
Ao fim de sensivelmente dois anos e meio de uma presidência Trump, estamos agora em plena viagem de pré(?)-campanha presidencial nos EUA. É de lamentar que nos ciclos noticiosos de hoje em dia mal haja tempo para uma administração americana começar a funcionar antes de começar a campanha seguinte.
Que dizer ao fim deste período de era Trump? Independenetemente de quaisquer juízos de valor, tem que se aceitar que Trump tem sido altamente eficaz na forma como tem cumprido as suas promessas de campanha. A sua mais emblemática, a do muro na fronteira com o México, não se concretizou. Aqui terá falhado de forma estranha, especialmente quando teve quase dois anos de maioria no Congresso e Senado, mas teve também uma oposição interna no Partido Republicano que terá complicado a implementação esta promessa. Hoje tem o Partido Republicano (quase) completamente controlado mas o Partido Democrata controla o Congresso, pelo que o muro, se vier a ser construído, terá que esperar pelas próximas eleições intercalares. Na ausência do Muro (não que faça muita diferença, existe muro em larga parte da fronteira, construído por presidentes republicanos e democratas no passado), Trump aumentou as medidas dissuasoras para imigrantes e pessoas em busca de asilo. O Muro não existe, mas dificilmente os apoiantes de Trump se podem queixar.
No resto Trump conseguiu cumprir as suas principais promessas.
1. Implementou uma reforma do IRS com grandes cortes de impostos em todos os escalões.
2. Retirou os EUA de vários acordos internacionais (Acordo de Paris, Acordo com o Irão, tratados de controle de proliferação de armas nucleares, etc)
3. Nomeou dezenas de juízes conservadores para os tribunais americanos e nomeou dois sólidos conservadores para o Supremo Tribunal.
4. Eliminou várias medidas ambientais da era Obama e criou condições para exploração de várias zonas do país que estavam antes protegidas por legislação ambiental. Também eliminou diversos regulamentos relativos a emissões e descargas industriais.
5. Começou a redesenhar os mapas de alianças, reduzindo o compromisso com NATO e países europeus, dando mais importância a ligações bilaterais e pessoais.
6. Rasgou acordos de comércio internacional e colocou diversas tarifas a produtos com múltiplos países, especialmente China e União Europeia. Ao mesmo tempo conseguiu novos acordos comerciais, especialmente com o México.
7. Deu voz e sentido de poder a uma parte significativa da população americana que se sentia marginalizada.
8. Viu a economia dos EUA a crescer constantemente e as bolsas a apresentarem níveis recordes, ao mesmo tempo que o desemprego está num dos níveis mais baixos de sempre.
9. Iniciou um diálogo com a Coreia do Norte que talvez venha a dar frutos.
10. Não conseguiu acabar com o Obamacare, mas conseguiu implementar várias medidas que o dificultam, esvaziam e poderão permitir que morra uma morte lenta.
Sob qualquer prisma que se queira ler a presidência de Trump, esta tem sido um sucesso. Trump prometeu e cumpriu em larga medida. Há aspectos em que não o conseguiu a 100%, mas as promessas de campanha têm sido cumpridas.
Claro que quem me leia sabe que eu não estou a querer elogiar Trump. Reconheço que cumpriu estas medidas, só que não as vejo como positivas. Várias delas não eram particularmente difíceis de cumprir, uma vez que estão dentro do âmbito dos seus poderes presidenciais e ele pode executar tais decisões com uma assinatura. Outras terão sido mais difíceis de atingir, mas ele chegou lá. Só que as medidas que tomou e que apontei acima poderão ser, na sua larga maioria, más. Não só para o resto do mundo como para os EUA.
1. A reforma aumentará o défice dos EUA em quase 1.9 biliões (trillion na versão inglesa) de dólares. Os cortes começarão a expirar em 2025, curiosamente quando um hipotético segundo mandato de Trump termine. A partir de 2027, os impostos para indivíduos voltarão a aumentar, mas para empresas os cortes serão permanentes. Os cortes também beneficiam comparativamente mais os ricos que aqueles com rendimentos mais baixos (embora os cortes sejam para todos).
2. A saída dos acordos internacionais tornará a cooperação de outros países com os EUA mais difícil e poderá levar a retaliações em pequenos, mas significantes, aspectos no futuro (por exemplo, imposição de impostos de carbono a empresas americanas a operar fora do país). Ao mesmo tempo, terminar acordos contra proliferação de armas nucleares poderá aumentar a instabilidade estratégica no mundo.
3. Trump nomeou dois juízes conservadores que poderão em breve reverter Roe vs Wade, que define os direitos das mulheres de abortar. As leis (actualmente) inconstitucionais que têm sido passadas no Alabama e outros locais conservadores no sul servem apenas para levar estas disputas ao Supremo Tribunal e tentar reverter a actual lei. Nos outros tibunais, diversos juízes escolhidos têm sido demonstrados como completamente incompetentes para os cargos. Além disso é notória a preferência por homens brancos para esses cargos. Um dos juízes nomeado para o Supremo Tribunal ocupou um lugar que deveria ter sido nomeado por Obama (mas Trump não é responsável por isso).
4. O ambiente nos EUA só irá piorar em todo o lado. As empresas estão livres para poluir como queiram. Trump encheu a sua administração de negacionistas das alterações climáticas (ou da sua causa antropogénica) que só querem fazer o jeitinho às indústrias poluentes. Ao mesmo tempo, a indústria renovável irá sofrer muito nos EUA, o que atrasará o país tecnologicamente.
5. Mesmo que as ligações pessoais funcionem, que farão os EUA quando Trump sair do cargo? Além disso, a visão do mundo de Trump demonstra que el não percebe – ou não liga – as vantagens que os EUA retiram destas alianças. Vai-lhe correr mal se os aliados decidirem que querem punir os EUA pela ousadia de elegerem Trump (seria contraproducente para os aliados, tal como para os EUA). Se os aliados decidirem que não podem mais contar com os EUA e optarem por avançar por si mesmos (improvável no médio prazo) os EUA poderão ver-se isolados a ponto de perderem acesso a informação e meios fora do seu território. Pelo meio destruiu o Departamento de Estado e acabou com quaisquer pretensões de soft power que os EUA tivessem. Pelo menos por uma década. Será difícil reparar o dano.
6. O acordo comercial com o México é essencialmente igual ao que existia no âmbito da NAFTA. Conseguiu que o México aceitasse bloquear a passagem de migrantes e refugiados, mas é um acordo válido enquanto os mexicanos quiserem, não terá qualquer força real. No resto as suas guerras de tarifas estão neste momento a prejudicar alguns dos seus eleitores fundamentais (os agricultores, por exemplo). Para o compensar, Trump teve de recorrer a subsídios. Quando as empresas decidirem que não vale a pena esperar que a situação se resolva, começarão a deslocar negócios dos EUA ou a deixar de vender para lá. Será bom para algumas empresas americanas, mas a globalização aconteceu porque era boa para todas as partes. Os EUA poderão cobrir quaisquer importações com produção local, mas esta depende também das cadeias de logísticas globais e, além disso, poderá ser mais cara que noutros locais. Os consumidores americanos pagarão o preço das tarifas.
7. Nada a apontar. As vidas destes americanos não mudaram, mas sentem-se com mais poder. A ponto de poderem sr agressivos com quem eles entendem.
8. Isto beneficiou em muito do crescimento que se seguiu à Grande Regressão. No entanto Trump libertou várias amarras aos negócios e cortou impostos. Isto no fundo é o mesmo que, tendo um paciente que está a recuperar excelentemente de um enfarte e já recomeçou a fazer exercício físico, o médico decide dar-lhe uma injecção de adrenalina. O paciente terá um desempenho físico subitamente mais notável, correrá mais, estará mais forte e sentir-se-à talvez melhor. Quando o efeito da injecção passar, o paciente estará sob risco de morte acrescido. O mesmo se passará (provavelmente) com a economia americana.
9. Até ao momento a única coisa que conseguiu foi legitimizar o regime norte-coreano, lavar-lhe a imagem (é o mais brutal à face da Terra) e, indirectamente, reconhecê-lo como uma potência nuclear. Em troco recebeu os restos mortais de americanos mortos na Guerra da Coreia. Mais show que substância.
10. Milhões de americanos ficarão sem seguro de saúde. Os custos em geral voltarão a ser o que eram antes: de longe os mais altos de todo o mundo desenvolvido. Mas terão escolha…
Tudo isto conseguindo demonstrar uma face completamente não-presidencial, sendo bruto, malcriado, sexista, racista, mentindo, ameaçando e, acima de tudo, vivendo obcecado com a sua própria imagem, a qual lhe é dada no espelho distorcido da caricatura de media que é a Fox News. Também falhou em parte na sua promessa de limpar o pântano. Em parte conseguiu porque muitos dos beneficiários anteriores perderam acesso aos políticos de Washington. Falhou porque encheu o pântano de novas criaturas, muitas delas chamadas Trump, e todas (ou quase) mais sinistras que as que lá viviam. Por fim, envenenou o diálogo político nos EUA. Se antes os democratas e republicanos já pouco dialogavam )os republicanos não perdoaram a eleição do primeiro presidente negro), com Trump passou.se de falta de diálogo a puro ódio (dos dois lados). Pelo meio conseguiu que os seus apoiantes perdessem qualquer noção de civilidade ou de sentido crítico. Os factos deixaram de ser importantes para os apoiantes de Trump (para Trump nunca o foram).
Os apoiantes de Trump poderão ficar satisfeitos. Se o país arder e a Fox News reportar Trump a jogar golfe e a lançar impropérios contra deputadas de cor, os apoiantes, os “deplorables” continuarão a gritar o seu apoio incondicional. É por isso que os democratas, pelo que vejo agora, irão perder as eleições do próximo ano. Porque não perceberam que necessitam de se unir e galvanizar a sua base. Porque ainda jogam com as regras da geração anterior, onde ganhar os moderados bastava. Não basta. Num mundo de polarização e combate, a turba vociferante é quem conta. E Trump é quem a tem na mão. Os debates democratas até agora (por acaso estava nos EUA e vi-os) demonstraram que os democratas não o perceberam bem. Trump neste momento esfrega as mãos de contentes. E escreve mais um twitter contra AOC.

Poderei estar enganado, mas segundo percebi , após o inquérito a Robert Muller, Trump tem boas possibilidades de ser preso após deixar a Presidência. Estranho é, após às audiências a Mueller, Trump continuar bem lançado na nova corrida à Casa Branca.
Estranho, também, a quantidade de “após” que usei. Posteriormente, depois….
Após isto…
Bom, a verdade é que, como indiquei acima, os apoiantes de Trump acreditam cegamente nele e os resultados do que prometeu estão à vista. É normal que venha a ser reeleito.
Já no que diz respeito a questões judiciais, não só não pode ser detido actualmente, como merece o direito à presunção de inocência (que não deveria ser apenas judicial, mas também social). Enquanto não for provado culpado, deve ser considerado inocente. Tenho-lhe asco, mas merece esses direitos como qualquer outra pessoa. Mesmo aquelas a quem ele os quisesse negar.
Saudações, João.
Julgo compreender que o sentido de seu texto tem como propósito uma ajuda às próximas eleições legislativas portuguesas O meu comentário também segue essa via.
Sabemos que a matéria do défice transformou-se para a actual coligação em catequese, para demonstrar onde estão os virtuosos. Pois bem, comparativamente com a política americana, procurarei demonstrar-lhe que é uma mera corrente baseada em “espiritualismos” sem qualquer consequência quer material quer verdadeiramente, aqui sim, espiritual na vida dos cidadãos.
Trump compreendeu que uma obsessão em torno do défice traria efeitos colaterais nefastos e desvalorizaria substantivamente o património que possui. O património de uma nação não se mede pela quantidade de ouro que existam em suas reservas e até mesmo pela quantidade de empresas detidas por um estado. Mas, isto sim, o conjunto global de empresas, públicas e privadas, e a capacidade que cada cidadão, em termos de disponibilidades económicas, tenha em fazer com que elas continuem laborando.
É aqui que entra a comparação. O governo Costa/BE/PCP/PAN na sua obsessão do défice e da demostração de serem bons alunos reduziu o défice, mas, paralelamente, reduziu a capacidade de resposta das empresas públicas – e também da actividade sanitária, permitindo morrer e sofrer lentamente em espera – e a actividade produtiva e reprodutiva económico-empresarial. Consequentemente, o desemprego encapotado não baixou (800 mil) e o que foi gerado é precário. Mais precário ainda no sector do turismo que também se transformou em asilo daqueles outros profissionais que outrora se dedicavam ao sector da construção.
Adicionalmente, ainda comparativamente, ter casa e casa arrendada em Portugal tornou-se um luxo e continua-se a política de empurrar o cidadão à compra da mesma, para reforçar a ideia geral que em Portugal mobilidade significa imobilizar os cidadãos confinando-os a áreas litorais ou próximas das mesmas. Ou seja, faz-se com que se adquira casa permanente com ofertas de trabalho que de todo não serão permanentes.
Por outro lado, surge um novo conceito de mobilidade que significa permitir a especulação imobiliária fazendo mover o cidadão de sua residência habitual.
Em matéria de transportes o sufoco é geral, e até mesmo aquilo que anteriormente servia para manter o material circulante (manutenção) em condições em nada as mantém.
Fiz uma breve síntese para demonstrar que em Portugal a obsessão da redução do défice continuará a reduzir tudo o mais; e sem uma intervenção efectiva quer de capital quer de medidas também eficazes, para evitar a falência de todo o património da nação, que é o cidadão que ajuda a criar, isto é, as disponibilidades destes é a riqueza dos demais e a pobreza destes é a pobreza de todos. Quem gera empregos e quem gera riqueza é o cidadão e depois destes os outros.
Costa e Cia. Lda. trabalham submetidos aos interesses da banca alemã e francesa; e o que vão oferecendo de quando em vez são uns suspiros: suspiros na clientela eleitoral que em geral os suportam e que também vive da pobreza que a outros é gerada. A contenção em uns faz outros respirar bem melhor.
É tão bom viver assim, porque em regra esta clientela que tanto se queixa da saúde privada a ela pode recorrer, por o público funcionar mal na resposta.
Não tentei nem por um milésimo de segundo fazer ligação entre Trump e Portugal.
O trump tem muito a aprender com o Costa que sem ninguém perceber como, conseguiu vencer o aquecimento global em Portugal.
É à melhor de 5 sets. Ainda falta.
Whishful thinking e futurologia.
O que conta são os resultados e nisso Trump vence em toda a linha. Facto chave e que tem passado ao lado de todos: os EUA já são os maiores produtores de petróleo do mundo. Só isto, e nada mais, é uma vitória estrondosa.
Foi por onde o comecei: os apoiantes de Trump (e deduzo que V. seja um deles) só podem estar contentes.
Claro que isto é negar os múltiplos problemas que aquilo que ele conseguiu irão trazer. Nlguns lados poderei estar a fazer futorologia (informada, mas certo, futurologia). Noutros, especialmente em referência ao impacto do petróleo nas alterações climáticas, não há futurologia. É realidade actual. Pode negá-lo se o quiser. Também pode negar que a Terra é redonda ou que durante 24 horas há dia e noite. Pode ter direito às suas opiniões, quaisquer que sejam. Mas não pode ter direito aos seus factos.
Os “meus”factos? O João André anda distraído:
https://money.cnn.com/2018/09/12/investi ng/us-oil-production-russia-saudi-arabia/i ndex.html
https://www.eia.gov/todayinenergy/detail.p hp?id=37053
“Noutros, especialmente em referência ao impacto do petróleo nas alterações climáticas, não há futurologia. É realidade actual.”
E? Também não neguei. Mas existe alguma solução mais viável do ponto de visto económico e ambiental a curto prazo?
Não fui específico. Não neguei também a questão da produção de petróleo (nem a procurei, por isso não podia negar nem afirmar). Apenas apontei que isso não é necessariamente bom. E o petróleo não é bom.
Quanto a soluções, já há muito que escrevi que não existia nenhuma solução milagrosa para subsituir o petróleo. Que o futuro estaria num conjunto de soluções. Mas o passo na direcção de aumentar a produção de petróleo (que os EUA nem precisariam de dar, bastaria serem mais eficientes) apenas demonstra que a administração Trump não está interessada nisso. Está interessada apenas em ter os amiguinhos da indústria petrolífera (e petroquímica) a encherem-se de dinheiro. E que se lixe o planeta.
Não se esqueça da geopolítica, a questão petrolífera não se limita à economia. Pensemos nas consequências da independência petrolífera americana para o Médio Oriente e África: a OPEP tornou-se irrelevante, já não consegue manipular preços. Isto é mau? Não creio…
E outro pormaior: há bem pouco tempo toda a gente criticava as cleptocracias e ditaduras destes países porque eram alimentadas pelos petrodolares americanos. Pois bem, já não são (veja-se p. ex o descalabro da economia angolana, cuja produção caiu 400 mil barris em 3 anos). Isso é mau? Não de todo. Para já colocou à vista a hipocrisia de meio mundo, dos que os acusavam de alimentar ditadores esquecendo que alimentavam também os respectivos povos, assim como os ditos cleptocratas que ostestavam uma riqueza pornográfica, mas que hoje não têm dinheiro para “mandar cantar um cego” e têm os seus países mergulhados em crises sem fim à vista.
Tem razão evidentemente. Só digo que tal poderia ter sido alcançado sem recurso a petróleo.
A questão não é meramente estratégica, é também económica. A China aumentou e aumentará também as compras de combustível aos USA. Significa isto uma redução do défice da balança comercial favorável aos EUA; e que originará também a redução do défice agora criado para estimular a economia.
O xisto tornou possível a extracção a menores custos, consequentemente, mais competitivos na oferta. Até agora os principais mercados de venda de combustível são a Itália, Canadá e China; e, a médio prazo, veremos a Coreia do Norte comprar combustível aos USA.
As projecções indicam que os USA serão os maiores produtores até 2023. Para além desta data é necessário mais investimento e será difícil afirmar que possam vira ser os maiores produtores numa economia mundial ainda muitíssimo pouco acelerada. Portanto, a Arábia Saudita continuará a ser a opção menos onerosa no futuro.
Por outro lado, a legislação que se pretende implementar sobre a limitação de enxofre na extracção marinha é um outro elemento a ponderar e que irá baralhar a equação.
Olhe que não, os custos de contexto subiram muitíssimo na Arábia Saudita devido à instabilidade na região, fretar um petroleiro que passe pelo golfo de Aden é muitíssimo mais caro que fazer a linha recta usa-europa ou usa-asia (frete, seguros, etc): curta, rapida e segura. O médio oriente vai sofrer e muito devido a isto. E outro detalhe, eles já são os maiores produtores, em 2024 querem ser os maiores exportadores:
https://www.google.com/amp/s/www.cnbc.co m/amp/2019/03/11/us-threatens-to-topple-s audi-arabia-as-worlds-top-oil-exporter-i ea.html
Mais dores de cabeça para os países da OPEP. Se o conseguirem não será bonito para muita gente.
O contexto do meu comentário é outro e apontando para o futuro, para além de 2023. Aqui a equação é a que expus. Será em função do investimento e da legislação.
Ó André, não era melhor falar-se do benfica e dos coletes pró incendiários que custaram ao Zé povinho uma pipa de massa? Fónix! A gente nem percebe nada de americanismo. Temos é a mania que os americanos são maioritariamente burros e que vão todos em sentido contrário na AE. Mas depois queremos que nos vendam barato os medicamentos e etc. Somos é uma cambada de parolos.
Escreva sobre isso. Tem abaixo espaço para se entreter.
OK, J. André. Tem todo o direito a cultivar os seus ódios e seus amores de estimação em polítca e em tudo mais, diga-se.
Um dia destes vai-nos dar a atenção de dizer qual é o seu exemplo de paradigma em governação, do respectivo País. Só para termos a certeza, claro.
É que, consta, cada vez mais Norte Americanos estão a gostar dos seu Presidente.
pois nem tudo o que reluz é ouro… e sim, o mais interessante para o publico preocupado nao sao os numeros , as vitorias de trump, mas sim as consequencias, a futurologia.
Apesar de trump estar associado á religiao, cuja quer voltar a reunir o rebanho, e reinar sobre ele, é claramente um batoteiro. O povo é batoteiro, mas adiante. E no fundo quantos nao ficariam contentes por ver o seu pais nao so tornar-se independente do mundo, para alem de que ja era o mais poderoso e imperador.
Portanto o que interessa é a futurologia : e ninguem duvida que trump, se isso fosse conforme aos seus interesses, fomentaria a guerra entre os europeus.
Ou seja : ate ao trump, os reagans diziam ” nós vamos ” , se voces europeus nos acompanharem, partilhamos o espolio convosco.
Que estarao a urdir ?
Oxala sejam auto suficientes, contentes e alegres … sem ambiçoes de exportarem a sua religiao para cá.
Não diga mais. Está na cara. É apoiante do pior presidente dos EUA de sempre que não comento com adjetivos porque já todos sabemos o que é. Cumprir promessas não quer dizer que seja bom presidente. Podem cumprir-se promessas por mais macabras que sejam. Hitler também as cumpriu….
É o que dá ler na diagonal e ficar a meio do post. Asneira.
“… Em parte conseguiu porque muitos dos beneficiários anteriores perderam acesso aos políticos de Washington. …”.
Benefeciários bons versos maus?. Complicado. A subtil capacidade de distinguir antre água da torneira e água benta.