Teste cinematográfico 11 (II série)


Teresa Ribeiro,

O título não nos faz suspeitar da enorme relevância que é dada, neste filme, ao silêncio. Assinado por um dos grandes mestres do cinema europeu é considerado por muitos a sua obra maior. Fala de fé, com uma sobriedade que reflecte a cultura luterana do realizador.

 

Solução do teste anterior: O Anjo Azul (1930) de Joseph Von Sternberg, com Marlene Dietrich

 

Vencedor: Jorge Pimenta

26 comentários em “Teste cinematográfico 11 (II série)”

    1. Ou será antes a Sonata de Outono de Bergman? Por outro lado, pergunto-me se O Silêncio não seria uma hipótese interessante e uma bela rasteira pela Teresa… 🙂

    1. :))
      Vejo com satisfação que, durante a minha ausência, o João não perdeu qualidades. De mim já não posso dizer o mesmo…:))
      Vim tarde e a más horas só para os cumprimentar, voltarei em breve e com mais tempo…
      Um abraço.

        1. Não, João, a minha ausência não se deveu ao gozo de férias – pois ainda não as gozei – mas, sim, a muito trabalho e a alguns revezes da vida. Contudo, agradeço a sua atenção e será ,sem dúvida, um bom presságio para o tempo delas que já se avizinha.:))

  1. “Persona” de Ingmar Bergman.
    Parece-me que será desta…:))
    Ao tempo que aqui não vinha, já tinha saudades.

  2. Não Teresa, troquei o nome ao filme, precipitei-me, é outro de Bergman – que faz parte da “trilogia do silêncio” – “Luz de Inverno”, sim, a fé e o do silêncio de Deus…Mas também de Bergman poderia ser outros:))

  3. Quanto à cultura Luterana , no caso de Bergman, veio por ascendência(‘) – o pai dele era Pastor luterano, se bem me lembro…:)) Por tudo isso apontei para o filme dele e, confesso, por não conhecer tão bem a obra de Dreyer.

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