão pequeno assim.
    – Pegou no assunto dos ciganos, por estes infestarem com suas ‘originalidades étnicas’ a autarquia a que o PSD o candidatou.
    – Prosseguiu para o ataque ao corretês para suprir a cobardia do PSD e do CDS
    – Nunca o ouvi negar as origens; mas seguramente sabe que o espaço politicamente abandonado é o daqueles que já não suportam tanta esquerdalhada imbecilizada.
    E sim, o Chega ou quem faça o serviço público de sacudir os mantras esquerdalhos, vai ter lugar na política portuguesa, com ou sem o seu voto.

      1. Cristina, aí, na Alemanha, isso também não está famoso (AfD). Há sempre qualquer coisa, na Germânia, que arde por baixo, que luz como brasa.

        Contudo, secundo-a. É irónico, burlesco, Rio ponderar tais avanços quando no início prometia reposicionar o PSD ao Centro, à Social Democracia.

        Claro que no PSD, assim, também não votarei. Resta o IL. À Esquerda, nos próximos tempos, também não darei o meu juramento

        1. Sim, na Alemanha existe o AfD (já agora, gostava de saber o que os apoiantes do Chega pensam do AfD; estarão conscientes de que, caso o AfD chegasse ao poder, na Alemanha, os portugueses aqui residentes seriam tratados como aí o Chega quer tratar os imigrantes?).

          Adiante, dizia eu que sim, há aqui extrema-direita e até é mais votada do que aí. Mas nunca passaria pela cabeça dos dirigentes do CDU fazer coligações com o AfD. Aí é que está o ponto. Com certeza que o Vorph ouviu falar do escândalo de Thüringen, há vários meses, quando o chefe do FDP local (o partido liberal), foi eleito Ministro-Presidente desse “Land” com a ajuda dos votos do AfD. Nem se tratou de coligação, os deputados do AfD, no Parlamento local, apenas votaram nele. Foi um terramoto político no país, o homem teve de se demitir dois dias depois. Era assim que se devia agir com o Chega!

    1. Parece que base de apoio ou votantes (1,–%) do chega pra lá saíram do psd e do cds, e que nestas sondagens recentes (6,–%) são/vieram das perdas do psd e do cds. O comentador da bola (com peruca de rufia) está demissionário do chega pra lá e o contabilista está a arranjar uma classificação pra ele continuar lá, não vá ele sair e candidatar-se a líder do psd.
      Que tal a ideia?
      Pois, os dedos em V no ar passa a ser a mão estendida. Que mal é que tem, desde que afaste a esquerdalhada imbecilizada teremos o assunto resolvido.
      Prontus.

      1. O do Chega líder do PSD?
        Que pesadelo!
        Era desta que eu mudava mesmo a minha nacionalidade.
        Sou casada com um alemão há quase 28 anos, tenho autorização de residência vitalícia. A nacionalidade alemã é-me mais do que acessível.

    2. Apoiado! Estou nessa situação: por não me rever neste PSD de Rui Rio, (que foi o partido em que sempre votei) tenciono votar no Ventura. É preciso sacudir a esquerda, as pessoas estão muito cansadas das suas “agendas” repugnantes.
      É um duplo voto de protesto: contra esta frente de esquerda que destruiu este país e os valores em que acreditava e também quero que seja um sinal inequívoco do meu descontentamento com esta liderança de Rui Rio e pela sua estratégia errada, subserviente e cobarde. Espero que muitos mais eleitores façam o mesmo, através do seu voto. É preciso dar-lhe esse sinal, para que este PSD acorde e perceba de uma vez por todas que já não nos serve, que não nos representa e nos sentimos traídos.

  2. A Cristina Torrão já anda apoiar a muito tempo esse senhor do chega,que foi um dos protegidos de Passos Coelho enquanto primeiro ministro.
    E depois o proprio chega é fundado com muitas ligações ao PSD.
    Por isso não percebo a sua indignação… se diz que sempre votou no PSD.

    1. Nunca tinha ouvido falar dele. Vivo na Alemanha há 28 anos e, nas eleições, limito-me a votar no meu partido de sempre, nem sequer assisto à campanha eleitoral (quando voto; por vezes, no estrangeiro há falhas no envio dos boletins de voto).

      O PSD, para mim, sempre foi o partido de Sá Carneiro, a direita democrática e civilizada, como a CDU alemã. Pelos vistos, esse partido já não existe, em Portugal. Confesso que depositava esperanças em Rui Rio. Mas assim não!

        1. António Vaz, esse caso da eleição do Ministro-Presidente de Thürigen é-me conhecido, não preciso de ir ler nada. Não se tratou de coligação, mas tão-só de os deputados regionais de Thürigen do AfD terem votado no líder do FDP para Ministro-Presidente do “Land” mais pequeno da Alemanha. A situação criou um terramoto político tal, que o homem teve de se demitir dois dias depois. Ou seja, a Merkel logo pôs esses idiotas em sentido, sendo apoiada pelo resto do país. Era assim que se devia agir com o Chega, em Portugal!

      1. Para: 20:12

        ” no único partido em que até agora votei”

        Não tenho filiação partidária, e acredito mais em pessoas do que em partidos.
        Mas o PSD na decada de 80 do governo de Sá carneiro,Freitas de Amaral, Pinto Balsemão têm uma grande responsabilidade na intervenção do FMI em 1983 em Portugal, governado depois pelo bloco central de Mario Soares e Mota Pinto até 1985.
        O governo de 1985 até 1995 do PSD de Cavaco Silva é responsável pela destruição das pescas,agricultura, do nosso sector produtivo e até de um certo sector empresarial,etc, é um governo que desbaratou fundos europeus, esbanjou dinheiro ou melhor milhões em inúmeras trafulhices(conhecidas por toda gente bem informada.)

        Um pequeno reparo a honra do PSD no qual tanto gosta, foi o governo de Cavaco Silva que não se dignificou a conceder a reforma ao Salgueiro Maia em 1989 por serviços excepcionais e relevantes prestados ao país, que já sabia que ia morrer da doença que então sofria.
        Esta recusa só viria a ser conhecida três anos depois, quando o executivo de Cavaco concedeu a mesma pensão a dois inspectores da extinta PIDE/DGS, António Augusto Bernardo e Óscar Cardoso.

        Aliás o Governo de Cavaco Silva é um excelente exemplo de gente desonesta, nomes, como Dias Loureiro,Duarte Lima,Oliveira Costa….etc.
        O governo de 2002 de Durão Barroso, é o tal que fugiu para a comissão europeia abandonando o país e também aquele que anda ligado a gente muito pouco aconselhavel como a goldman sach(…)

        O Passos Coelho tem uma larga percentagem de responsabilidade da entrada da troika em Portugal com o chumbo do PEC 4(…) em Espanha já foram mais espertos.
        O governo de Passos Coelho durante esse período difícil tem uma serie de observações infelizes e decisões catastróficas, conhecidas.

        Concluindo e resumindo podia enumerar detalhadamente todo este passado,mas acho que não interessa.
        Isto para perguntar onde é que está a honra do PSD!?!
        E se a Cristina Torrão sempre votou no PSD, e que é um direito seu, porque é que só agora sente tanta revolta por causa do Andre Ventura.

        Mas Rui Rio como pessoa parece-me ser honesta e responsável, mas posso estar enganado, pois tenho me enganado em relação as pessoas muitas vezes.

        Rui Santos

        1. Rui Santos
          Então isso diz-se?
          Isso existiu mesmo?
          Não foi só a perigosíssima esquerda, radical e tudo o mais que sempre governou este país. Eu disse radical? O que é disso de esquerda radical?
          Você julga que quem leu o seu comentário acreditou naquilo que escreveu?
          Quem acreditou, também viveu esse tempo agradece-lhe ter tido a ideia.
          Só faltou um pormenor. Cada vez que oiço ou leio sobre o Sá Carneiro é que foi e tal, pergunto-me por uma, só uma lei que feita no governo da AD que resolveu algum problema estrutural do país? Não podia ter feito por isto e aquilo, então não fez nada e por isso lembrar o quê?

          1. Caro Anónimo 22:32

            Toda a minha vida penso e tento ser imparcial, (mas contra factos, não há argumentos),e sempre me fez confusão o fanatismo politico de defender algo, só porque eu assim gosto ou porque me convém.

            Como percebi pela sua crítica,também conhece bem esse passado (muito mais haveria para dizer), que explica em parte os problemas de hoje…

            Obrigado

            Rui Santos

  3. Então, ainda não percebeu que o PSD está morto só falta o enterro?

    A autora distingue-se do PS ou mesmo do Bloco em quê?
    Se o PSD estivesse a falar com Bloco tínhamos este mesmo texto? claro que não.

    lucklucky

    1. Está morto, sim, agora acredito.

      PS? Nunca! Bloco também não.
      Mas é verdade que não escreveria um texto tão radical.

      E para que preciso de me distinguir de alguma coisa? Para entrar no seu clube, ou coisa parecida?

      1. Acho que o que lucklucky queria dizer é bem mais simples do que isso — como todas as verdades costumam ser. Se o que a Cristina escreve e normalmente defende não se distingue de ideias que normalmente radicam no centro-esquerda, qual é a razão de ser do seu partido?

        Ao longo do tempo temos assistido a que as pessoas do PSD têm medo de se assumir como liberais ou conservadores — sobretudo porque o espaço mediático controlado pelos códigos morais das esquerdas exige que toda a gente diga coisas de esquerda em público para não ficarem mal vistos. Marcelo, Marques Mendes, Rio, you name it. Têm de ser todos bonzinhos, procurar consensos, ser europeístas — no fundo, quase socialistas. Culpar Rio pelo desaparecimento do PSD tem imensa graça uma vez que estas meias-tintas não são de agora, vem do primeiro momento em que apostaram todas as fichas em tornar Portugal subsidio-dependente, ficando uma série de problemas e complexos por resolver:

        – os complexos tropicais e colonialistas e a conversa mole com angolanos e brasileiros (que agora se traduzem coisas abjectas como acordos ortográficos) e tentar simplificar a vida às minorias enquanto cada vez mais portugueses vivem pior e são escravos dos impostos

        – os complexos de culpa do salazarismo e da pobreza rural (do mal o menos)

        – a ideia de que a partidarização das instituições consegue sobrepôr-se ao familialismo e à cunha clubística (o maior obstáculo ao progresso em Portugal: ser governado por medíocres ignorantes apenas porque conhecem as pessoas certas e são de famílias burguesas com os seus complexos habituais — e que copiam tudo porque os verdadeiros detentores de massa-crítica são preteridos e escorraçados pelo sistema). Não só não consegue, como ainda é pior.

        – à falta de cultura (nativa) ou a cultura que o esquerdismo destruiu (e que agora o Turismo reinventa à pressa como mercadoria — mas ao Domingo à noite acaba o sonho e a depressão volta). Mas neste aspecto estamos melhor em determinadas dimensões.

        E juntamente como PS, no geral, são os culpados da sociedade mesclada, medíocre e pobre que já se afirma.

        Portanto a pergunta é: hoje em dia o PSD é o quê? Onde se situa, o que quer para Portugal? Igual ao que fizeram ontem?

      2. “Mas é verdade que não escreveria um texto tão radical.”

        Pois, o Bloco de Esquerda é só o partido mais racista em Portugal fruto do seu Marxismo, quer censura de volta e campos de reeducação.

        Ou então vamos falar do PS e da vingança do Secretário de Estado contra uma família por esta se recusar os atender às aulas de Religião e Moral?

        “E para que preciso de me distinguir de alguma coisa? Para entrar no seu clube, ou coisa parecida?”

        É conveniente os partidos distinguirem-se uns dos outros para justificarem a sua existência.

        lucklucky

  4. “Além de admitir conversações, Rui Rio dá tamanho protagonismo a esse liderzeco de partidozeco, machista e racista de pacotilha? Dá-lhe espaço para impor condições?”
    Democraticamente deplorável este postal ao dirigir-se e tratar desta maneira alguém que está no parlamento por direito próprio, e para questionar quem e quando muito bem lhe apeteça.
    Para bater palmas acorrentadas aos ídolos em voga já temos de sobra.
    Nem precisava de anunciar que sempre votou no PSD, e isso parece que acabou, mas não pretenda levar ninguém consigo indo para onde lhe apeteça.

  5. Segundo as sondagens, o Chega é já o terceiro partido mais votado. A continuar a crescer a este ritmo (e as circunstâncias são extremamente favoráveis), tornar-se-á decisivo para a formação de qualquer governo.
    Mas continuemos a assobiar para o lado.

  6. Boa noite, RRio respondeu somente a uma pergunta que lhe foi feita. Ou acha que deveria ficar mudo? Quanto à resposta, foi claro. Com este chega não havia conversa, ao contrário do que induz. Mas afinal quando foi que o líder do chega ganhou protagonismo? Eu lembro-me: quando foi candidato autárquico pelo PSD à CM Loures, e se pôs a falar de ciganos. Na altura teve todo o apoio da direção nacional do PSD.

  7. Ao que chegou aquilo que ainda se designa por Oposição.
    De derrota em derrota até à chamada do táxi que levará sem retorno
    tal incapaz.

  8. Madam, wtf is happening with you?

    Será que ainda não percebeu a importância das manadas, dos rebanhos, das ordas de votos?

    Será que ainda não entendeu o lado perverso da democracia representativa?

    Será que ainda não vislumbrou o alcance das sondagens e a percentagem atribuída ao Chega?

    Será que ainda não alcançou o significado da eleição de D. Trump e do Brexit?

    Tudo leva a crer que é apenas mais uma daquelas pessoas incluídas na já célebre citação do ex-operacional da KGB, Yuri Bezmenov:

    “They are programmed to think and react to certain stimuli in a certain pattern [alluding to Pavlov]. You can not change their mind even if you expose them to authentic information. Even if you prove that white is white and black is black, you still can not change the basic perception and the logic of behavior.”

  9. Tenho a posição exacta da D. Cristina Torrão. Sou PSD e tenho esperança que apenas tenha passado uma coisa pela cabeça do DR. Rui Rio devido á pressão de ter que usar máscara… nem vou falar no resto para não lavrar no erro ! Espero que apague rápido o que lhe saiu pela boca fora…, pois ainda por cima é nortenho, tem responsabilidade em seguir pela linha!
    PSD acaba por juntar-se ao CDS.

    1. Deve dizer-se: “que apague rapidamente…”

      “Que apague rápido…” é brasileiro ou futebolês

      Escola pública, não é? Pois é..

  10. Eu também acho que o PSD, em caso de vitória eleitoral e se os resultados o permitirem, deve procurar um entendimento com o BE esse farol da democracia em Portugal!

    Smoreira

  11. Recordo o seguinte: Ventura saiu do PSD e formou o Chega — não é ninguém que tenha vindo de um planeta distante. Veio, aliás, dos lugares mais pestilentos do regime, que são as jotas e o Benfica.

      1. Não o subestime — não resulta. Ventura é igual a 2 ou 3 milhões de pessoas que cresceram e vivem no desconforto dos subúrbios de Lisboa e do Porto (se calhar no Porto menos, não conheço tão bem). Para eles, os conflitos raciais não são meras abstracções.

  12. Para anónimo das 13:43 (em 31-julho)
    Aqui vai para lhe avivar a memória.
    É um trabalho oficial e académico. Repare nos nomes aí citados de pessoas que foram e serão sempre inquestionáveis.

    ” Portugal assinou o Tratado de Adesão à Comunidade européia em Junho de 1985 e entrou na CEE a partir de 1º de Janeiro de 1986, passando a dar prioridade total à sua integração.

    As consequências da adesão à CEE foram extremamente importantes para Portugal.

    Em primeiro lugar, permitiu consolidar a democracia portuguesa que, entre 1974 e 1986, passara por uma grande instabilidade política e por acrescidas dificuldades económicas decorrentes dos exageros revolucionários.

    A democracia portuguesa – como escreveu Vital Moreira –, deixou de ser problemática, “sendo hoje uma realidade inquestionável, não tendo sequer de confrontar-se com os fenómenos de extremismo político de direita, nacionalista e xenófoba, que hoje assolam algumas democracias bem mais antigas e sólidas da Europa”. A estabilidade do sistema partidário, assim como a estabilidade governamental, são a tónica dominante da vida política portuguesa desde 1987.

    Em segundo lugar, os benefícios decorrentes da integração funcionaram como “alavanca do desenvolvimento económico”, o que permitiu a redução da taxa de inflação para níveis históricos e a melhoria das condições de vida dos portugueses.

    O processo de integração europeia constitui o acontecimento mais relevante para o desenvolvimento da economia portuguesa, o mais poderoso vector de modernização de toda a sua História. Os fundos estruturais europeus, os chamados fundos da coesão em favor dos Estados-membros que, como Portugal, registavam um PIB por habitante inferior a 90% da média europeia, foram decisivos para o nosso desenvolvimento económico.

    O desempenho global muito positivo da economia portuguesa, com um importante acréscimo de produtividade, levou a que a nossa economia, de forma gradual, tenha passado a convergir para a média da Comunidade europeia.

    A evolução da economia portuguesa, entre 1988-1998, deu mesmo um salto qualitativo importante, no sentido da convergência real com os Estados-membros da UE.

    A aceitação da disciplina económica e monetária proposta pela CEE levou, em 1992, à integração da moeda portuguesa, o escudo, no mecanismo de câmbio do Sistema Monetário Europeu (SME) e à aceitação dos critérios de convergência previstos no Tratado de Maastricht, de tal modo que, em 1º de Janeiro de 1999, pudemos aderir à moeda única, ao EURO, como já referimos.”

    Acrescento uma coisa: já ouviu falar do sistema de quotas a que fomos obrigados, quer no sector das pescas, ou na agricultura, etc.? Antes de falar convinha que fosse mais informado.

    1. Ao anónimo das 10:15
      Anónimo porque não se digna assinar, o que escreveu!?!

      Trabalhos académicos incipientes, e pareceres sempre foram bem pagos em Portugal, para irem para as gavetas da ilusão para não dizer outra coisa.

      De facto convinha que fosse melhor informado em relação ao tema que focou, pois apresenta factos históricos inegáveis, mas depois mete mais água do que um Titanic, e já agora explique a recessão económica de 1993, se não tiver mais trabalhos académicos o wikipedia ajuda.

    2. “Acrescento uma coisa: já ouviu falar do sistema de quotas a que fomos obrigados, quer no sector das pescas, ou na agricultura, etc.? Antes de falar convinha que fosse mais informado.”

      Acredito que o anónimo deve ser muito jovem, pois assim explica essa arrogânçia ignorante e pouco conhecedora dessa realidade que eu vivenciei.

      Tendo em conta que vai buscar Vital Moreira, não sei se seu professor mas para o caso também não interessa, mas sem entrar em “debate consigo”,acho que devia ler outras fontes de outras pessoas como por exemplo Miguel Sousa Tavares(a história não acaba assim escritos políticos de 2005 a 2012), pesquisar Alfredo Barroso,João Ferreira de Amaral e alguns livros deste políticos e escritores sobre esse tempo. Bem existem muitos outros nomes de personalidades conhecidas de diferentes áreas políticas que o elucidarão sobre a realidade desse tempo.
      ( concretamente nas pescas agricultura … etc ).

      Bem é verdade que também existem os do país das maravilhas,mas desses não reza a história se realmente queremos a verdade.

      Isto para concluir que está enganado ou melhor mal informado, mas arrogância ou soberba já tem a ver com falta de educação.

      Pedro Matos

  13. Com tanto “chumbo”, que tal se afinasse a sua pontaria?

    Parlamento “chumba” PEC 4 – SIC Notíciassicnoticias.pt › pais › 2011-03-23-parlamento-chumba-pec-IV.

  14. Resposta dirigida ao Anónimo das 10:55 / 9:49/ 9:59 /10:15
    ( Pelo estilo, presumo que seja o mesmo mesmo)

    Começo por pedir as minhas desculpas pelo atraso na resposta , mas só soube agora por amigos que andava aqui no Post um anónimo irado em relação ao que eu comentei.

    1-Agradeço a sua atenção e o tempo que dedicou a leitura do meu comentário, apenas lamentando a sua incapacidade de leitura e de interpretação do que eu quis dizer, ou seja tudo começa com a “honra perdida do PSD”, em que a Cristina Torrão e bem, mostra o seu profundo desagrado com um possível entendimento de Rui Rio com André Ventura, e em caso de isto suceder levá-la a deixar de votar no PSD.(partido que votou sempre)

    Então perante tal indignação da CT faço aqui uma pequena retrospectiva de episódios em diferentes tempos que se passaram com o PSD que nada dignifica a honra não só individual como colectiva de um partido, que por muito que custe aos militantes do PSD são manchas de honra que estão há muito comprovadas na história por diversas personalidades, de diferentes áreas políticas,ou profissionais.
    Como se costuma dizer contra factos não há argumentos).Se o anónimo se der ao trabalho e a paciência de analisar diversas fontes que estão registadas em livros em jornais…poderá constatar se tiver capacidade e sentido de imparcialidade mais analise critica, da veracidade dos factos que eu comentei de uma forma simples e sem detalhes porque estes existem e não são simpáticos.

    3-Comentei sobre o PSD porque era o tema em questão e apenas isso.

    O André Ventura pelo qual eu não tenho simpatia nenhuma (bem como Joacines e outros tais).Não pode ser motivo na minha opinião para deixar de votar no PSD, se no passado o PSD teve episódios bem piores como aqueles que eu referi que mancham a honra de qualquer partido e muitos continuaram a votar neles como é o caso.
    E por achar que considero o Rui Rio uma pessoa honesta e responsável e que teve um comportamento de estadista neste período difícil da pandemia que está longe de acabar, infelizmente, e que é criticado por não fazer oposição ao governo a meu ver injustamente (mas isso dá outro rosário).

    4- Eu Rui Santos não tenho filiação partidária nenhuma e sinceramente não morro de amores por políticos seja qual for a cor destes( PS, PSD…etc).
    Assim eu dizer que gosto mais de pessoas do que partidos, isto de hoje falar-se em direita ou esquerda vale o que vale.

    5-Tentei pelos vistos de forma fracassada falar em honras perdidas dentro do contexto do tema e somente isto.

    6-O anónimo veio defender a sua Dama O Sr. Cavaco Silva e o seu PSD, abordando temas e criticando aquilo que eu nem sequer comentei de forma aprofundada, agora devia o sr. argumentar com mais conhecimento de causa em matérias como agricultura, as pescas, e o sector produtivo, mais uma vez tenha o trabalho de ler por fontes credíveis o que realmente se passou….

    Contas de outro Rosário

    7. Um pequeno aparte, em resposta ao anónimo( que foge ao contexto do tema do Post)

    Socrátes tem culpas no cartório em diversas matérias.
    Mas em relação ao PEC 4 até a própria Merckel lamentou o chumbo.Em Espanha que era um dos aflitos evitou a entrada da Troika para bem deles mas em Portugal, Passos Coelho teve sede de poder.
    Teixeira dos Santos Um homem da Opus Dei ou com ligações a esta pelo qual não tenho simpatias nenhumas.
    Mas o anónimo devia lembrar-se de Eduardo Catroga e o que ele disse depois das negociações com a Troika em que esteve empenhadamente envolvido, e o que disse uns anos mais tarde.

    Espero ter esclarecido o Sr anónimo.
    (E o meu obrigado a Cristina Torrão pela paciência)

    Rui Santos

    1. Só para completar ….

      ” Mas em relação ao PEC 4 até a própria Merckel lamentou o chumbo”

      Em relação ao PEC 4, o que eu quero dizer é que o PSD não permitiu aplicar a última tentativa de evitar o resgate, que Sócrates negociou com Bruxelas.

      Chegaria o PEC IV para baixar os juros e impedir um resgate?
      nunca vamos saber.

      Passos Coelho, sempre que negociou ou quando ‘chumbou’ o PEC IV, argumentava que o fazia porque era preciso acabar com a austeridade, que pesava muito e não estava a resolver o problema. Para Passos, nessa altura, a mudança de Governo ajudaria a resolver o problema.

      Em relação ao Eduardo Catroga(PSD)
      As entrevistas de Catroga à data, reclamando louros, eram pura propaganda política – como foi a declaração de Sócrates mostrando o memorando que, dizia, tinha evitado o pior.

      Rui Santos

    2. Agradeço a sua resposta, Rui Santos, bem como à Cristina Torrão.

      Sem mais delongas, apenas isto: será, de facto, a política uma nobre arte? Não creio. Objectividade, isenção, exactidão e imparcialidade, parece já não fazerem parte do chamado ” jogo político”.
      Um dia, a História, com o devido distanciamento, iluminará os factos, as circunstâncias e os nexos de todos os enredos. Aguardemos, pois, deixemos de lado as emoções que toldam a visão e, por vezes, retiram o discernimento.

      Sorte a de quem ainda se sente representado e se revê naquela “Casa da Democracia”.
      Já não é o meu caso, infelizmente.

      Fico-me por aqui. Agradecia que não tomasse como ofensiva a pequena “contenda” ou divergência sem importância, que travámos. Não era essa minha intenção. Tem, evidentemente, todo o direito à sua opinião.

      Tenha uma boa semana.
      FPereira

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