Um beijo


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Fui à consulta de “médico de família”, aquela anual comme il faut… Indagou sobre o meu estado físico, blaseei e instaurou-me a vasculha rotineira para a minha classe etária. Perguntou-me sobre o “estado de alma”, decerto porque atento ao psicossomático – disse-lhe que sou, e assim me sinto, daquele tempo em que o Woody Allen era símbolo do iconoclasta progressista. De imediato exarou-me uma Certidão de Decrepitude. E receitou um químico de incidência psicológica, de utilização crónica, perpétua avançou. Também me disse para reduzir o sal.

(Woody Allen sobre o beijo espanhol…)

3 comentários em “Um beijo”

  1. Eu achei que o beijo tinha sido um impulso infeliz e que se estava a fazer muito barulho por nada. Agora acho que havia um historial de desagrado das jogadoras com o comportamento do Rubiales e que aproveitaram a vitória em conjunto com a gota de água pública para se livrarem do personagem.

  2. E você toma ?
    Tenho dispensado e não me sinto pior como lê.
    Loucura é outra coisa mas para tal está há muito fechado o Rilhafoles e a malta anda à solta.
    Boaventura.

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