Armado em Deus, o tarado do Kevin Spacey decide punir, um a um, os sete pecados mortais. Mas neste enredo macabro ele também não se exclui e dispõe-se a pagar por isso. Qual o pecado de que se acusa?
Solução do teste anterior: O Crepúsculo dos Deuses (1950) de Billy Wilder
Vencedor: Bruno Vieira Amaral


inveja?
Grande filme. O final é extraordinário. E, como sempre, grande desempenho do Kevin Spacey.
Fiquei rendida ao Kevin Spacey a partir do momento em que o vi neste filme. Tem uma interpretação magistral, assim como Morgan Freeman, que até foi nomeado para o oscar de melhor actor secundário.
O Brad Pitt nem está mal, mas aquele final a choramingar “what’s in the box” não foi o seu melhor momento no grande écrã 🙂
Já foi dito: inveja.
Grande filme, que me obriguei a ver com enorme sacrifício e igual prazer. Ai, como me apetecia dizer o pecado…
🙂
Nesse caso Ana, uma das virtudes esteve à vista: a preserverança (se bem me lembro uma das virtudes contra os pecados capitais) 🙂
Aí está uma conclusão generosa, João André. Tive medo que dissesse que o que ficou à vista foi o meu masoquismo…
🙂
Para isso teria eu de referir o meu próprio maosquismo, por ter visto o filme várias vezes…
🙂
Tal e qual. Este filme exige-nos sacrifício, porque tem cenas muito difíceis de ver, mas magnetiza-nos e isso dá prazer 🙂
Já agora adiciono: a personagem de Spacey (John Doe) tinha inveja da personagem de Brad Pitt (Detective Mills) pela vida e pela mulher (desempenhada por Gwyneth Paltrow) deste. Como tal tinha que ser punido.
Um final muito, mas mesmo muito interessante, em que o pecador final só aparentemente não morre…
É um grande final, sim.
O RUIM respondeu acertadamente: A Inveja que o obriga a matar a mulher do detective protagonizado por Brad Pitt. Este mata-o e comete o pecado da Ira (atenção: o único pecado que não é punido com a morte mas prisão)
A cena da morte de Kevin Spacey é filmada propositadamente à distância e retira o impacto emocional da execução, o som é seco e distante para aumentar a sensação inutilidade do gesto de Brad Pitt. O mal estava já feito e só resta a tristeza.
É um filme verdadeiramente trágico.
Um dos mais marcantes da década de 90.
Pessoalmente não acho que Mills seja punido apenas com a prisão: de certa forma fica morto por dentro, pelo que o pecado acaba por ser mortal. É essa também o que leva Doe a matar a mulher de Mills.
Também faço essa leitura, João André.