“Cerca de” dez pessoas a representar quatro grupos (lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros) dá, mais coisa menos coisa, “cerca de” dois representantes por cada grupo. Ou talvez um(a) representante e um(a) acompanhante, com mais dois mirones a compor o ramalhete. Uma representação de peso, portanto.
Precisaria de ter ido não cerca de um repórter mas pelo menos cerca de dois ou talvez mesmo cerca de três para verificarem se os manifestantes sempre seriam cerca de dez e assim a conta sair ainda mais rigorosa. Basicamente.
“Um grupo com cerca de dez pessoas, activistas de associações LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros), com um cartaz que dizia “O sangue heterossexual não salva vidas sozinho”, manifestou-se ontem à porta do Hospital de Santo António (HSA), no Porto, contra a proibição de os homossexuais poderem dar sangue. O grupo fez coincidir o protesto com o momento da visita da ministra da Saúde, Ana Jorge, ao HSA. André Verde, um dos participantes, denunciou que neste estabelecimento de saúde houve casos de homossexuais que foram proibidos de dar sangue.” Cerca de dez???!!! Afirmação HOMÓFOBA!!
As malhas que o jornalista tece… Ana Jorge foi tudo menos espantosa; foi sensaborona, foi igual a si mesma, neutra.
A culpa é do jornal, que enviou ao local apenas cerca de um repórter.
Apenas cerca de um? Deveras?
Raios! Também deveria ter lá estado!
Raios! Pois era!
Ponto de exclamação, para encerrar um assunto que já vem de ‘long time’ e que requer – todas as noites – imenso ‘savoir faire’, ‘loads of’, eheheh!
Post-Scriptum – O ponto de exclamação, ó néscios!
“Cerca de” dez pessoas a representar quatro grupos (lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros) dá, mais coisa menos coisa, “cerca de” dois representantes por cada grupo. Ou talvez um(a) representante e um(a) acompanhante, com mais dois mirones a compor o ramalhete. Uma representação de peso, portanto.
«Um grupo com cerca de dez pessoas» até é uma não-verdade. Cerca de quatro grupos com cerca de duas pessoas cada, isso sim.
Em qualquer dos casos, uma verdadeira multidão.
… E sempre difícil de contar. É preciso algum traquejo para fazer a avaliação em números.
Precisaria de ter ido não cerca de um repórter mas pelo menos cerca de dois ou talvez mesmo cerca de três para verificarem se os manifestantes sempre seriam cerca de dez e assim a conta sair ainda mais rigorosa. Basicamente.
Hilariante e revelador. Uso só cerca de dois adjectivos porque sim!
:))))
Estamos cercados de jornalistas espantosos….:-)))
Um “transgénero” é um transexual? Nunca tinha ouvido a palavra. O rótulo é cada vez mais estranho, coitados.
“Transgénero”? Não sei. Não faz o meu género.
Nem o meu. Deve ser por isso que não percebo bem a classificação. Bocadinhos à parte, o nome já é suficientemente traumatizante.
Eh!eh! Fizeste um post à João Carvalho.
Fui influenciado por cerca de um colega de blogue…
LOL. Isto pega-se mais do que a gripe A, e também tem menos cura.
Por acaso acho que foi cerca de uma ideia brilhante.
“Um grupo com cerca de dez pessoas, activistas de associações LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros), com um cartaz que dizia “O sangue heterossexual não salva vidas sozinho”, manifestou-se ontem à porta do Hospital de Santo António (HSA), no Porto, contra a proibição de os homossexuais poderem dar sangue. O grupo fez coincidir o protesto com o momento da visita da ministra da Saúde, Ana Jorge, ao HSA. André Verde, um dos participantes, denunciou que neste estabelecimento de saúde houve casos de homossexuais que foram proibidos de dar sangue.”
Cerca de dez???!!! Afirmação HOMÓFOBA!!
E também lesbiófoba, bisófoba e transófoba. Cuidado com os comentários discriminatórios, Anónimo.