12 de Setembro:
Tony Carreira e Bagão Félix apoiam Medina
13 de Setembro:
PGR investiga compra e venda de casas de Medina
13 de Setembro:
Ministério Público acusa Tony Carreira de plagiar 11 músicas
12 de Setembro:
Tony Carreira e Bagão Félix apoiam Medina
13 de Setembro:
PGR investiga compra e venda de casas de Medina
13 de Setembro:
Ministério Público acusa Tony Carreira de plagiar 11 músicas
Ou quando os nossos ilustres gastam a martelada pauta a meter só dó.
“Um segredo coloredo”…
O Medina comprou as casas na mesma Agência do Sócrates, “ó nun foi”?
Quanto ao Tony, o problema não está em ter plagiado; pecado maior é o de quem escreveu aquelas originalidades… O pecado dele foi o de não ter qualquer espírito crítico nas canções que escolheu para plagiar… e em apoiar o Medina que também é um “plágio” de António Costa…
De resto, “plágios” é o que mais há por aí… na política e na música.
Eu até consigo encaixar quase toda a produção nacional em três ou quatro acordes… que se repetem à exaustão em todas as canções… e os políticos até têm uma harmonia ainda mais simples: são “samba de uma nota só”…
Será que ouvi bem?
Medina a dizer que nunca lhe passou pela cabeça que alguém pudesse associar a compra da própria casa a um familiar Teixeira Duarte, com adjudicações diretas de milhões pouco depois feitas pela sua câmara a essa empresa.
Uma distração esclarecedora?
Ao que parece:
“Um plagio de António Costa” e um “amigo” de Sócrates!
Foi esclarecido que a Srª. D. Teixeira Duarte, que vendeu o predio nas vésperas de duas adjudicações directas… de 2 milhões de euros ( SiC Telejoranal de hoje) nunca foi administradora da TD!
Disse o comentador: Foi o unico erro de Medina… o resto é aproveitamento politico!
À familia Cesar não basta parecer…
Longa e diversa explicação adensa escuridão
Fernando Medina, ao i
“Desconhecia até às noticias publicadas a relação acionista ou outra da vendedora com a Teixeira Duarte”
“Vi no anúncio que a casa era exatamente igual à dos meus sogros”
“Autarca suspeita que denúncia anónima tem origem partidária”
O último a saber e nem os sogros lhe tinham dito
José Szabo nos anos 50:
‘-já viu de merda fazer marmelada?’
Alambique:
Boa água-ardente !