Os transportes militares precisam de ser pensados racionalmente, para não aumentarem a despesa pública sem necessidade. Por exemplo: com o país em paz, sem que se preveja qualquer invasão estrangeira e com as obrigações da NATO, o transporte de tropas deve ter isso em conta e não recorrer a concursos internacionais para aquisição de veículos grandes e gastadores para deslocar a módica soldadesca…


O ‘side-car’, com duas rodas, é simplesmente fantástico. Dada a sua localização no conjunto, suponho que se tratará então de um “back-car”. Contudo, o mais extraordinário para mim ainda é o grupo propulsor: como é que é possível tudo isto só com 1 cavalo de potência??
Claro que é. Se fosse com um boi é que seria impotente!
É impressionante como ainda existem pessoas com uma indigência intelectual, que não lhes permite ver um centimetro à frente do seu nariz…falar dos transpostes militares nestes termos, (…)”Os transportes militares precisam de ser pensados racionalmente, para não aumentarem a despesa pública sem necessidade” (…) “com o país em paz, sem que se preveja qualquer invasão estrangeira” (…)é ultragante , e revela uma elevada dose de ignorância e insensibilidade. Deixo-lhe apenas uns links para consultar:
Escusava de repetir, porque eu li escorreitamente à primeira. A menos que V. sofra de gaguez intelectual…
Julgo reconhecer este nosso leitor. É ele que está de camuflado, naquele originalíssimo ‘side car’ sem moto, pronto para todos os combates… verbais.
Primeiro até julguei que ele era o de branco, mas depois vi que é o do camuflado. É ele sem tirar nem pôr. Até lhe dediquei um post militar especial mais acima.
Como o texto não saiu na totalidade, sem mais comentários, deixo um dos links que pretendia colocar à sua consideração.
http://www.emfa.pt/www/po/esq501bisontes/
Se eventualmente voltar a ser editado com erro, aconselho-o a visitar o site do EMFA e pesquisar as missões de transporte militar e ajuda humanitária do C-130 assim como as missões do EH 101. Lembro-lhe que é redutor quando se fala em transporte militar, referirmo-nos apenas ao exército.
Escusava de se incomodar. Estava mais do que entendido. Desde logo, pela insolência, embora a gente por cá não perca o sentido de humor por tão pouco.
Caro João Carvalho, não é pouca coisa, denegrir um dos pilares do estado, como são as Forças Armadas. De tal modo que se ler hoje as páginas do Jornal “o Publico” encontrará a preocupação do ministro da Defesa, sobre essa matéria:
“No seu discurso na Base Aérea do Montijo, onde presidiu à cerimónia de encerramento da actividade operacional da Esquadra 401 (Aviocar), José Pedro Aguiar-Branco elogiou o resgate dos seis pescadores das Caxinas, Vila do Conde, pela Força Aérea Portuguesa.
“Mais um trabalho notável, mas apenas mais um exemplo entre centenas”, disse, considerando que o país se “emocionou” com este acontecimento.
Em seguida, e a este propósito, o ministro da Defesa Nacional disse ter ouvido “algumas palavras que desvalorizaram estes feitos” e que diziam que faziam apenas “parte do contrato [das Forças Armadas] com o Estado”.
“Como ministro, sei que não há dinheiro, contrato ou louvor que pague a vossa coragem. Os vossos atos não são contratáveis, são muito mais que isso”, acrescentou.
Aguiar-Branco enalteceu a “bravura” dos militares nas missões de busca e salvamento, “uma virtude cada vez mais rara”, e assinalou que neste ano já foram resgatadas 37 pessoas pela Força Aérea.
Já em declarações aos jornalistas, no final, o ministro recusou nomear os autores das declarações desvalorizando este trabalho, referindo-se apenas a “comentários difusos”, e disse que “o que é importante é termos noção do papel relevante que é desempenhado pelas Forças Armadas em missões de natureza pública”.
Aguiar-Branco defendeu que apenas pessoas “menos atentas da importância que as Forças Armadas têm para Portugal e para o bem-estar de todos nós” podem desvalorizar o seu papel.
Luís Parreira, comentar uma curta nota de humor (que até já leva o n.º 18 de uma sequência editada diariamente) nos termos insolentes (para não o classificar como merecia) em que V. o fez tira-me definitivamente do sério. Não precisa de me pedir desculpa pelo trato que me dispensou, porque não tenho mesmo pachorra.
Pelo contrário, sou eu a pedir-lhe que me dispense da cópia dos discursos ministeriais. Eu conheço muito bem as instituições e o seu respectivo valor relativo, leio muito e estou a par das notícias diárias, às quais dou a atenção que me apetece. Passo bem sem a sua “revista de imprensa”.
Substituir M-113 de lagartas por Pandur de rodas deve poupar dinheiro na manutenção e no combustível.
Seguramente.
Ainda pensei que se pudesse moderar a aquisição de submarinos…
Não me digas que te cruzaste com algum nesta http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/38 18663.html estrada.