Sinceramente, não consegui ver nada através das ligações que não o que já está postado.
Mas em matéria de austeridade e não austeridade, pós abertura paulatina à normalidade, era importante que Costa concretizasse para que saibamos o que será diferente do que até agora tem sido nesta matéria.
Sim, precisamos saber o que mudou no Ecofin e em Bruxelas para além da deslocalização do CR7 das finanças.
Em matéria de austeridade, no que me toca em pessoa, dar-lhe-ei tanta importância quanto à importância que atribuo aos histerismos e ignorâncias aplicadas em torno dos comportamentos com este covid. Isto é: não deixarei de agir de acordo com os conhecimentos que possuo na matéria, e que actualizo, e com a minha consciência. Portanto, eu não me sinto confinado. A única anormalidade que continuo a sentir e a viver é o de ter de partilhar a vida com tanta pantominice.
«Por todos os santinhos, não lhe perguntem nada hoje!!!» Não creio que títulos de notícias – mesmo que até seleccionados de uma mesma fonte – sirvam para responsabilizar (neste caso) o PM do que eles pretendem “sugerir”… já que, como toda a gente sabe, até o próprio conteúdo da vasta maioria das notícias é, de algum modo, uma interpretação de acontecimentos por parte dos seus autores: é por isso que, alguns de nós preferem ler o (acreditar no) I e outros, (n)o Diário de Notícias. Uns preferem o que chamam de conteúdo noticioso da SIC e outros, o da RTP.
Do que eu, tenho ouvido da boca do próprio PM, diria que ele sabe que tem de haver alguma austeridade mas não essa “austeridade”. Explico-me: há a “austeridade” dos que querem “ser mais troikistas do que a troika”, dos que vivem ainda hoje com o credo na boca de que “vem aí o diabo” e, depois há os que sabem que não havendo muito dinheiro disponível (Portugal é pobre mas isso nem é um fenómeno recente), ele terá de ser aplicado em algo que reproduza mais riqueza para poder continuar a fazer movimentar o maldito círculo vicioso económico-financeiro necessário a tudo o que o Estado é obrigado, para criar uma sociedade mais justa e saudável. A “austeridade” provou ser uma fórmula errada: «foi uma má ideia e seria uma má ideia»
Sou reformado e até tenho uma reforma que permite viver confortavelmente. Até meados de Janeiro, tinha a certeza de que ela estava garantida para o resto da minha vida. Hoje, não tenho tanta certeza do amanhã… Diz o PM: «Já ando nisto há muitos anos para não dar hoje uma resposta que amanhã não possa garantir» e é isso que deve dizer, na minha opinião, sobre o amanhã. Sim, sei que para alguns, o mal está – como já vi aqui escrito no DO! – em que este governo “só faz trapalhadas” e que é por isso que vamos, muito em breve, descobrir que afinal o diabo sempre acabou por vir… são os que nunca ouviram falar da crise financeira de 2008… sim, os mesmos que agora dizem que o COVID-19 é uma gripe e, os mesmos que vão, muito em breve, fazer de conta que os “xuxalistas” apenas provocam bancarrotas porque, lá dizia a Thatcher, «The problem with socialism is that you eventually run out of other people’s money».
Deve pairar uma maldição sobre a Ibéria : vejam a pandilha monclovita aqui do lado – inenarravelmente pior do que o que nos toca aquém-Caia. IUm misto de leviandade incompetente combinada com diletantismo ideológico, tudo multiplicado por 17. Galiza, a possível excepção. E a suspeita de uma mão que embala o berço, não necessariamente espanhola. . Um molho de brócolos ao qual não se vê saída. Fernando Ónega ( La Vanguardia, hoje, 18 ) bem o reflecte…
Austeridade, apenas depois de se pôr nelas. Vamos ver o que vale a dupla Rio Chicão. Daqui a uns 5 anitos é correr com esses e dar salvas ao PM Medina.
O Chicão já mudou de opinião em relação ao aeroporto, agora já pode ser, isto depois de uma longa “conversa” com uma das pessoas que no CDS lhe fez oposição. O povo é sereno e pelo menos 20% vota PS por isso vai ter (uma vez mais) o que merece, desta vez e já com mais sabedoria nem me vou dar ao trabalho de rebater (muito) os “liberais democratas” que andam por aí de cimitarra afiada.
A 9 de abril tivemos uma grande comunicação sobre a abertura das escolas. Esta semana, com a provável renovação do último período de 15 dias de estado de emergência, pouco ou nada se mantém. Até 30 de abril o “focus group” irá trabalhar intensamente para definição do levantamento das restrições.
Não, não perguntamos.
Sinceramente, não consegui ver nada através das ligações que não o que já está postado.
Mas em matéria de austeridade e não austeridade, pós abertura paulatina à normalidade, era importante que Costa concretizasse para que saibamos o que será diferente do que até agora tem sido nesta matéria.
Sim, precisamos saber o que mudou no Ecofin e em Bruxelas para além da deslocalização do CR7 das finanças.
Em matéria de austeridade, no que me toca em pessoa, dar-lhe-ei tanta importância quanto à importância que atribuo aos histerismos e ignorâncias aplicadas em torno dos comportamentos com este covid. Isto é: não deixarei de agir de acordo com os conhecimentos que possuo na matéria, e que actualizo, e com a minha consciência. Portanto, eu não me sinto confinado. A única anormalidade que continuo a sentir e a viver é o de ter de partilhar a vida com tanta pantominice.
🙂
Mas há alguém que julga que os milhões que aí vêm não têm de ser pagos?!
“As dívidas não são para pagar… gerem-se.”
“Pagar a dívida é uma ideia de crianças.”
essa máxima socrática não deu grande resultado.
Podem perfeitamente não serem pagos.
Falem com o Sporting e inteirem-se de como se dá a golpada.
Sim, o Sporting é um bom exemplo, um clube que está de excelente saúde.
Não há motivo para preocupações.
Hoje é como qualquer outro dia: Seja o que Deus quiser.
José de Bêtum
… e amanhã vai fazer sol – se não chover…
«Por todos os santinhos, não lhe perguntem nada hoje!!!»
Não creio que títulos de notícias – mesmo que até seleccionados de uma mesma fonte – sirvam para responsabilizar (neste caso) o PM do que eles pretendem “sugerir”… já que, como toda a gente sabe, até o próprio conteúdo da vasta maioria das notícias é, de algum modo, uma interpretação de acontecimentos por parte dos seus autores: é por isso que, alguns de nós preferem ler o (acreditar no) I e outros, (n)o Diário de Notícias. Uns preferem o que chamam de conteúdo noticioso da SIC e outros, o da RTP.
Do que eu, tenho ouvido da boca do próprio PM, diria que ele sabe que tem de haver alguma austeridade mas não essa “austeridade”. Explico-me: há a “austeridade” dos que querem “ser mais troikistas do que a troika”, dos que vivem ainda hoje com o credo na boca de que “vem aí o diabo” e, depois há os que sabem que não havendo muito dinheiro disponível (Portugal é pobre mas isso nem é um fenómeno recente), ele terá de ser aplicado em algo que reproduza mais riqueza para poder continuar a fazer movimentar o maldito círculo vicioso económico-financeiro necessário a tudo o que o Estado é obrigado, para criar uma sociedade mais justa e saudável. A “austeridade” provou ser uma fórmula errada: «foi uma má ideia e seria uma má ideia»
Sou reformado e até tenho uma reforma que permite viver confortavelmente. Até meados de Janeiro, tinha a certeza de que ela estava garantida para o resto da minha vida. Hoje, não tenho tanta certeza do amanhã… Diz o PM: «Já ando nisto há muitos anos para não dar hoje uma resposta que amanhã não possa garantir» e é isso que deve dizer, na minha opinião, sobre o amanhã. Sim, sei que para alguns, o mal está – como já vi aqui escrito no DO! – em que este governo “só faz trapalhadas” e que é por isso que vamos, muito em breve, descobrir que afinal o diabo sempre acabou por vir… são os que nunca ouviram falar da crise financeira de 2008… sim, os mesmos que agora dizem que o COVID-19 é uma gripe e, os mesmos que vão, muito em breve, fazer de conta que os “xuxalistas” apenas provocam bancarrotas porque, lá dizia a Thatcher, «The problem with socialism is that you eventually run out of other people’s money».
Não lhe perguntem nada, nunca!
Mesmo assim debitará palavras até mais não.
Um mentiroso encartado.Muitos papalvos cegos que ainda o levam a sério.
Deve pairar uma maldição sobre a Ibéria : vejam a pandilha monclovita aqui do lado – inenarravelmente pior do que o que nos toca aquém-Caia.
IUm misto de leviandade incompetente combinada com diletantismo ideológico, tudo multiplicado por 17. Galiza, a possível excepção.
E a suspeita de uma mão que embala o berço, não necessariamente espanhola.
.
Um molho de brócolos ao qual não se vê saída.
Fernando Ónega ( La Vanguardia, hoje, 18 ) bem o reflecte…
JSP
O homem anda a atirar palha ao ar, para ver de que lado está o vento.
Sim, acho que é melhor evitar novamente a questão 😀
Tanto invocaram o diabo que ele acabou por aparecer.
Austeridade não, ajustamento.
Austeridade, apenas depois de se pôr nelas. Vamos ver o que vale a dupla Rio Chicão.
Daqui a uns 5 anitos é correr com esses e dar salvas ao PM Medina.
(e esse aeroporto, arranca ou como é?)
O Chicão já mudou de opinião em relação ao aeroporto, agora já pode ser, isto depois de uma longa “conversa” com uma das pessoas que no CDS lhe fez oposição.
O povo é sereno e pelo menos 20% vota PS por isso vai ter (uma vez mais) o que merece, desta vez e já com mais sabedoria nem me vou dar ao trabalho de rebater (muito) os “liberais democratas” que andam por aí de cimitarra afiada.
WW
A 9 de abril tivemos uma grande comunicação sobre a abertura das escolas. Esta semana, com a provável renovação do último período de 15 dias de estado de emergência, pouco ou nada se mantém. Até 30 de abril o “focus group” irá trabalhar intensamente para definição do levantamento das restrições.