O demónio está nos detalhes, já que de generalidades todos entendemos. Ora aqui está uma coisinha que nos vai ao bolso impunemente, quando seria tão fácil organizarmo-nos doutra maneira. Mas o pior é haver um “professor doutor”, assim por extenso e com todas as letras, a justificar o disparate. Isto de “os estudos” já se sabe que é um fetiche: ele há estudos para justificar tudo, basta que os paguem para isso.
O desperdício é coisa de pobres, eis uma regra que se poderia retirar deste caso.
http://malomil.blogspot.pt/2012/11/uma-verdade-inconveniente.html?showComment=1352285429126

Ao menos pode ser que este não tenha saído do bolso do contribuinte e tenha sido integralmente pago pela Porto Editora.