Tivoli


Sérgio de Almeida Correia,

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(foto DN)

O hotel já foi um símbolo de Lisboa. Depois tornou-se num símbolo da cartilha liberal da Avenida da Liberdade. Em matéria de presunção não faltava nada aos executivos que o frequentavam à hora do almoço.

Agora ficamos a saber que também estão falidos. Nem dinheiro para a água e a luz têm. Um desastre. Quando se fizer o levantamento do que se arruinou na presente legislatura, sempre com o beneplácito do inquilino de Belém e dos incompetentes da troika, dando alegre continuidade ao que já vinha da anterior legislatura, não será bonito de se ver. Bastará olhar para o índice. Metade do país e da classe política presa seria pouco.

0 comentários em “Tivoli”

  1. Não vejo o que é que “a presente legislatura” e “o inquilino de Belém” têm a ver com os hotéis Tivoli. Não foram certamente a legislatura nem o inquilino quem causou as dívidas de 100 milhões de euros.

  2. Pois foi, a culpa não foi de Salgado & Cia., foi do governo e do Cavaco e da troika, com quem afinal o Tsipras vai negociar. Está lixado.

  3. Como estou de acordo consigo. Presos e devolverem aquilo que roubaram. O incrível, é esta gente andar por aí, como se de honestos se tratassem e para cúmulo, ainda vão à missa lavar a sua imagem. Verdadeiros hipócritas e cobardes, a quem os governos dão a mão.

  4. “Quando se fizer o levantamento do que se arruinou na presente legislatura, sempre com o beneplácito do inquilino de Belém e dos incompetentes da troika”, vai chegar-se à conclusão que os problemas já vinham de trás, sobretudo do tempo do governo anterior, não obstante as muitas tentativas, algumas canhestras, feitas com o objectivo de deslocar a causa do descalabro para um período posterior..

  5. Significativo como para o autor a insustentabilidade e bancarrota de Portugal é essencial.

    E depois critica bancarrotas…

    Isto de ser de Esquerda permite tudo e o seu contrário. Até vai ao ponto de criticar uma bancarrota que não sabe as razões porquê mas nem precisa.

  6. O inquilino de Belém e os senhores deste governo, disseram que estava tudo bem, como BES e ainda foram longe, dizendo que as pessoas podiam confiar os seus depósitos, logo foram coniventes.

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