Os Lopes planearam passar dez dias no Parque de Campismo da Nazaré no Verão de 2016. Entre diária, taxas, gás para o petromax, mais qualquer coisa para as bifanas e as acendalhas, um tanto para uma extravagância de ir jantar fora uma vez, combustível para a viagem e o mais que se lembraram, fizeram uma estimativa de gastos de 780€. Na verdade, acabaram por gastar 870€. Agora, como são gente previdente, os Lopes já fizeram um novo orçamento para as férias de 2017 que querem passar no mesmo sítio. No caso, o da Nazaré. São 830€ e nem mais um tostão, afirma o Lopes. Pois bem. Os Lopes prevêem gastar mais ou menos do que gastaram em 2016? Menos, dirão as pessoas normais. Mais, afirmará o génio que trata da propaganda do Ministério da Educação.
Toda a verdade sobre o orçamento da educação
Rui Rocha,

GENIAL!…
Obrigado, JAB.
De facto… lê-se e não se acredita… o Sr. Ministro é um génio!
Estou a ver as explicações do Ministro na SIC. Um espectáculo.
Se prevêem gastar menos, então isso é bom, quer dizer que poupam mais e que saem da sua zona de conforto.
Pelo mesmíssimo motivo, a direita deveria saudar a intenção do ministério da Educação de gastar em 2017 menos do que o que gastou em 2016.
Deveria saudá-la e aplaudi-la, não criticá-la.
Mas atualmente a direita converteu-se ao despesismo. Se o ministério pretende gastar menos, isso é sinal de que a educação será pior.
Então apontar a falha de cumprimento de promessas dos adversários é o mesmo que estar a favor dessa política que não cumprem?
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Cortes agora são bons. Esqueceu-se da palavra austeridade?
Agora diz-se restrição Lucky.
É extraordinariamente simples: gastar menos, chamando-lhes gastar mais é mentir. É simples, é tudo. E você está farto de o saber.
Não é, em primeira análise, o montante gasto que está aqui em causa. Dentro de limites de decência, fazer mais e melhor por menos (se fosse o caso… coisa, no caso, merecendo as maiores dúvidas) – desde logo com o dinheiro dos nossos impostos – só pode ser algo bem-vindo. É a mentira propagandística, torcendo e retorcendo descaradamente factos e palavras até a tornar apresentável.
Apresentável, entenda-se, perante um povo embrutecido e estupidificado.
Como convém.
Costa
Exacto, Costa.
O que está em discussão é a manipulação dos números e dos dados.
No seu post não se entende tal coisa. Os Lopes não manipulam dados nem números.
Acontece que os maiores problemas da educação nem sequer são de natureza financeira.
João de Brito
É provável. Mas é certo que o chico-espertismo e a manipulação são.
Espero que o Coelho leia isto a ver se aprende como fazer oposição consequente , eficaz, perceptível e que não precisa de mapa ou desenho
O Passos Coelho tem uma estranha dificuldade de falar linguagem simples e directa, Cristof. E tem também alguma tendência para se rodear de más companhias.
mas o coelho sabe ler?
Não sei. O Tiago Brandão sabe fazer contas?