"Eu sei que não estamos habituados a questionar a moralidade das campanhas eleitorais. Só nós sabemos o que já foi feito e dito em campanhas passadas e a vacina já é demasiado forte. Mas, ainda assim, é importante que se vejam estas subtis diferenças: um dos lados está a oferecer «coisas fixes» a todos: empresas, concelhos em particular, etc., em troca de votos; o outro lado está a oferecer um não favorecimento, um esforço para o bem comum, um projecto em que o Estado não privilegia ninguém, privilegiando, assim, todos.
São estas pequenas diferenças que têm de pesar dia 27 próximo."
