8 comentários em “Títulos dignos do Inimigo Público (6)”

  1. A nível nacional não sei o que isso representará. Ao nível do concelho de Loulé, e provavelmente de Torres Vedras, é uma “colossal” marretada na economia local.

  2. Cavaco tentou acabar com ele, e saiu-se mal. Agora a situação é diametralmente oposta: o país está falido (Sócrates e o seu bando ‘meteram-no’ na bosta), o governo de Passos apenas faz aquilo que a troika exige que se faça. A troika manda e, claro, a malta obedece de orelhas baixas se é que queremos continuar a contar com o salariozinho ao fim do mês e a pensãozinha da ordem.
    Cá por mim, como não sou gajo virado para carnavais nem futebóis da treta… que se lixe! Mas, já agora: se as câmaras estão pior ainda que o país, enterradas em dívidas até ao cocuruto, para que raio esbanjar massa em reles e ridículas imitações, aqui, no frio Fevereiro da Europa, do que se faz no clima tropical do maior carnaval do mundo?

  3. Num ano em que são abolidos quatro feriados, parece-me perfeitamente coerente. O contrário seria imoral.
    Relembro que para a maioria dos mortais trabalhadores, os não públicos, não existem tolerâncias de ponto. Existem, quando muito e se o permitirem, dias de férias para serem usados.
    Parece uma medida sensata e previsível.

  4. Embora não tenha particular preferência pelo Carnaval, entendo e percebo as pessoas que gostem de se divertir nesta data.
    Não entendo este corte este ano, especialmente porque envolve o trabalho de imensas pessoas, costureiras, carpinteiros, pintores, que durante meses ” alinhavaram ” e deram forma aos carros alegóricos que vão compor os corsos (acho que se chamam assim os desfiles ????).
    Penso que mesmo com os 20 dias de antecedência não foi suficiente para colmatar este problema.
    Enfim…

    1. Eu não gosto de Carnaval, acho deprimentes as figuras que alguns carnavalescos fazem e até acho, matem-me se quiserem, que as matrafonas deviam sair do armário uma vez por todas. Contudo, não é a duas semanas do Carnaval que se diz que já não há tolerância de ponto. As pessoas têm vidas mas é claro que para este governo as pessoas não interessam. Por mim, acabem também com o Natal, o nascimento de Cristo não me diz nada e Passos Coelho já disse que não é altura de ligarmos a tradições.

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