A Ovibeja quer ser minha amiga no facebook. Não sei se me ofenda ou se me venda por umas fatias fininhas de pata negra.
Tentações
Ana Vidal,
A Ovibeja quer ser minha amiga no facebook. Não sei se me ofenda ou se me venda por umas fatias fininhas de pata negra.
Giro.
O pata negra? Giríssimo.
🙂
Eu já sou amigo 🙂
Ah, adiantou-se e levou o presunto…
🙂
Mas ainda ficaram os queijos e outras iguarias 🙂
Pronto, com essa dos queijos já me convenceu. Quero ser amiga da Ovibeja.
E a Ovibeja terá todo o gosto em receber a equipa do DO. Pergunte aí ao Pedro se ele não vem de bom gosto 🙂
Vou, pois.
Ah, mas eu também vou de bom gosto, João. Proponho fazer lá um jantar do Delito. E viva a Ovibeja, que é minha amiga! 🙂
Querida Ana, eu exploraria a segunda hipótese… ;-D
Já tratei disso, Luísa! 🙂
Não tenho tido tempo de vos ler e comentar com a devida atenção e como gostaria. Passei agora de fugida e lendo o seu post . Ana, não resisti à “tentação” …Mas, falando-se de presuntos, queijos e, quem sabe, de uma boa pinga mais uma azeitonitas retalhadas, haverá quem resista a tanta “amizade”?.;))
(Alentejo, Alentejo do meu coração e não só..)
Eu também adoro o Alentejo, Maria, e até vivi lá alguns anos. Em termos gastronómicos não há igual em todo o país. Eu diria, até, em todo o mundo!
O Pata Negra passo, mas os queijos, são uma excelente razão para ter a Ovibeja como amiga. Não te esqueças de mim…
Eu não passo nada disso, e ainda acrescento as empadas e as trouxas de ovos do João da Rocha, em Beja. Repito: proponho um jantar do Delito no Alentejo. Que tal?
Deslocação no TGV?
Aproveito para anunciar que irei propositadamente à capital no próximo jantar. Repito: vou atravessar o mar propositadamente. Agora vejam lá o que é que me arranjam e se acertam a data como deve ser. Porque vai ser ir e vir.
Ena, ena, que luxo!
Há mar e mar, há vir e jantar…
Passo nas trouxas de ovos, mas alinho nas empadas.
Jantar no Alentejo? É para já e com apresença do João ainda melhor. Difícil vai ser a escolha do local. Serpa? Portel? Évora? O único restaurante de Beja que valia a pena (Os Infantes) já fechou e o Fialho em Évora já era, mas a Cozinha de Santo Humberto ainda é uma boa escolha. Bem , fico-me por aqui, aenão vem aí o João dizer que só penso em comer. Eu? Que ideia… quando é o próximo jantar?
Não concordo, Carlos: o Fialho ainda “é”, não fosse o pequeno pormenor de ser completamente incomportável. Mas no Alentejo (Montemor, Vimieiro, Évora, Extremoz, etc.) há excelentes restaurantes, o problema não é esse. Temos é de convencer o João (e o Joaquim, coitado, que tem sempre de fazer mais quilómetros…) a alinhar no programa.
Quem me dera usar o Facebook…
:)))
Eu uso muito pouco, Maria do Sol, mas é facílimo. Ou não usa por outra razão?
Para além das fatias de pata negra, se fosse a ti, juntava-lhe queijo da serra, casqueiro alentejano e uma meia dúzia de garrafas de Mouchão (tinto). Assim como assim, acrescenta-lhe champanhe, pode ser que pegue. E, a pensar nos amigos, achas que um Cohiba também dará? 😉
Junto-lhe antes queijo de Serpa (para ser tudo alentejano, e porque o acho ainda mehor do que o da Serra) e substituo o Mouchão por um Cartuxa tinto (o meu vinho preferido). Pode ser? O champagne é que não fica muito bem nesta fotografia, embora eu goste muito.
Alinho. Tal como tu, Ana, também prefiro o Serpa ao Serra. E o Cartuxa é uma opção excelente (o Mouchão é estratosférico mas com preços a condizer).
Hás-de me dizer desde quando é que o champanhe não fica bem, qualquer que seja a fotografia… 😉
(E insisto no Serra e no Mouchão. O Pedro tem razão quanto aos preços, mas eu não contava pagar, só beber). ;D
Ok, se é para não pagar venha o Mouchão, o Cartuxa e um bom champagne para abrir as hostilidades. E ainda junto aos queijos mais o Azeitão e o Nisa, um requeijão com mel e nozes (ou com doce de abóbora) e fica a coisa composta.