“Enquanto ia atravessando a ponte, lembrou-se de novo como Amesterdão era uma cidade calma e civilizada.” (Ian McEwan)
20 comentários em “Vinte cidades que jamais esquecerei (XIII)”
Bom dia Pedro, Boa escolha. Fui lá pela primeira vez em 1973, de mochila às costas . Depois voltei várias vezes na decada de 1980/1990, em trabalho. Gostei sempre. Agora há uma decada que já lá não vou…tenho que programar uma visita. Abraço
Uma cidade que está no prelo “a visitar”, mas este ano deve ser a visita cíclica ao Canada natal. Quero ir ao Concertgbow e tenho visto óperas arrojadas e com qualidade vindas de Amesterdão. Provavelmente não dará para descansar do clima açoriano 😉
Pelo que conheço garanto que vale a pena, mas não fui ainda do Atlantico ao Pacífico, mas recomendo como cidades já conhecidas Quebec City, Montreal, uma passagem rápida por Otava. Toronto pode parecer estranha, muito dinheiro mas cultura é muito virada para patrocínios, mas lá perto tem Thousand Islands, Niagara-on-lake, Niagara Falls e se for no festival de Shakespeares a amorosa gémea do original Stratford e o seu importantíssimo teatro.
Esta aqui fica na pele…e já foi um destino subversivo há umas décadas. A primeira vez, fui “de trela”, ciceronada pelos progenitores; a segunda, fui em segredo… numa escapadinha memorável enquanto verdejei uns meses em Paris; as seguintes só por umas horas, a caminho de Maastricht (outra cidade lindíssima). Declaro solenemente que gosto dos holandeses, o povo que melhor pinta à face do planeta.
Tenho sentimentos contraditórios em relação a Amesterdão. Gostei imenso das primeiras vezes que lá vou mas, a cada nova visita, a cidade vai-me desiludindo, deixando uma sensação que falta ali o novo capítulo, aquele passo em frente. Dá a cidade de ser uma cidade para turistas muito ocasionais ou (possivelmente) para residentes, mas para um visitante regular parece deixar vontade de um algo mais que prometeu mas não cumpriu.
João, essa é uma perspectiva que entendo bem – a perspectiva de quem vive na Holanda. Vista por olhos de um visitante ocasional, a cidade tem uma imagem necessariamente diferente.
Bom dia Pedro,
Boa escolha. Fui lá pela primeira vez em 1973, de mochila às costas . Depois voltei várias vezes na decada de 1980/1990, em trabalho.
Gostei sempre.
Agora há uma decada que já lá não vou…tenho que programar uma visita.
Abraço
Também eu gostaria de lá voltar em breve, António. Sem necessidade até do incentivo do Ian McEwan.
Abraço.
Grhhh Voltei lá ontem, só em escala vinda de Oslo e apanhei… uma tempestade «tropical» que provocou 2,5h de atraso nos voos…
Ups. Também já sou um veterano de esperas no aeroporto de Schiphol, Joana.
Uma cidade que está no prelo “a visitar”, mas este ano deve ser a visita cíclica ao Canada natal. Quero ir ao Concertgbow e tenho visto óperas arrojadas e com qualidade vindas de Amesterdão. Provavelmente não dará para descansar do clima açoriano 😉
Ora aí está um país que eu ainda não conheço, Carlos. O Canadá. E bem gostava de conhecer. Do Atlântico ao Pacífico.
Pelo que conheço garanto que vale a pena, mas não fui ainda do Atlantico ao Pacífico, mas recomendo como cidades já conhecidas Quebec City, Montreal, uma passagem rápida por Otava.
Toronto pode parecer estranha, muito dinheiro mas cultura é muito virada para patrocínios, mas lá perto tem Thousand Islands, Niagara-on-lake, Niagara Falls e se for no festival de Shakespeares a amorosa gémea do original Stratford e o seu importantíssimo teatro.
Calma quando não é dia de jogo entre o Ajax e o Feyenoord.
E é pena é não ser tão limpa quanto desejável.
De facto, Sérgio. Mas nem tudo é perfeito.
Esta aqui fica na pele…e já foi um destino subversivo há umas décadas. A primeira vez, fui “de trela”, ciceronada pelos progenitores; a segunda, fui em segredo… numa escapadinha memorável enquanto verdejei uns meses em Paris; as seguintes só por umas horas, a caminho de Maastricht (outra cidade lindíssima). Declaro solenemente que gosto dos holandeses, o povo que melhor pinta à face do planeta.
Nem mais, Laura. Só para ver Van Gogh Amesterdão merece uma visita.
é uma cidade simplista mas muito agradavel….
não tem os grande prédios ou lojas que fazem a delicia dos turistas, mas a calmia e naturalidade.
Muito agradavel no verao
Aprendi a gostar de Amesterdão, ainda antes de conhecer esta cidade, nos romances policiais de Nicolas Freeling. A expectativa confirmou-se.
É uma cidade linda! E picante, como diz a Laura. Ainda há restos de subversão a correr nos canais…
É civilizadamente subversiva, Ana 🙂
hum… as meninas falam de quê? Das tulipas?
Das telas… das telas 🙂
Isso mesmo, Teresa. 🙂
Tenho sentimentos contraditórios em relação a Amesterdão. Gostei imenso das primeiras vezes que lá vou mas, a cada nova visita, a cidade vai-me desiludindo, deixando uma sensação que falta ali o novo capítulo, aquele passo em frente. Dá a cidade de ser uma cidade para turistas muito ocasionais ou (possivelmente) para residentes, mas para um visitante regular parece deixar vontade de um algo mais que prometeu mas não cumpriu.
(tarde a reacção, mas tenho estado afastado)
João, essa é uma perspectiva que entendo bem – a perspectiva de quem vive na Holanda. Vista por olhos de um visitante ocasional, a cidade tem uma imagem necessariamente diferente.