Naturalmente linda com um centro histórico quase arrasado por arranha céus do século XX. Apesar dos problemas de segurança, é acolhedora, divertida, quente… chocaram-me os excessivos contrastes sociais. A rever
O que mais me chocou, em Copacabana, foram os prédios todos gradeados e com seguranças armados até aos dentes à porta. Mas indo à Lagoa, e ao Jardim Botânico, e à Lapa, e ao Leblon, e subindo ao Corcovado, recupera-se a magia a cada passo.
Diziam-me que era a cidade “mais linda do mundo” e eu não acreditava (até porque a comprovação me seria impossível). Confirmo: É MESMO (…prescindo mesmo de as conhecer todas): um assombro, um desafio a todas as leis conhecidas, um espanto permanente. De Copacabana à parte velha, passando pelo Hotel Glória; continuando até onde mora o Museu Histórico, as ruinhas com barzinhos/loja de velharias e violões espontâneos; da sofisticada zona da Lagoa e do Jockey Clube até à perigosa zona do Museu da Cidade, onde era a casa da Marquesa de Santos, a amante oficial de D. Pedro; tudo único! Não pode haver igual.
Tal e qual, Laura. Juntamente com algumas cidades suíças e outras japonesas. Mas esta é totalmente inconfundível. E conseguimos vê-la em voo picado de vários ângulos, como este que surge na foto. Por mim, fiquei tão deslumbrado que deambulei pelo Rio sem nunca ir à cama. Directa em cima de directa. Para ver a cidade o mais possível no curto espaço de que dispunha. E vi mesmo.
Vou aceitar esta cidade no meu dia de aniversário como um presente, Pedro!!! O Rio, ai o Rio! 🙂
Que saudades das noites do Leblon…
Naturalmente linda com um centro histórico quase arrasado por arranha céus do século XX.
Apesar dos problemas de segurança, é acolhedora, divertida, quente… chocaram-me os excessivos contrastes sociais. A rever
O que mais me chocou, em Copacabana, foram os prédios todos gradeados e com seguranças armados até aos dentes à porta. Mas indo à Lagoa, e ao Jardim Botânico, e à Lapa, e ao Leblon, e subindo ao Corcovado, recupera-se a magia a cada passo.
Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça…
… num doce balanço a caminho do mar…
Diziam-me que era a cidade “mais linda do mundo” e eu não acreditava (até porque a comprovação me seria impossível).
Confirmo: É MESMO (…prescindo mesmo de as conhecer todas): um assombro, um desafio a todas as leis conhecidas, um espanto permanente.
De Copacabana à parte velha, passando pelo Hotel Glória; continuando até onde mora o Museu Histórico, as ruinhas com barzinhos/loja de velharias e violões espontâneos; da sofisticada zona da Lagoa e do Jockey Clube até à perigosa zona do Museu da Cidade, onde era a casa da Marquesa de Santos, a amante oficial de D. Pedro; tudo único! Não pode haver igual.
Tal e qual, Laura. Juntamente com algumas cidades suíças e outras japonesas. Mas esta é totalmente inconfundível. E conseguimos vê-la em voo picado de vários ângulos, como este que surge na foto. Por mim, fiquei tão deslumbrado que deambulei pelo Rio sem nunca ir à cama. Directa em cima de directa. Para ver a cidade o mais possível no curto espaço de que dispunha. E vi mesmo.