
Coronavírus, hoje, nos telediários da hora do almoço:
SIC, Primeiro Jornal: 1 hora e 8 minutos
TVI, Jornal da Uma: 58 minutos
RTP, Jornal da Tarde: 48 minutos
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Coronavírus, hoje, nos telediários da hora do jantar:
SIC, Jornal da Noite: 1 hora e 15 minutos
TVI, Jornal das 8: 1 hora e 14 minutos
RTP, Telejornal: 54 minutos

Pois, eu já enjoei.
Ainda a procissão (salvo seja) vai no adro.
O Pedro tem pachorra para cronometrar isso 🙂
Tem Netflix? Fica esta sugestão…
https://www.youtube.com/watch?v=fPs90HZ bSVQ
E outra:
https://www.youtube.com/watch?v=E3URhJx 0NSw
Abraço
Agora só vejo filmes e séries sobre coronavírus.
O Pedro tem tempo para ver os telejornais todos do princípio ao fim e verificar quanto tempo cada um deles dedica a cada tema?
Não.
Ontem nem liguei a televisão à hora do almoço, hoje desliguei ao fim de 10 minutos. Serviço público nos dias de hoje seria fazer o resumo dos jornais. Vá ‘atuitar’ a informação, reduzi-la a 150 caracteres ou fonemas.
nem liguei a televisão à hora do almoço
WOW, Isabel!
Eu diria que em Portugal as televisões só estão ligadas à hora do almoço nos lares de idosos… As pessoas normais a essa hora estão no local de trabalho, onde não têm televisão para ligar…
Caro Lavoura, como sou anormal faço a maratona de autocarro para almoçar em casa. Não deixo de trabalhar as mesmas oito horas ou mais. E desconfio sempre da capacidade trabalho da real eficácia e rendimento de quem se permite dar bitaites do género do seu.
As “pessoas normais”, versão Lavoura, passaram o dia de hoje nas praias, em grandes aglomerados, sem fazerem a menor ideia de que essa é uma excelente maneira de serem contaminadas pelo coronavírus.
Passar o dia na praia é excelente para apanhar coronavírus? Não me parece.
Qualquer espaço ao ar livre é muito menos perigoso para contaminar outrém do que um espaço fechado.
E na praia está-se frequentemente a lavar as mãos e o corpo.
A mim acontece-me ter um horário de trabalho variável, análogo ao trabalho por turnos. Tal como milhares e milhares de pessoas, aparentemente e em absoluto desconhecidas da normalidade do preclaro Lavoura: A Normalidade (e todavia, arrisco, de alguma importância para a sua vidinha certa, regrada, abençoadamente rotineira, sem esquecer decerto a horta urbana em que se deleitará, o Shangri-la que visita em êxtase, entre dulcíssimas viagens em ciclovia, vendo crescer o repolho, ou a tronchuda, de seus encantos).
Ainda me faltam uns anitos – poucos, devo reconhecer – para a reforma. Lar de idosos é perspectiva para mim ainda remota (mas a magnânima junta de freguesia, sabendo da minha idade, já me oferece – o que nunca saberei agradecer! – e desde há uns anos, transporte gratuito de minha casa para os hospitais de Lisboa!). Acontece-me com frequência, no remanso do lar, ver os noticiários televisivos pela “hora do almoço”, regressado do trabalho. Ou antes de o iniciar.
Sou pois um anormal, decerto uma versão contemporânea das aberrações circenses dos idos de oitocentos. Ou pior.
Seja.
Costa
Não interessa se é à hora do almoço ou à hora do jantar.
Porque é a toda a hora.
O jornal replicado na rua, na padaria, no quiosque, na conversa de telemóvel, onde quer que seja. Em tom de preocupação ou de anedota, mas sempre tema único. Impressiona mesmo.
Nos jornais online tem que se correr o cursor um bom pedaço para descortinar a realidade além covid-19.
Espantoso! Inacreditável!
Ele há coisas. Até o Rúben Amorim passou para segundo plano.
Até já nem falam da “crise do Benfica”. Prova de que é possível as televisões sobreviverem sem futebol.
Mais tarde ou mais cedo haverá um “craque” (ou talvez um roupeiro de um clube de uma distrital; de futebol, claro, mas futsal também serve – ou futebol de praia, se a coisa se prolongar) que surgirá doente. Ou quem sabe um comentadeiro de bola. Aí sim!, vai ser um festim nas televisões e uma comoção nacional.
Até lá, mais corona menos corona, continuaremos a ser abençoados com três ou quatro programas, ao final de cada tarde, dedicados patrioticamente à magna questão de máximo e tremendo interesse nacional: “o mercado”, a compra e venda de jogadores.
E está muito bem.
Costa
A OMS devia declarar pandemia ver as noticias nas TVs.
Pois, tá bem, e os anúncios nos intervais que lhes dão o dinheirinho ?
Ou temos TVs negócio ou temos TVs com taxa paga.
Prefiro ver os anúncios. Única parte não contaminada pela pandemia.
Já pouco ligo os noticiários, penso que o que estão a fazer é a que aumente o alarmismo das pessoas, já milhares de pessoas tiveram alta hospitalar mas dessas não falam falam só no aumento de casos quem esta desatento á situação deste vírus a nível Mundial começa a pensar no pior cenário, bom senso pede se aos responsáveis sejam jornalistas, comentadores ou Políticos, e não aproveitamento desta situação tão grave.
Esta torrente de “informação” monotemática, que muitas vezes é mera repetição do que já foi noticiado na véspera e na antevéspera, induz ao pânico. Como qualquer pessoa que não ande excessivamente distraída bem percebe pelo que se passa à nossa volta.
Já deixei de chamar “informação” chamo o terrorismo psicológico, só o terrorismo psicológico martela até á exaustão o que lhes “convém” e convém martelar bem e bastas vezes as noticias piores as boas nem lhes convém falar nessas, podiam também martelar nas boas noticias como por exemplo os milhares de doentes que já tiveram alta hospitalar mas essas não lhes convém sabe-se lá porque e que interesses estão por detrás da “informação que nos massacram a todas as horas e sempre bem repetidas.
Descobri a Euronews por altura da Guerra do Golfo.
Mais do mesmo.
Vira o disco e toca o mesmo.
A audiência está ordenada nessa mesma ordem…
Tema único. Nada mais se passa “no país e no mundo”, como gostam de apregoar. Nem crimes, nem “aquecimento global”, nem primárias nos EUA, nem sequer futebol.
Agora só há espaço para o vírus. Em dose histórica. E histérica.
Controlar as pessoas pelo medo disfarçado de informação, etc. , tc., sempre funcionou.
Mas alturas hâ que terá forçosamente que se combater Carcavelos com os versículos de S. Maquiavel.
Por acaso agora marchava um cálice de Carcavelos. Só não sei se é uma forma eficaz de combater o coronavírus…
Podia não matar, mas deixava seguramente bem anestesiado.
Mesmo assim meteram 10 minutos de bola. A bola já não é vírus, é um cancro.