Há aí apenas um problemazito: é que ele não está constituido arguido por isso. Da próxima, quando quiser defender algum amigo, seja mais cuidadoso, ok?
Porcos à parte, peço desculpa, varas à parte, o que me diz dos direitos humanos que o advogado dos, ALEGADOS, etarras alega em defesa dos seus clientes?? Como é que alguém que se está a marimbar para os direitos dos outros Humanos, pode estar à espera de exigir algum direito? Isto é que é uma verdadeira ternura…. a convicção com que se pedem atenuantes para gente desta.
Estou um pouco à margem do que relata mas, se bem entendi, essa dúvida pode aplicar-se a muitos outros casos, meu caro ToZé. A um homicida ou violador confesso, por exemplo… mas todos têm direito a um advogado de defesa. É isso uma das coisas que distingue a justiça numa democracia ou numa ditadura.
Claro que pode. Por exemplo, ex-presos de Guntanamo, coitadinhos, foram recentemente implicados em atentados terroristas. Os bem falantes indignados com os voos da CIA que passaram nos Açores, não os vi nem ouvi desta vez indignados com esses actos contra a Humanidade. Ontem a GNR MATOU um assaltante, em resposta aos tiros com que foram recebidos. Nas notícias de hoje, a “principal” notícia era que os militares implicados JÁ tinham sido ouvidos pela judiciária. A vida está boa é para estes varas e barões. O que está a dar é ser criminoso. Se não levar um tiro de um agente que pensa cumprir a lei, é um lorde. Qualquer dia, os advogados pedem a suspensão da prisão efectiva, porque os seus maravilhosos clientes podem correr o risco de ser violados, ou aprenderem mais malandragem, ou levarem até porrada dos guardas prisionais. É tudo uma ternura….
Creio que “ele” se refere ao Vara, mas há um “problemazito” no seu raciocínio. O homem não faz parte do meu círculo de amigos. Nem pessoais, nem financeiros, nem políticos, por isso não tenho nada que o defender. O mesmo se aplica aos arguidos do processo Casa Pia, informo desde já. Limitei-me a reproduzir o que li no domingo no “Público”- até ao momento não vi desmentido- e extrapolar para o proceso Casa Pia. Talvez o meu problema seja ter dois olhos, dois ouvidos e mais do que um neurónio, sei lá. Há coisas que gostava de ver explicadas de forma clara e não apenas com base em suposições ou crenças.
Há aí apenas um problemazito: é que ele não está constituido arguido por isso.
Da próxima, quando quiser defender algum amigo, seja mais cuidadoso, ok?
Porcos à parte, peço desculpa, varas à parte, o que me diz dos direitos humanos que o advogado dos, ALEGADOS, etarras alega em defesa dos seus clientes??
Como é que alguém que se está a marimbar para os direitos dos outros Humanos, pode estar à espera de exigir algum direito? Isto é que é uma verdadeira ternura…. a convicção com que se pedem atenuantes para gente desta.
Estou um pouco à margem do que relata mas, se bem entendi, essa dúvida pode aplicar-se a muitos outros casos, meu caro ToZé. A um homicida ou violador confesso, por exemplo… mas todos têm direito a um advogado de defesa. É isso uma das coisas que distingue a justiça numa democracia ou numa ditadura.
Claro que pode. Por exemplo, ex-presos de Guntanamo, coitadinhos, foram recentemente implicados em atentados terroristas. Os bem falantes indignados com os voos da CIA que passaram nos Açores, não os vi nem ouvi desta vez indignados com esses actos contra a Humanidade.
Ontem a GNR MATOU um assaltante, em resposta aos tiros com que foram recebidos. Nas notícias de hoje, a “principal” notícia era que os militares implicados JÁ tinham sido ouvidos pela judiciária.
A vida está boa é para estes varas e barões.
O que está a dar é ser criminoso.
Se não levar um tiro de um agente que pensa cumprir a lei, é um lorde.
Qualquer dia, os advogados pedem a suspensão da prisão efectiva, porque os seus maravilhosos clientes podem correr o risco de ser violados, ou aprenderem mais malandragem, ou levarem até porrada dos guardas prisionais.
É tudo uma ternura….
Creio que “ele” se refere ao Vara, mas há um “problemazito” no seu raciocínio. O homem não faz parte do meu círculo de amigos. Nem pessoais, nem financeiros, nem políticos, por isso não tenho nada que o defender. O mesmo se aplica aos arguidos do processo Casa Pia, informo desde já.
Limitei-me a reproduzir o que li no domingo no “Público”- até ao momento não vi desmentido- e extrapolar para o proceso Casa Pia. Talvez o meu problema seja ter dois olhos, dois ouvidos e mais do que um neurónio, sei lá. Há coisas que gostava de ver explicadas de forma clara e não apenas com base em suposições ou crenças.
“Há coisas que gostava de ver explicadas de forma clara e não apenas com base em suposições ou crenças”.
Olhe, aplique a receita a si mesmo e vai ver o resultado…