8 comentários em “Valha-nos a Santa Oposição”

  1. Desses olhares de brandura,
    carregados de falsidade,
    encapota-se a candura
    de abjecta veracidade.

    Sem ter tempo para respirar
    e num estado deformado
    temos um país a estoirar
    e um povo subestimado.

    Este país tão destroçado
    por vergonhosas governações
    tem um futuro entrançado
    entre ambages e decepções.

  2. Bravo. 5% a menos nos Salários – Viva a Oposição!
    Que vergonha de país… Vejam o exemplo de Espanha. Antes de aumentarem os impostos, os políticos espanhóis deram exemplo e alguns reduziram os seus salários, imagine-se, em 15%… Aqui, para baixar 5% ainda tivemos a oposição dos chuchalistas… É uma vergonha. Quem deveria governar era a oposição. Fora com o Governo. Tem a mania do QUERO POSSO E MANDO. São autênticos ditadores soviéticos recauchutados e reconvertidos ao capitalismo selvagem. Bem escreveu George Orwelll sobre o socialismo da então URSS no livro “Animal Farm” (traduzido por “O Triunfo dos Porcos”): Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros. Depois vêm Alarcão dizer que não é justo porque não se baixa o salário a todos os senhores da função pública, mesmo que nomeados não são cargos políticos… Ah Ah Ah… Sim? Então, por que não nomeiam pessoas dos outros partidos? Queria igualdade? Mas quando subiram os salários destes nomeados, subiram aos outros funcionários? Tretas socialistas. A mim, já não me enganam mais! Por isso, Não Calarei a Minha Voz Até que o Teclado se Rompa!

    1. Nem imagina a quantidade de vezes que essa citação de Orwell me tem surgido por causa desta nossa situação política. O lamentável, e daí o título do post, é que se não fosse a oposição continuariam tranquilos e teriam a distinta lata de chumbar no Prlamento o que outros países já fizeram, como refere. A falta de vergonha chega a ser obscena e absolutamente desrespeitosa em relação a todos os que vivem miseravelmente e a todos nós. Pior ainda é virem mesmo pedir sacríficios. Faz muito bem em não se calar, J. Ferreira.

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