Como devemos classificar um ministro que a 5 de Fevereiro garantia peremptoriamente que Portugal não precisa de ajuda externa e a 12 de Abril declarava em tom de alarme que Portugal só tem financiamento até Maio?
Uma pergunta muito simples
Pedro Correia,

Nem vale a pena classificar quem tem a rede montada para ganhar na secretaria. E a assistência aplaude a farsa.
Com tanta falta de pilim não me parece que o aplauso seja prolongado.
Classifico-o simplesmente como um “ministro liberto das amarras das mentiras do primeiro-ministro”. O homem já não tem nada a perder e pode falar verdade… infelizmente há muitos que ainda não estão livres
Ele e Luís Amado já falam verdade, finalmente. Mais vale tarde…
Estive a pensar no termo adequado e só encontrei este: aldrabão.
Além de incompetente, claro, como já demonstrou à saciedade.
Terá sido por isso que o secretário-geral socialista o excluiu das listas eleitorais?
Pedro:
Não tenho dúvidas de classificar este ministro das finanças como um “aldrabão encartado”, dos piores que tivemos desde o 25 de Abril, se tivesse vergonha quando o aldrabão mor lhe pede para enfiar o barrete ao Zé, já se teria demitido. Como não o fez será recordado pelo homem dos “pec” e das patranhas.
Carlos, esses termos estão fora de moda. Agora diz-se ‘inverdadeiro’. Deixou de haver mentiras e aldrabices, só há ‘inverdades’.
Como classificar? Um típico português.
Este é de um género raro, convenhamos.
Ala B Pinheiro da Cruz
Ainda não entrou em falência?
E como classificar um ministro destes em Washington, reunido com o FMI?…
O ministro da Insolvência deve ter sido recebido como um espécime raro em Washington. Não é todos os dias que se conhece alguém responsável por um buraco tão dilatado nas contas públicas no único país do mundo que permanecerá em recessão no próximo ano.
Caro Pedro,
5 de Fevereiro e 12 de Abril de 2011.
O mundo não precisa de tanto tempo para mudar.
Mudou a 23 de Março.
Permita-me, portanto, sugerir-lhe outra abordagem.
Já dizia o melhor primeiro-ministro que Portugal teve desde Março de 2005: «O mundo muda muito em dois dias.» Dois meses são uma eternidade. Dá para prometer tudo e o seu contrário e desdizer tudo quanto se disse antes.
Não foram precisos 2 dias.
Bastou um: 23 de Março de 2011.
Um mentiroso aceite pelo PSD.
Não se lembra da fraude eleitoral de 2009?
Houve fraude eleitoral? Lembro-me apenas de uma vitória eleitoral do PS com o prestimoso contributo do PSD.
Sim as pessoas votaram com 5% de défice e depois das eleições apareceu 9% de défice.
E o PSD aliou-se a tal personagem, deixou-o passar Orçamentos, PEC I, II, III.
O que é que aconteceria a uma marca de carros que anunciasse consumo de 5 lit. e a verdade fosse quase o dobro?
Ainda antes dessas intervenções o Financial Times tinha uma resposta muito simples: The worst finance minister in Europe (http://www.ft.com/cms/s/0/24c0c498-b0c9-1 1dd-8915-0000779fd18c.html#axzz1JtUhYfhN)
O que é o Financial Times comparado com o Acção Socialista e a agência Lusa, Gi?
Assim de repente, apenas me lembro de uma palavra: Incompetente!!!!
Eu lembro-me de duas palavras e meia: Teixeira dos Santos.