Quando a idoneidade das instituições anda a ser posta em causa e se fala todos os dias na decadência do regime, a iniciativa de Jaime Gama em início de legislatura pareceu-me de evidente interesse táctico.
Mas os senhores que tanto têm debatido sobre a necessidade de enfrentar os interesses corporativos para que o país se torne governável, quando se sentem beliscados são os primeiros a reagir contra a mudança. Na hora da verdade as "forças de bloqueio" equivalem-se.


E mai’ nada.
Bruxo!!!
:))
Jaime Gama vai dando sinais inequívocos de que pretende candidatar-se à presidência da República. Manuel Alegre que se cuide.
Bem visto. Tomei nota. Ou me engano muito ou esta tua premonição ainda vai ser desenterrada daqui a uns tempos. E o título desse post com link para aqui, vai ser: Eu não disse?
Ora bem. “Isto” ilustra bem certa mentalidade portuguesa. Muita e empolgada conversa, mas acção… está quietinho. Então, se bulir com “direitos adquiridos”, nem que seja ao de leve… É que nem se questiona se o “direito adqurido” faz sentido à luz de princípios e dos valores que devem orientar a conduta. Uma tristeza.
🙂
Já na legislatura anterior houve quase um levantamento de rancho, quando foram tocados alguns privilégios dos srs. deputados. Isto é mais do mesmo.
“Ai, ai, estão a tirar-me o tapete” – dizem , quase, em coro;))
Jaime Gama, Teresa, tornou-se um açoriano muito inconveniente;))