0 comentários em “Uma coerência exemplar”

  1. Isto está entregue à desgraça com Marcelo na proa do batelão à deriva e Costa no olho do furacão a caminho.
    Não faltam imediatos de proximidade e vénia em escala de prontidão para todo o serviço no barril das sombras

  2. Bom dia Pedro Correia
    É apenas um dos muitos exemplos da descarada ausência de vergonha na cara.
    António Cabral

      1. O governo devia deixar de governar seis meses antes das eleições. Devia entrar em modo de gestão.

        E no mês de agosto também, claro. Não há direito que o governo promulgue decretos em agosto, quando toda a gente está na paia distraída.

        O país passaria três anos em cada quatro com um governo de gestão.

  3. É de facto coerente. Em 2018 não havia dinheiro, como van Dunem disse. Em 2019, felizmente, já há.
    Trata-se de uma “reposição de rendimentos”, na linguagem do PCP. Essas reposições são feitas de forma gradual, à medida que vai havendo dinheiro para elas. Em 2018, não havia; em 2019, já haverá.

  4. O governo efetuou reposições de rendimentos ao longo de toda a legislatura. Não somente em 2019, ano de eleições.

  5. Depois que Paulo Portas veio explicar ao povão o verdadeiro significado do conceito de irrevogabilidade, espanta-me um pouco ainda haver gente menos esclarecida.
    Agora a sério: o que fazem 11 motoristas para conduzirem um passageiro?

    Desde a vila à cidade
    Quer do campo à herdade.
    Só temos da lavra a horta
    E da vaquinha a bosta.

    Imploramos pois por caridade
    Caguem-nos em cima à vontade
    E mijem-nos,
    por piedade.

        1. Ah! Muito obrigado, senhora Cristina! Profundamente emocionado.Eternamente!
          Tanto que nem em mil contentores guardava tanta gratidão.

          É eterna flor
          O viço da mulher ajuizadora
          Sempre atenta no observar
          Certeira a espingardear
          Não há coisa mais encantadora

  6. Regime corrupto – de, por e para corruptos.
    Mas continuamos, mansa e fatalmente, a votar “neles”…

    JSP

    1. Só se pode votar nos partidos que há, não nos que não existem.
      Mas ultimamente têm aparecido vários. Ninguém pode queixar-se de falta de alternativas. Até o Tino de Rans tem um.

  7. Aqui “ao lado”, num tempo sinistro, houve quem designasse os anos de calendário por Anos Triunfais, contados a partir de 17 de Julho de 1936.

    Assim teremos, ao que parece, 2019 como o 1º ano triunfal, naquilo que às remunerações diz respeito.

    Abraço amigo

    1. Aumentar remunerações e regalias de segmentos da administração pública não dá votos?
      Chiça. Não dá outra coisa. Hoje estes, amanhã os outros, depois de amanhã os que sobraram.
      Com o Zé pagante a sacar das notas, uma vez e outra.
      Temos um país a pagar para outro país.

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