Isso sim é uma supressão da respiração e da circulação do sangue, definitivas. Tem razão Ana, se a moda pega por cá prepare-se para arrranjar mais algum calçado que só cobre parte do pé feminino ou masculino!
Também, também. Mas o título e a ilustração têm que ver com a imagem sofisticada das apresentadoras de televisão, que podem afinal esconder muita coisa… 🙂
É a revolta. Tantos milénios de opressão, também têm direito, por mais que isso choque. E olhe que para alguns, esse castigo ainda é pequeno… Adiante. Não se faz, claro……
Ainda bem que fui ver o link, senão ainda pensava que estávamos a comentar saltos altos; fico mais descansado…. prefiro a moda dos saltos à moda de contratação de “profissionais” para fins, apesar de tudo, menos benignos que o uso de sapatos daquela altura….
Pois, Ana, dá que pensar – ainda há dias foi a professora universitária que, em Alabama, atingiu a tiro três colegas – matando-os – que loucura…
Sinais dos tempos, Maria. Dá que pensar, sim.
Isso sim é uma supressão da respiração e da circulação do sangue, definitivas. Tem razão Ana, se a moda pega por cá prepare-se para arrranjar mais algum calçado que só cobre parte do pé feminino ou masculino!
:))))
[A ilustração é mesmo muito sugestiva]
Com os atritos que tem havido por cá na comunicação social entre patrões e jornalistas… espero que não haja muitos a ler esta notícia.
Não será antes, ‘despedida para matar’?
:-))
Também, também. Mas o título e a ilustração têm que ver com a imagem sofisticada das apresentadoras de televisão, que podem afinal esconder muita coisa…
🙂
É a revolta. Tantos milénios de opressão, também têm direito, por mais que isso choque.
E olhe que para alguns, esse castigo ainda é pequeno…
Adiante.
Não se faz, claro……
Ó Toze, “milénios” de revolta não será um bocadinho de exagero, quando a televisão nem cem anos tem?
🙂
Ó Ana, então não é? Desde que cá aparecemos de a mulher leva umas “femuradas” na cabeça.
Estava a brincar consigo e referia-me às apresentadoras de televisão. (quanto às mulheres em geral, dou-lhe toda a razão!)
Mas olhe que você é mais radical do que a mais feroz das feministas: acha a morte um “castigo pequeno”? Caramba!
🙂
E nem me atrevo a perguntar-lhe o que serão “femuradas na cabeça”…
Eu percebi, mas alarguei mais o universo das revoltosas.
Quanto à sua pergunta, acho. É bem menos que 20 ou 30 anos de maus tratos.
As “femuradas”, é “cavernas style”.
Agora é com bastões de basebol, tacos de gol, coronhadas….
É a evolução.
Ena, Toze, você daria um belíssimo terrorista! (mas tem razão, 20 ou 30 anos de maus tratos é bem pior do que um tiro que resolve o assunto)
Eu sabia que concordava comigo.
A minha mulher diz que sou um verdadeiro terror… eheheh 😉
Ela lá sabe… mas poupe-a às femuradas, combinado?
🙂
Ela é que manda….. 😉
Ana, se ainda não viu, aconselho.
http://jugular.blogs.sapo.pt/1618141.htm l
…nem de propósito.
Já conhecia esta apaixonada palestra de Isabel Allende, que aconselho a todas as mulheres. Ou, pensando melhor, a todos os homens!
Obrigada pela dica.
Achas que a Manuela Moura Guedes tem de passar por um arco de detecção de metais de cada vez que cruza a porta?
Acho que seria muuuuito prudente…
O Sócrates pode estar à vontade porque:
“a mim ninguém me trata por chefe!”
Um beijinho
Nunca fiando, Pedro. Neste caso não serão os boys o grande perigo, mas as girls…
🙂
Outro para si. Gosto de vê-lo por aqui. Long time no read!
Ainda bem que fui ver o link, senão ainda pensava que estávamos a comentar saltos altos; fico mais descansado…. prefiro a moda dos saltos à moda de contratação de “profissionais” para fins, apesar de tudo, menos benignos que o uso de sapatos daquela altura….
Mas neste caso parece que não são incompatíveis, Meunikaki…
🙂
Claro que não! Trata-se apenas de uma quetão de graduação de pena…. 🙂
Talvez na proporção directa da altura do salto? lol
Se a altura do salto não for auto-inflingida, caso em que não se poderá considerar uma efectiva sanção, mas antes uma enorme satisfação….
🙂
Ora, Ana… nós homens à espera que ela se despisse para matar… afinal vestiu-se. 😉
E nem precisou de se despir, Mike…
🙂