– Cheira-me que isto dos dias tranquilos por aqui estão a acabar — pensa Bo, com aquele seu faro tão português. Ainda por cima, recebi de Massachusetts um osso difícil de roer…
16 comentários em “Um ano depois: o Bo(m) pensador”
Aí está um cão politicamente correcto e anti-racista: preto e branco em doses estrategicamente (des)equilibradas e em pacífica coabitação. É português, não há dúvida.
E parado em frente a uma casinha portuguesa concerteza , deve ter pão e vinho sobre a mesa. Quatro paredes caiadas de branco (vê-se na foto), as rosas é que estão escondidas. Diria que sim é um cão com faro muito português !
E o cacho de uvas doiradas? E, já num outro “paradigma”, a promessa de beijos os dois braços à espera?
Ah poizé. Esta canção é toda ela um programa. Se fosse escrita hoje, falaria da marquise arranjadinha, dos empréstimos à cofidis controlados, das férias em conta no parque de campismo da caparica e de como na família se aceitou, sem estardalhaço, o namoro do filho da prima Gertrudes com o filho da vizinha do lado.
:)))))))))))
Os dias tranquilos estão a acabar.
Tenham cuidado com as fotografias demasiado grandes que tornam o blog muito pesado e dificil de abrir sobretudo para quem tem PC.
Claro. Somos uma espécie farejadora. Quando as espécies vulgares dizem que já viram, sentiram, ouviram e provaram, nós dizemos sempre: «Cheira-me que…»
Ainda por cima ele estava à espera de uma ‘febra’ e o que recebeu foi um ‘osso’, foi o que foi. Mesmo na Casa Branca, vida de cão preto, ainda por cima raçado de português, é o que é. E parece que nos tempos mais próximos só vai haver um grande monte de ossos à porta para roer…
Aí está um cão politicamente correcto e anti-racista: preto e branco em doses estrategicamente (des)equilibradas e em pacífica coabitação. É português, não há dúvida.
E parado em frente a uma casinha portuguesa concerteza , deve ter pão e vinho sobre a mesa. Quatro paredes caiadas de branco (vê-se na foto), as rosas é que estão escondidas. Diria que sim é um cão com faro muito português !
Claro. E aquelas colunas romanas são para substituir as tabuinhas..
E o S. José de azulejos, mailo sol da primavera?
:))
E o cheirinho a alecrim…?
E o cacho de uvas doiradas?
E, já num outro “paradigma”, a promessa de beijos os dois braços à espera?
Ah poizé. Esta canção é toda ela um programa. Se fosse escrita hoje, falaria da marquise arranjadinha, dos empréstimos à cofidis controlados, das férias em conta no parque de campismo da caparica e de como na família se aceitou, sem estardalhaço, o namoro do filho da prima Gertrudes com o filho da vizinha do lado.
:)))))))))))
Os dias tranquilos estão a acabar.
Tenham cuidado com as fotografias demasiado grandes que tornam o blog muito pesado e dificil de abrir sobretudo para quem tem PC.
Ok! Já deve estar melhor.
João, gostei sobretudo do elogio à nossa espécie : “… com aquele seu faro tão português…”
Claro. Somos uma espécie farejadora. Quando as espécies vulgares dizem que já viram, sentiram, ouviram e provaram, nós dizemos sempre: «Cheira-me que…»
João, cometi um delito: repliquei este post.
Se tem “faro português”, vai conseguir descobrir o local.
O Bo ainda é um cão feliz a quem dão ossos para roer. Pelo menos não tem de comer enlatados.
Na Casa Branca até os cães são sortudos
Mas parece que quem tem os ossos mais duros para roer, é o dono e não o cão…
Vida de cão, o dono.
Ainda por cima ele estava à espera de uma ‘febra’ e o que recebeu foi um ‘osso’, foi o que foi.
Mesmo na Casa Branca, vida de cão preto, ainda por cima raçado de português, é o que é. E parece que nos tempos mais próximos só vai haver um grande monte de ossos à porta para roer…