Turdus philomelos


Rui Rocha,

A wikipedia é, apesar de todas as suas insuficiências, uma fonte interessante para obter informações introdutórias sobre um determinado assunto. Vejam-se, a título de exemplo, alguns dos aspectos ali recolhidas na entrada relativa ao tordo-músico (Turdus philomelos):  ave pertencente ao género Turdus; ocorre naturalmente na Europa e, dependendo da latitude, pode ser residente, migratória ou parcialmente migratória, possuindo três subespécies geralmente aceites; é omnívoro, consumindo uma grande variedade de invertebrados; os machos possuem um vasto repertório de vocalizações, que incluem distintivas frases musicais repetidas; apesar de se encontrar em declínio na Europa, possui uma grande área de distribuição geográfica e uma grande população global, pelo que não se considera que se encontre globalmente ameaçada; existem numerosas referências literárias e culturais ao tordo-comum, frequentemente relacionadas com o canto melodioso dos machos.

 

É, convenhamos, um retrato já bastante detalhado sobre as características deste tipo de tordo. Em todo o caso, os interessados em aprofundar conhecimentos sobre os motivos da migração do tordo-músico  poderão ler a entrevista em que estes são expostos com meridiana clareza.

16 comentários em “Turdus philomelos”

  1. Ao ter dado pelas cartas de despedida que a ave e o filho inacreditavelmente tornaram públicas, nem um tostão dos antigos para esse peditório.

  2. Compreendo-te. Ai compreendo compreendo.

    Na tua época de trabalho, os camaradas que ajudaram a uma descolonização de merda e receberam os colonizadores, que se dizia comerem pretos ao pequeno almoço, como se merda fossem, e desejavam que estes comessem merda o resto da vida, nenhum tordo cantou.
    E quando o CDS de então se mobilizava ao encontro de seus irmãos no aeroporto da Portela, nenhum tordo cantou.
    Quando os camaradas se apropriavam de tudo o que não lhes pertencia e pretendiam varrer de seu caminho aqueles cujo caminho também era seu, nenhum tordo cantou.
    Quando o Brasil se mobilizava para receber os colonizadores que dizia-se comiam pretos ao pequeno almoço mas que também se lavavam todos os dias, o que era, esta do tomar banho diariamente, uma ofensa para alguma parte da nação portuguesa de então, e os acolhia para realizarem as obras que hoje são conhecidas neste país (Brasil), nenhum tordo cantou.
    Quando famílias destruídas pela guerra nessas nações irmãs vertiam lágrimas e às mães secavam os peitos que alimentavam os que tinham dado à luz, nenhum tordo cantou.

    Mas eu hoje quero cantar que nem um tordo para dizer que desejo que a Todos os Tordos lhes seja dada a oportunidade de continuar a ser aves canoras.

    Mermão, Tordo, que nunca te falte a voz para cantar a justiça.

  3. Ele fugiu para o Brasil , porque lá o tordo é uma ave protegida…

    Por cá está preste a abrir a caça aos ditos cujos.

      1. Ó Rocha:
        A época da nidificação já não volta porque os teus amigos do BPN, do BPP, do BANIF, das PPP (com TIR de 11% a 16%), das rendas execessivas da energia (Catrogas e Mexias) e companhia ilimitada (e tu deves ter guardado uns ovinhos para ti também) já paparam os ovos todos.

  4. Ora essa.O dinheiro dos municípios é dos municípios,fazem dele o que eles quiserem.Se fosse meu,mas não é.Fazem dele o que eles quiserem,ora essa.

  5. A empresa Stardust Produções, gerida por Fernando Tordo, recebeu desde 2008, altura em que foi criada, mais de 200 mil euros por ajuste directo. De acordo com o portal BASE – Contratos Públicos Online, a empresa do artista terá ganho 207 100 euros pela produção de vários espectáculos. Entre as entidades adjudicantes estão várias câmaras municipais. Nos últimos cinco anos, as autarquias de Portimão, Montijo, Mangualde, Vila Nova de Cerveira, Covilhã, Ponte de Lima, Abrantes, Matosinhos, Almada e Lamego contrataram produções à Stardust num valor superior a 159 600 euros. Este mês, segundo a mesma fonte, a empresa recebeu 4500 euros da Associação Cultura e Conhecimento para a Igualdade do Género por um concerto. E, na noite da passagem de ano, a mesma associação pagou à Stardust 5 500 euros por outro espectáculo.

    As adjudicações foram todas feitas à empresa Stardust, cujo sócio-gerente é Fernando Tordo. O artista, intérprete de “A tourada”, “Estrela da tarde” ou “Cavalo à solta”, contou esta semana que saiu do país por não ter trabalho.

    (jornal i)

    1. Proscrito:
      A construção do Pavilhão Atlântico custou 60 milhões de euros.
      Foi vendido à empresa do Fernando Tordo [ou terá sido à empresa do genro do P. R., Luís Montez, as tais empresas privadas que não vivem se subsídios do Estado] por 21 milhões.
      Sem mais palavras.
      A BPN foi vigarizado pela fina flor do cavaquismo, nacionalizado pelo Sócrates [nacionalização que demorou um dia a ser promulgada pelo P. R.] e dada a parte boa à empresa do Fernando Tordo [ou terá sido à empresa do Mira Amaral, as tais empresas privadas que não vivem se subsídios do Estado] por 40 milhões [apesar de ter sido avaliado em 100 milhões].
      Sem mais palavras.

        1. Doeu-lhe?
          Também faz parte do sindicato?
          As verdades costumam doer sempre.
          Mas são as únicas que valem, não a trafulhice nem a poeira para os olhos para esconder o essencial.
          Veja-se como o caso irrelevante de mais um que se foi ganhou protagonismo.
          Assim não se fala do BPN, do BPP, do Banif, das PPP, das rendas imorais e garantidas da energia, dos submarinos, da venda ao desbarato de tudo o que é público e tem valor, da Tecnoforma (ah, a Tecnoforma, esse antro de Passos e de Relvas) e de tudo o mais do lodo em que estamos atascados.

  6. Tudo e todos com razões para cantar Abril.E serem pagos.Nós cá estamos para pagar.Através dos impostos(até mesmo os autárquicos).

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