Um ano depois: o Bo(m) pensador


jmmcc,

– Cheira-me que isto dos dias tranquilos por aqui  estão a acabar  — pensa Bo, com aquele seu faro tão português. Ainda por cima, recebi de Massachusetts um osso difícil de roer…

16 comentários em “Um ano depois: o Bo(m) pensador”

  1. Aí está um cão politicamente correcto e anti-racista: preto e branco em doses estrategicamente (des)equilibradas e em pacífica coabitação. É português, não há dúvida.

    1. E parado em frente a uma casinha portuguesa concerteza , deve ter pão e vinho sobre a mesa. Quatro paredes caiadas de branco (vê-se na foto), as rosas é que estão escondidas. Diria que sim é um cão com faro muito português !

          1. E o cacho de uvas doiradas?
            E, já num outro “paradigma”, a promessa de beijos os dois braços à espera?

            Ah poizé. Esta canção é toda ela um programa. Se fosse escrita hoje, falaria da marquise arranjadinha, dos empréstimos à cofidis controlados, das férias em conta no parque de campismo da caparica e de como na família se aceitou, sem estardalhaço, o namoro do filho da prima Gertrudes com o filho da vizinha do lado.

            :)))))))))))

  2. Tenham cuidado com as fotografias demasiado grandes que tornam o blog muito pesado e dificil de abrir sobretudo para quem tem PC.

  3. Ainda por cima ele estava à espera de uma ‘febra’ e o que recebeu foi um ‘osso’, foi o que foi.
    Mesmo na Casa Branca, vida de cão preto, ainda por cima raçado de português, é o que é. E parece que nos tempos mais próximos só vai haver um grande monte de ossos à porta para roer…

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