Manifestação popular contra os tanques de Moscovo durante a invasão de Praga (Agosto de 1968)
Polónia, 17 de Setembro de 1939
Finlândia, 30 de Novembro de 1939
Hungria, 4 de Novembro de 1956
Checoslováquia, 20 de Agosto de 1968
Afeganistão, 24 de Dezembro de 1979


Só propaganda imperialista, é o que é.
Por acaso agora marchava uma imperalista. Bem geladinha.
A linha de rumo do Pedro é: Rússia=URSS. Trata-se da mesma linha de rumo que os EUA (acolitados, como de costume, pelo RU) vêem seguindo desde há alguns anos. A Rússia é identificada com a URSS e, portanto, tratada como sendo um inimigo figadal.
Duvido que esse linha de rumo seja a mais apropriada.
A URSS foice. O martelo ficou.
O Pedro esqueceu a listinha da “linha de rumo” dos EUA para o mesmo período? Momento, a ver o que me ocorre assim de cabeça: Vietname, Honduras, Guatemala, Granada, Nicarágua, Cuba, Iraque, Afeganistão… Chega-lhe?
Esqueceu-se dos sioux e dos cheyennes e dos iroqueses e dos dakotas e dos comanches.
Pedro, não acredito que seja essa a ideia e nem acredito que a mesma, a existir, tivesse viabilidade. Porquanto o contexto hoje é totalmente diferente dessa época. Os povos estão mais organizados e a consciência de sua soberania propagou-se; e já não estão cansados das consequências da guerra iniciada pelos alemães e consentida inicialmente por aliados. Isto somente para dizer-lhe que há-de haver sempre argumentos contra todos, e que é uma unutilidade deitar as mãos ao arado e olhar para trás.
Os russos sabem disto.
Na realidade, depois da nova (agora escrevo sobre a nova e actual) arrogância alemã e do apoio de países ocidentais a esta arrogância, sem esquecer a arrogância americana de Bush, de Blair e de outros que se quiseram colocar em bicos de pés, não deixaram outra hipótese a Moscovo senão o da via bélica. Claro está que para o Ocidente, aquele ocidente malicioso e manhoso, o ideal seria um Gorbachev pacífico, crente e favorável a uma política de não agressão que lhes permitisse andar em roda livre. Foi o que esses fizeram a mando de mentirosos.
E foi também este oportunismo manhoso e malicioso, que atinjiu seu apogeu após a bolha imobiliária americana, que fez emergir Putin e muitos sectores da população russa. Neste sentido, eles são um produto do ocidente.
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Depois ajuntou: “Quando vos mandei sem bolsa, sem mochila e sem calçado, faltou-vos porventura alguma coisa?” Eles responderam: “Nada.”
“Mas agora, disse-lhes ele: aquele que tem uma bolsa, tome-a, aquele que tem uma mochila, tome-a igualmente, e aquele que não tiver uma espada, venda sua capa para comprar uma. (…) Eles replicaram: “Senhor, eis aqui duas espadas.” “Basta”, respondeu ele. (Lucas 22,35-39)
Bem, tudo isto parece discutível, mas escolhi as duas espadas: uma contra mim mesmo (cada um que se reveja neste mim) e a outra contra aqueles que impedem que esse mim se realize em todos os mim.
Significa isto que quando se usa a espada em legitima defesa ou se faz contra todos que tentam impedir a Paz e Harmonia ou o melhor é ficar quieto.
Putin deve sair da Ucrânia, mas devem deixá-lo sair com segurança! E nós, no Ocidente, também queremos líderes seguros e não espigas abanadas pelo vento.
Sim, Putin deve sair da Ucrânia. E se agora gosta tanto de referendos pode começar por organizar um na Chechénia.
Vou arriscar resumir todos os comentários anteriores.
Nada aconteceu nos locais nem nas datas assinaladas pelo Pedro Correia que, note-se, simplesmente acrescentou o título do post.
Tudo aconteceu, menos o sentido revivalista do tema.
Deve rever a sua percepção aos comentários efectuados.
O motivo do post não é o revivalismo. É a Crimeia.
Pois com certeza que é a Crimeia. E não vê revivalismo em toda essa sequência que o Pedro, subentendendo-se, nos apresenta?
Linha de Rumo à Vitória.
Uma original “via para o socialismo”. A via das baionetas.
Uma única excepção quanto ás invasões do urso : Finlândia.
É por isso, mas não só ,que “mina raksta Suomi” .
País e povo admiráveis, para além de palavras meramente laudatórias.
Sem a menor dúvida. Os finlandeses bateram-se heroicamente contra o invasor, em total desproporção de forças. Merecem a homenagem de todos os povos livres.
De um lado, e por consagrado dogma, tudo é desinteressada solidariedade internacionalista. E do outro, e pela mesma razão, tudo é venal chacina imperialista.
E mesmo cabecinhas aparentemente lucidas se curvam acriticamente, como carneiros para o precipício, perante isto.
Parece que está muito bem assim e ai de quem discordar.
Costa
Basta Putin ter sido oficial do KGB para fazer verter algumas lágrimas nostálgicas.
Vamos lá equilibrar um pouco essa lista:
http://en.wikipedia.org/wiki/Timeline_of _United_States_military_operations
Tudo a ver com a Crimeia, portanto. Faz-me lembrar aqueles razinzas da bola, que quando vêem aparecer o Cristiano Ronaldo começam a gritar “Messi! Messi!”