Vamos ajudar Vítor Gaspar (1)


eventhorizon,

Criemos mais impostos parvos, mas rentáveis. O Bastonário da Ordem dos Médicos já deu o mote, com a ideia de taxar a fast food (voltarei a este tema). A minha humilde sugestão: taxar todas as pessoas que em transportes públicos ou qualquer outro espaço partilhado com desconhecidos se recusem a usar auscultadores nos seus telemóveis ou leitores de mp3, obrigando toda a gente que está à sua volta a ouvir a sua música (normalmente terrível, mas não é esse o ponto). A coisa podia funcionar assim: quer quiser obrigar toda a gente a aturar o seu gosto musical (ou falta dele), tem de adquirir uma licença para tal. Quem não a adquirir e infringir, paga multa.

… mas agora que penso nisto, talvez esta ideia nem seja assim tão má.

15 comentários em “Vamos ajudar Vítor Gaspar (1)”

      1. … as minhas viagens diárias na Carris seriam menos infernais! … Sim, que é um inferno sonoro principalmente ao final da tarde…
        Lembro-me que nos transportes públicos em Budapeste é (pelo menos em Maio do ano passado, era) proibido fumar, comer, beber, usar telemoveis e outros aparelhometros que produzam barulhos incómodos aos outros passageiros – os dísticos lá estão! E, na verdade, é um sossego, comparado com o inferno de algumas carreiras da Carris.

        1. A avaliar pela canalha que, nos autocarros que utilizo diariamente, costuma ir a ouvir música, duvido que a coisa fosse lá com dísticos. Acho que o caso é mais para cacete.

  1. Uma achega no ponto da utilização dos transportes públicos: multas pesadas para quem aproveita a viagem para cortar as unhas…
    No mínimo, uma falta de educação.

  2. Proponho um imposto para as pessoas que não usam desodorizante e que, em hora de ponta, quase conseguem colar o seu sovaco mal-cheiroso na minha cara.

  3. Só se essa licença fosse muito, muito cara. De contrário essas pessoas pagavam o imposto e entao é que se sentiam à vontade para contar a vida toda e presentear-nos com os seus talentos como DJ.

    Eu estou com a Jonasnuts e defendo um para os erros ortográficos em público. Com os resultados da emigraçao era a primeira a pagar, mas às tantas (re)aprendia mais rápido…por outro lado os jornais iam definitivamente à falência, pelo que vou reconsiderar.

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