Criemos mais impostos parvos, mas rentáveis. O Bastonário da Ordem dos Médicos já deu o mote, com a ideia de taxar a fast food (voltarei a este tema). A minha humilde sugestão: taxar todas as pessoas que em transportes públicos ou qualquer outro espaço partilhado com desconhecidos se recusem a usar auscultadores nos seus telemóveis ou leitores de mp3, obrigando toda a gente que está à sua volta a ouvir a sua música (normalmente terrível, mas não é esse o ponto). A coisa podia funcionar assim: quer quiser obrigar toda a gente a aturar o seu gosto musical (ou falta dele), tem de adquirir uma licença para tal. Quem não a adquirir e infringir, paga multa.
… mas agora que penso nisto, talvez esta ideia nem seja assim tão má.

Concordo. Sou do tempo da licença anual de isqueiro, que era muito mais estúpida e que, mesmo assim, existiu durante muitos anos.
Muito bem visto 🙂
impostozinho para quem come pipocas e fala ao telemóvel no cinema !! Já !!
Não me incomoda o acto de comer pipocas – só quem não sabe comer pipocas.
Dá-lhes ideias, João 🙂
Esta nem era má de todo. Ao menos as minhas viagens diárias na Carris seriam mais agradáveis!
… as minhas viagens diárias na Carris seriam menos infernais! … Sim, que é um inferno sonoro principalmente ao final da tarde…
Lembro-me que nos transportes públicos em Budapeste é (pelo menos em Maio do ano passado, era) proibido fumar, comer, beber, usar telemoveis e outros aparelhometros que produzam barulhos incómodos aos outros passageiros – os dísticos lá estão! E, na verdade, é um sossego, comparado com o inferno de algumas carreiras da Carris.
A avaliar pela canalha que, nos autocarros que utilizo diariamente, costuma ir a ouvir música, duvido que a coisa fosse lá com dísticos. Acho que o caso é mais para cacete.
Uma achega no ponto da utilização dos transportes públicos: multas pesadas para quem aproveita a viagem para cortar as unhas…
No mínimo, uma falta de educação.
E tirar os macacos do nariz? Isso também merece ser taxado. Com a receita fiscal a reverter para o Jardim Zoológico de Lisboa.
Do que me foi lembrar… cortar as unhas nos transportes públicos é nojento, para dizer o mínimo. Aquele click click dos corta-unhas dá-me cabo dos nervos.
Proponho um imposto para as pessoas que não usam desodorizante e que, em hora de ponta, quase conseguem colar o seu sovaco mal-cheiroso na minha cara.
A mãe natureza abençoou-me com um metro e oitenta e cinco de altura, o que é muito conveniente nesses momentos. Mas subscrevo, claro.
Só se essa licença fosse muito, muito cara. De contrário essas pessoas pagavam o imposto e entao é que se sentiam à vontade para contar a vida toda e presentear-nos com os seus talentos como DJ.
Eu estou com a Jonasnuts e defendo um para os erros ortográficos em público. Com os resultados da emigraçao era a primeira a pagar, mas às tantas (re)aprendia mais rápido…por outro lado os jornais iam definitivamente à falência, pelo que vou reconsiderar.
Teria mesmo de ser muito cara. 🙂