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Raras vezes uma barganha política ficou tão evidente na mercearia interpartidária: o PCP inaugura hoje o seu XXI Congresso, em Loures, após ter viabilizado ontem as contas públicas para 2021 propostas pelo Governo minoritário do PS naquele que foi o último suspiro da “geringonça”, nascida em Novembro de 2015 e falecida neste ano da desgraça de 2020.
É algo que, ao nível da linguagem popular, se traduz na expressão “toma lá, dá cá”. Neste caso – e na perspectiva do Governo – toma lá congresso, dá cá voto parlamentar. E nem foi necessário ser um voto favorável: para aprovar o Orçamento do Estado bastou a abstenção do partido vermelho e do seu vitalício apêndice verde.
Não custa vaticinar que foi a última vez que tal aconteceu. A tentação de romper já com o PS, a exemplo do que fez o Bloco de Esquerda, era grande entre os comunistas. Também não custa perceber que a aprovação da Direcção-Geral de Saúde ao conclave partidário num dos derradeiros bastiões autárquicos do PCP funcionou como moeda de troca. Apesar de Loures ser um concelho de alto risco sanitário e o congresso implicar a mobilização de centenas de militantes oriundos das mais diversas partes do País em pleno estado de emergência.
Tudo à semelhança do que já sucedera noutros actos litúrgicos a que o clero comunista atribui prioridade absoluta nos seus rituais de culto: o 1.º de Maio, este ano celebrado com a CGTP a violar a interdição governamental de circulação entre concelhos, e a Festa do Avante!, no primeiro fim de semana de Setembro, quando a segunda vaga da pandemia já galopava no Seixal, outro concelho de elevado risco. Dias depois, quando a progressão do vírus se tornara iniludível, o Governo declarou todo o território nacional continental em “situação de contingência”.
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Cumpre assinalar que nada de relevante será debatido neste congresso. No PCP, que tem metade do Comité Central composto por funcionários do próprio partido, sem efectiva ligação ao mundo do trabalho real, todo o processo de decisão ocorre à porta fechada, nas impenetráveis reuniões do Secretariado (oito homens, duas mulheres) e da Comissão Política (18 homens, três mulheres), nunca sujeitas ao menor escrutínio jornalístico.
O conclave será um mero desfile de monótonos discursos formalmente “anti-sistema”, proferidos sempre no mesmo estilo, no mesmo tom e na mesma langue de bois repleta de chavões forjados num partido ainda “revolucionário” de fachada mas rendido ao reformismo burguês. E que usufrui hoje de chocantes privilégios negados ao cidadão comum: enquanto a população se vê forçada a encerrar-se em casa, no próprio concelho de Loures, os congressistas usufruem ali de livre-trânsito em aberto desafio ao recolher obrigatório.
Tudo isto para no domingo reconduzirem como figura máxima o mesmo secretário-geral que ocupa o cargo há 16 anos. Homem, claro: nunca o PCP foi liderado por uma mulher ou teve sequer uma mulher à frente da sua bancada parlamentar. E alguém que é funcionário do partido há largas décadas, como acontece com tantos outros dirigentes, intitulados “operários” sem o serem de facto.
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Toma lá o último apoio parlamentar; dá cá congresso e três dias de tempo de antena, a meses das autárquicas, com chancela das autoridades sanitárias: eis o recado de Jerónimo de Sousa a António Costa. O primeiro-ministro, que se prepara para votar Marcelo Rebelo de Sousa na eleição presidencial de 24 de Janeiro, deixa de ter amparo à esquerda.
Longe vão os tempos das manchetes festivas, em que as trombetas da propaganda governamental enalteciam o ilusório “milagre sanitário” português. Mais longínquos ainda, os dias em que Costa fazia graçolas com uma frase que terá sido proferida por Passos Coelho ao advertir que “vinha aí o diabo”.
Pois o diabo chegou, em forma de vírus. Já estilhaçou a “geringonça” e já retirou o PS do Governo dos Açores ao fim de 24 anos de poder absoluto. Na crescente solidão do seu gabinete, Costa estará hoje cem vezes arrependido das farpas que lançou a Passos. Enquanto ganha ânimo para anunciar aos portugueses que este ano não haverá Natal.

“nunca o PCP foi liderado por uma mulher ou teve sequer uma mulher à frente da sua bancada parlamentar.”
E ainda bem!
Pois, o lugar das mulheres é em casa.
A politica é para homens!!!!
E para homens que gostem de homens!!!!!
Disso tenho quase a certeza! Aqueles “Aqueles abraços” dos políticos que já vêm das repúblicas de Coimbra e dos grupinhos de interesses das faculdades… aquilo é tudo meio rabeta.
TEM RAZÃO!! E O ESTADO EM QUE “ISTO” está..prova isso mesmo !
Mulheres são para tachos e panelas!
Graça Freitas e Marta Temido, mas que anedotas!
São o maior exemplo da bandeira da incompetência feminina !
Jorge Costa
“Toma lá, dá cá…” -Vai-se ver.
-É que ontem pessoa muito da minha confiança me informou, a propósito de começarem a surgir casos de Covid19, aqui para a zona de Loures, logo que comece o “Festejo” do PC, vão exigir “contas aos Governantes! É que já houveram também casos logo que a outra Festa acabou… Não sabia disto.
O Povo da periferia não é balofo…pensa com a cabeça!
“É que já houveram também casos”
Desculpe lá, mas não acha que antes de comentar nos blogues deveria aprender português? Estude os verbos.
Estudar os verbos não chega, tem que dizer palavra d’honra qu’é verdade.
Os licenciados em comunicação social a tv dizem “houveram”, contam “meios aéreos”, vão “de encontro”, “sobem rápido”, falam à brazuca, etc, etc. Não admira que a ignorância seja a coisa mais abundante no universo.
Pois, o melhor é não ler jornais e correr para as cloacas sociais.
Jornais?
Ainda existem?
Existem, não te assustes.
O teu nome é que já se foi.
Concordará comigo que já estiveram bem mais longe uns dos outros… E que os primeiros deliram e promovem os segundos? Por exemplo: quantas horas de noticiário nobre da SIC Notícias são ocupadas a pespegar de opiniões do Twitter e do Facebook nos ecrãs gigantes lá nos jornais das oito? Que relevância é que aquilo tem?
Qual lei qual carapuça.
Afigura-se segundo opiniões avalizadas, não ser taxativa nem para o sim nem para o sopas, havendo mesmo gente credível a afirmar não existir por aí argumento válido para não suspender o evento.
Contudo, só por um vergonhoso frete para satisfazer clientelas poderia acontecer uma alteração em cima de um caso concreto.
Diga-se ainda que a “lei é para aplicar de olhos abertos”, que para cega já nos bastaria a justiça.
Os comunistas apenas querem fazer a sua festa de Natal antecipada.
Até vai haver troca de brindes e amigos secretos…
Vai ser lindo ver o desfile de taxis a levar comida dos take-away para os congressistas. Aposto que quase todos vão encomendar nos chineses. Espero é que haja a boa vontade de começar já a pagar a nova taxa sobre o vasilhame.
O PCP é um partido organizado. Certamente que encomendará a um restaurante local o fornecimento de comida em grandes quantidades. Virão carrinhas carregadas com panelas, não táxis.
Pois, as carrinhas da câmara.
Ou calhando vão a algum infantário, mas só ao pequeno almoço.
Bem, tenho de ir a Loures amanhã, aproveito e digo que vou ao congresso…
Ainda bem que a minha comissão acaba em 2021 e já me posso pôr a andar, nunca tive capacidade para ser actor em filmes satíricos de leste datados dos anos 90.
O primeiro comentário é um verdadeiro hino à… É melhor nem dizer. Mas é um sério candidato a comentário da semana…
Bom fim-de-semana, Pedro,
Nunca a forma de fazer política desceu tão baixo e com isso degradou tanto a Democracia. Desde 2015 que está transformada na mercearia política que refere.
António Costa meteu-nos em atalhos e descaminhos com Marcelo Rebelo de Sousa de lanterna na mão, à frente, prestando-se a guiá-lo. Lamentável.
Costinventa na Marcelânia
“Pois o diabo chegou, em forma de vírus”
Isso só prova que Passos Coelho tinha grandes qualidades como vidente. Como Primeiro Ministro é que era o problema (é que era o Diabo).
Terá recorrido ao Tarot? Não conseguiu topar que seria um vírus mas que vinha algo ruim, não há dúvida, adivinhou.
Toda esta abordagem do PCP à situação é um verdadeiro “estudo-de-caso” de clausura intelectual, de uma soberba desligada do real … Quanto à reacção dos poderes, Belém e São Bento, é a demonstração da mera cabotagem em que seguem.
Absolutamente de acordo.
E o que gosto de ouvir certos comentadeiros a enaltecerem o respeito pelas instituições, que o PCP supostamente tem ; o povo, aparentemente, é uma instituição menor, embora a palavra esteja lá sempre, na tal langue de bois da vetusta agremiação.
Abraço
Cabotagem ou cabotinagem?
Dei com isto aqui (http://www.pgdlisboa.pt/leis/lei_mostra _articulado.php?nid=1712&tabela=leis). Não sei se terá importância para este assunto:
Artigo 2.º
1 – A declaração do estado de sítio ou do estado de emergência em nenhum caso pode afetar os […] à capacidade civil e à cidadania,
[…]
2 e) As reuniões dos órgãos estatutários dos partidos políticos, sindicatos e associações profissionais não serão em caso algum proibidas, dissolvidas ou submetidas a autorização prévia.
Pode que a lei esteja mal, mas “dura lex…”
O PCP tem 600 elementos como orgãos estatutários???
Não são elementos, são camaradas.
O Congresso é um Orgão Estatutário.
Invocar a lei de 1986, jamais concebida a pensar numa pandemia, para insistir na realização em 2020 dum congresso partidário em estado de emergência num concelho classificado de alto risco sanitário e em que a própria população local está submetida a recolher obrigatório, é mais do que cinismo ou sonsice: é pura estupidez, que só contribuirá para aumentar ainda mais os índices de rejeição do PCP junto dos portugueses.
Os comunistas, cada vez mais entrincheirados numa bolha endogamica e divorciados da população, invocam com sofisma essa lei, que em caso algum os impediria de adiar a reunião magna (como fizeram PS, BE e PSD-Madeira) ou realizá-la por via digital (como fez há duas semanas a Iniciativa Liberal).
Em qualquer dos casos, estaria respeitada não apenas a letra mas também o espírito do diploma de 1986.
O problema é que o PCP tenta moldar a realidade às suas teses em vez de proceder em sentido contrário, como seria sensato e curial. Tendo votado contra o estado de emergência, procede como se ele não existisse (privilégio negado ao cidadão comum). Insistindo em chamar “epidemia” à pandemia, como se o novo coronavirus fosse sarna ou sarampo, faz vibrar de júbilo algum negacionismo militante mas não consegue alterar os factos. Que são teimosos, como ensinava Lenine.
Pelos vistos a recente derrocada eleitoral nos Açores, onde o partido foi riscado da Assembleia Legislativa Regional, não ensinou nada aos comunistas. Acabarão por aprender de maneira ainda mais dolorosa, à sua custa, em todas as eleições que hão-de vir.
Afinal, quer dizer que até é bom que isto aconteça.
Os 600 é por já não haver mais, agora é que vão acabar. Uf!! ‘té qu’enfim.
Estou de acordo. É irresponsável por dois sentidos, o sanitario e o político. O político o problema é deles (e do governo que apanha por tabela mas pouco pode fazer), o sanitário o problema é de todos (esperando que seja penalizado pelo político, mas tendo em conta a memória prodigiosa do português…)
Neste caso a memória não se apagará facilmente, tenho a certeza.
Os comunistas são machistas, sempre foram machistas.
Interessa-me o papel da mulher nos vários momentos da História e, há coisa de dois anos, comecei a ler “Mulheres da Clandestinidade”, de Vanessa de Almeida (infelizmente, interrompi a meio e ainda não reatei; não por o livro não me interessar, mas faltou-me o tempo). Do que li, o que mais me surpreendeu foi a forma de como as mulheres comunistas eram discriminadas no próprio partido, um partido que, já durante o salazarismo, fazia da igualdade uma das suas bandeiras. Quando conseguir ler o livro, hei de falar nele.
Há tempos (já não sei quando) vi um documentário na TV alemã sobre as mulheres do Kremlin e fiquei igualmente abismada como elas eram usadas, mas “escondidas”, a fim de dar protagonismo aos homens. Muito poucos saberão o nome das mulheres que estiveram ao lado de personalidades como Lenine ou Estaline, por exemplo. Ainda hoje, a Rússia não lida bem com a figura da “primeira dama” (para não falar de uma mulher à frente dos destinos da nação). Nesse programa, dizia-se que Raíssa Gorbachev foi muito criticada por constantemente surgir ao lado do marido. Putin surge sempre sozinho. É verdade que se separou da mulher há bastantes anos e não faço ideia se actualmente há alguma mulher na sua vida. O certo é que, mesmo quando era casado, a sua actuação era idêntica. Ou alguém se lembra da mulher de Putin?
“Ou alguém se lembra da mulher de Putin?”
Mas porque carga d`água tenho que me lembrar da mulher do Putin!!
“Quando conseguir ler o livro, hei de falar nele.”
Se já está a dizer que não consegue, para quê essa falsa promessa!
Mais uma política Estalinista, assuma-se!
A mulher de Putin, ou de qualquer outro presidente, que se saiba alguma vez foi eleita para primeira dama?
Do que se trata é simplesmente de adornados fretes machistas.
O meu comentário vinha na sequência de os comunistas não gostarem de ver mulheres com cargos de poder, uma tradição que ainda hoje se verifica na Rússia, embora já não seja oficialmente comunista.
Tanto Lenine, como Estaline, tiveram mulheres que pertenciam e trabalhavam para o Partido Comunista e os ajudaram na sua governação. No entanto, eles apareciam sozinhos e os nomes delas raramente foram mencionados.
“Ver mulher em cargos de poder…”
Mas tem razão ajudaram na governação, quando iam para cozinha fazer doces caseiros para os convidados.
Fica o aviso: já me fartei de tanta misoginia primária. A partir de agora outros comentários anónimos com este tom depreciativo para as mulheres serão remetidos ao “arquivo geral” deste blogue.
Querem parecer homenzinhos mas nem sequer são capazes de assinar e assumir as bojardas que vão bolçando.
Misoginia primária eu, isso é ridículo!
Por dizer que a mulher na Russia é um elemento secundário na política e daí brincar na ajuda política delas na cozinha.
Mesmo “havendo” na história da Russia: mulheres que tiveram papéis políticos, não deixa de ser um país onde impera o militarismo o machismo a Vodka e tudo o resto que nem vale apena escrever.
Misoginia existe aqui noutros comentários, não no meu.
(Se pertence algum movimento de libertação feminista. OK eu compreendo a sensibilidade.)
Certamente senhoras bem formadas que não precisavam dos holofotes de palco para se afirmarem, e até seriam capazes de dispensar a titularidades de cargos por simples oferta de cortesia.
Sim, o mais importante é que elas não tirem os holofotes aos homens.
É como a Igreja, Cristina. Os padres também têm mulheres a limpar a igreja antes da missa. Mas nunca reconhecem o importante papel que essas mulheres desempenham.
Curioso que a Cristina ainda diz “personalidades como Lenine ou Estaline” com alguma candura quando está a falar de (além de machistas) uns assassinos de massas que estropiaram e deportaram gente sem piedade nenhuma até serem eles próprios eliminados por outros como eles — enquanto que dá alvíssaras assim que o mundo se livra de Trump, uma besta negra que nunca matou ninguém e que se calhar nem é tão machista quanto os jornais o pintaram e é apenas um parvalhão como qualquer colega seu lá do escritório
É o que se chama ser influenciado pelo que se lê e entra pelas tevês dentro de casa — que é tudo um ranho esquerdista que se esquece sempre do seu rasto de monstruosidade.
Você faz cada comparação!
Então tenho de deitar foguetes por pessoas que morreram há tantas décadas já não estarem no poder? Já agora, inclua o Hitler!
Mas se calhar não há nenhuma Lady Putin. Aquilo de andar a cavalo em tronco nu armado em “amazonas do dniepre” e mesmo a mania dos venenos é tudo assim um bocado abichanado.
” fazia da igualdade uma das suas bandeiras.”
Depois deste tempo todo ainda não percebeu que no Comunismo todas a bandeiras são apenas alavancas retóricas para conquistar apoios para obter o poder?
Daqui a duas semanas a Iniciativa Liberal realizará o seu congresso. Logo veremos se o governo fará alguma coisa para a procurar impedir de o fazer. Creio bem que não fará. Teremos então, quiçá, um contrafactual às afirmações deste post.
Tanta asneira em tão poucas linhas.
A Iniciativa Liberal não vai ter nenhum congresso, muito menos daqui a duas semanas, quase em cima do Natal.
A Iniciativa Liberal nem sequer tem congressos.
A IV Convenção Nacional da IL decorreu há duas semanas, reunindo cerca de 230 membros, exclusivamente por via digital. Para respeitar as normas da DGS e o decreto presidencial, em respeito absoluto pelo espírito e pela letra da lei de 1986. E sem reivindicar qualquer estatuto de excepção no actual quadro de emergência sanitária, ao contrário do que fez o PCP. tiva-liberal-realizou-convencao-nacional-t otalmente-digital-com-230-participantes/
https://observador.pt/2020/11/20/inicia
Comportamento exemplar, portanto.
Tudo ao contrário do que fez o PCP.
A Iniciativa Liberal não vai ter nenhum congresso, muito menos daqui a duas semanas
Vai sim. Congresso eletivo, para eleger uma série de órgãos. Na região de Lisboa, ou então por via digital; ainda não está decidido.
A Iniciativa Liberal nem sequer tem congressos.
Chamam-se Convenções Nacionais mas são equivalentes a congressos.
Lai lai lai lai lai lai…
Tens uma fixação pela IL.
Já te inscreveste?
O governo foi muito claro na sua afirmação de que o estado de emergência não lhe permite interferir na realização de quaisquer congressos, ou outras atividades, partidários.
O governo não pode interferir, e não interferiu.
Mal estaremos no dia em que um qualquer governo, usando um qualquer pretexto, possa impedir a realização de um congresso partidário.
O PCP não está a usufruir de um qualquer privilégio; está apenas a utilizar um direito que lhe assiste.
De resto, o PCP, em toda a coerência, votou contra o estado de emergência e contra a retirada das liberdades à população. Coerentemente, não quis para os outros pior do que aquilo que terá para si.
“O governo foi muito claro na sua afirmação de que o estado de emergência não lhe permite interferir na realização de quaisquer congressos, ou outras atividades, partidários.”
Então o vírus é político e não afecta políticos em pessoas que servem os políticos? É importante mais demonstração do Privilégio do PCP e dos outros partidos que passam a vida a falar de “Igualdade”.
“De resto, o PCP, em toda a coerência, votou contra o estado de emergência e contra a retirada das liberdades à população. Coerentemente, não quis para os outros pior do que aquilo que terá para si.”
Excelente, o PCP é agora um Partido Libertário
Então se eu votar contra um Governo PCP deixo de necessitar de cumprir as leis que este implementar…ok então.
Fiquem escondidos em casa seus ratinhos!
O PCP vai tratar de vos dar a liberdade!!!!
Coitados dos pontos de exclamação, tão mal tratados por este anónimo.
Ai isso é certinho… o PCP tem dado imenso ao POVO!! Está tudo rico…
Vai-se ver o que vem aí mais!
És anónimo, esqueceram-se de ti pá!
Não sei se fazer passar um OdE com o qual se discorda para fazer um congresso sem interesse nem história é uma boa troca para o PCP. O que resulta mais daqui é a evidência de que esta República é uma lástima sem grandeza bem carácter, que se verga a um partido de tretas que representa países falhados, anti-democrático e totalitário. E eu queria era deixar de ser “cidadão” desta miséria triste e ser apenas Português. Daí que defenda a abolição da designação de “república portuguesa” como nome oficial do País, que manifesta a prepotência e arrogância do Estado sobre as pessoas e é uma ofensa enorme aos portugueses com carácter.
O Congresso é apenas para lançar o candidato presidencial e para que a secção dos Açores faça o seu mea culpa. E para acertar mais uma dúzia de negócios imobiliários, que o património ainda não chega.
O candidato à sucessão de Jerónimo está mais que lançado. Tricandidato à Câmara Municipal de Lisboa, tricandidato ao Parlamento Europeu, acumulando as funções de vereador alfacinha com o cargo de deputado europeu (além de membro do Comité Central do PCP), a João Ferreira não falta rodagem.
Só lhe faltam votos.
Está lançado para os media mas não para o partido.
A liturgia de eleição tem necessariamente de ser cumprida.
É pena não ser o João Oliveira.
João Oliveira é insuficientemente ortodoxo. Tal como Bernardino Soares.
E prontus.
Cá temos assunto para dar e vender.
PCP
Por Portugal!
DEIXEM-NOS TRABALHAR!
Ide, ide trabalhar. E boa azeitona!
É inacreditável que o Governo tenha deixado de fora os congressistas do PCP dos grupos prioritários no acesso à vacina da Covid.
A não ser que já estejam todos contabilizados no grupo dos utentes dos lares…
No PCP rejeitam vacinas “capitalistas”. Boas, para eles, só as da União Soviética.